Entendendo a falácia da falta de engenheiros no mercado

O mercado aquecido sente falta de profissionais

As principais revistas e jornais vem anunciando incessantemente a falta de engenheiros no Brasil. Porém, para os engenheiros, desde os recém-formados aos que tem 25 anos de experiência, é um consenso que esta informação não confere no cenário nacional. Diante desta situação fica a dúvida: Que escassez é essa?

Este assunto dá margem a uma série de textos, porém vou focar no aspecto mais imediato deste desencontro entre empresas, recrutadores, profissionais e jornalistas. Basta uma pesquisa rápida na internet para encontrar as tão famigeradas vagas disponíveis para engenheiros e começar a entender a situação.

Primeiro, é preciso que as empresas entendam que um engenheiro mecânico possui a denominação profissional de engenheiro mecânico, e isso somente. Não existe qualquer referência no CREA a engenheiro mecânico com experiência em calibração de instrumentos de precisão expostos a ambiente corrosivo. Portanto, um engenheiro mecânico que trabalhou por 10 anos em calibração de instrumentos de precisão em ambientes explosivos tem total capacidade de atuar na área de ambientes corrosivos também. De forma mais direta, qualquer engenheiro mecânico será capaz de trabalhar nesta área, após o devido treinamento. É por isso que ele estudou por 5 anos, e por este mesmo motivo o preço pela sua hora de trabalho tem o valor que o CREA estipulou. Se a empresa treinou, ganhou um profissional capaz.

Pelo CREA, o piso salarial de um engenheiro é de 8 salários mínimos. Nos valores atuais( meados de 2013) equivale a R$ 5.414,00. As empresas insistem em recusar esta realidade a ponto de configurarem, a grosso modo, quase um cartel salarial. Se ninguém paga o valor pedido, ninguém vai poder exigir barganhando que outra ofereceu. Agrava-se o fato de que pouquíssimas das vagas de recém-formados abrangem este salário. Por outro lado, é ponto comum nos requisitos para vagas de engenheiros a tríade experiência anterior, inglês fluente e experiência em liderança. Sem muito esforço, é natural perceber que citar recém-formado na mesma frase que experiência anterior é no mínimo, mau gosto. Portanto, o mercado está superaquecido para profissionais com experiência, correto? Infelizmente não. Porque se é para preencher uma vaga, a preferência vai para quem tem experiência exatamente naquela área específica. Se este profissional não é encontrado, outro profissional com 15 anos de experiência em uma área ligeiramente distinta também não é uma boa escolha, pois está “velho demais para aprender truque novo”. Mas caso haja a continuidade do desejo de preencher esta vaga com este profissional experiente, a vaga continuará fazendo jus à sua definição de lugar livre, quando durante a entrevista, o engenheiro com 15 anos de experiência, inglês fluente, espírito de liderança, capacidade de lidar em equipe, domínio do pacote Office, Autocad, programação em Visual Basic e residindo próximo ao local de trabalho, se recusar a trabalhar quando souber o valor do salário.

Aprendendo para fazer

Existe um ponto no qual as empresas brasileiras( ou aqui situadas) insistem em contrariar os teóricos da administração mais moderna: o investimento no capital humano. Dentro das metas de corte de custos, naturalmente se poda qualquer pensamento de investimento em capacitação. Assim, é um cenário quase utópico imaginar uma empresa investindo por 1 ou 2 anos em treinamento para capacitar um profissional. Mas porque utópico? Porque nossas empresas, diante da necessidade de um profissional, consideraram mais econômico contratar o profissional da empresa em frente em vez de investir na formação do novo engenheiro. Mas como é costume se adotar a solução mais conveniente, a empresa que teve o seu profissional abduzido, aprendeu também esta manobra. Assim, como segue a escalada natural da oferta x demanda, os salários deste profissional irão aumentar até o ponto em que ninguém mais estará disposto a arcar com aquele valor. Então o que acontecerá? Passarão a contratar os recém-formados e investir em seus treinamentos? Não. Se não há engenheiro com experiência no mercado e a empresa não tem uma política pré-existente de capacitação – pela simples falta de necessidade anterior- ela irá dizer que faltam profissionais, divulgar isso nas revistas e dizer que precisam de profissionais e estes estão lá de fora. Alegando que falta mão de obra no Brasil. Mas não, não falta mão de obra aqui. Falta mão de obra treinada, lê-se, que não necessita de investimento. E esta sim, lá fora tem mais do que aqui, afinal, a Europa está em crise.

Ao conversar com uma amiga, recrutadora da área de Oléo e Gás, conversamos sobre os “altos” salários dos engenheiros e em seguida ela comentou que o principal problema é a qualificação. Ela citou o exemplo da vaga de analista de compras, que é muito difícil encontrar um engenheiro com experiência na área e inglês fluente. Particularmente, não cai bem a presença e a co-relação entre os termos fluência em inglês, experiência anterior e analista quando a vaga se destina a engenheiros. A não ser que este analista receba mais que um engenheiro júnior, o que nunca é o caso. Após sua citação, a perguntei porque eles não contratam um administrador para fazer a parte de compras. Ela me respondeu que é necessário alguém com formação técnica para esta vaga. Então esclareci para ela que “o cidadão passa 5 ou 6 anos numa faculdade de engenharia, lida com os tipos mais absurdos de professores, aprende todo o desenvolvimento da tecnologia humana até os dias atuais em sua área de atuação. Existe o CREA, existe um piso, e ESTE É O PREÇO DA FORMAÇÃO TÉCNICA.” O engenheiro é formado para aprender, desenvolver e aplicar os conhecimentos em sua área. Possui domínio das ciências bem como de suas atribuições, além da facilidade nata com números e por fim obrigatoriamente possui nível básico de inglês, porque as próprias disciplinas o exigem. Olhe bem para este profissional, agora adicione 2 anos de experiência em compras técnicas e por fim adicione mais um curso de 4 anos de inglês para ficar fluente. Qual a parte da dificuldade destes profissionais se candidatarem a uma vaga que exige o necessário para ser CEO pelo salário de um caixa de banco* não ficou clara?

O nascimento do Trainee

Não é segredo para ninguém que o nosso país passou por um período de instabilidade econômica pouco tempo atrás. Mesmo os que não eram nascidos nas época, lembram dos mais velhos contando sobre ir comprar tudo de manhã porque a tarde os preços já subiam. Como a saúde financeira e o investimento em infra-estrutura e tecnologia andam lado a lado, durante o crescimento da inflação a engenharia nacional começou a sofrer sua queda, chegando ao ápice durante a abertura do nosso mercado e a natural competição com os países estrangeiros. Assim nossa engenharia tomou um golpe violento enquanto nossos ilustres políticos não se emocionaram com a situação. Nesta época, os engenheiros se tornaram taxistas, passaram a vender suco e etc… Houve um desemprego em massa dos engenheiros, os mais bem-sucedidos foram os que conseguiram fazer seus nomes no mercado financeiro. Diante dessa realidade, a quantidade de alunos nos cursos de engenharia despencou e ninguém mais olhava nossa profissão como boa opção. Os alunos da época que não abandonaram seus cursos, optaram pela vida acadêmica como a única salvação. Os engenheiros civis foram os que menos sofreram com isso, por conta deste ramo não necessitar tanto de tecnologias e assim, não ter sofrido a competição externa. Mas sofreram o impacto pela freada econômica geral da nossa pátria também.

Mas o que isso tem a ver com os dias atuais? Tudo, porque hoje praticamente não existe engenheiro no mercado com 15 a 20 anos de experiência. Diante disso, as empresas se viram diante de um problema enorme. O que fazer agora?

Algumas passaram a tirar os aposentados da companhia dos netos com ofertas pomposas para voltarem ao trabalho, mas isso não salvou todas as empresas. Então as empresas veem uma luz no fim do túnel. Elas passam a pegar o recém-formado, investem um ano em cursos e treinamentos e outro ano em “job rotation”, os fazendo circular pelas diversas áreas da empresa. Assim, após 2 anos, as empresas agraciam estes jovens com os cargos destinados aos gerentes com 15 anos de experiência, inclusive com o salário da função de chefia. Vale ressaltar que nestes 2 anos, estes jovens não recebem o piso de engenheiro, pois estão recebendo parte deste salário em treinamento e conhecimento. Bom para as empresas e bom para os recém-formados!

No entanto, pela brasileiríssima Lei de Gérson, algumas empresas menos sérias começaram a adotar o modelo de Trainee, porém, usaram a máxima do “se aprende fazendo” e assim, consideraram desnecessários os treinamentos e colocaram o Trainee para exercer as funções de engenheiro, mas com salário de quem está aprendendo, é claro. Assim, criou-se a falácia que o engenheiro com “cheirinho de novo” é um peso morto nos primeiros anos, não gera lucro e assim, não merece o salário estipulado pelo CREA. Esse modelo de escravidão… digo… de Trainee, também passou a ser bastante conhecido no mercado pelo nome de Analista. Uma ótima forma de contratar engenheiro sem pagar o salário necessário para desfrutar da capacidade desse profissional. Outra situação comum é a exigência de inúmeras qualificações, idiomas e experiência para no cotidiano do trabalho executar atividades simples e que qualquer aluno de ensino médio seria capaz de fazer.

O que vem acontecendo

Então, um engenheiro diante disso, deveria recusar tal oferta de emprego e só aceitar cargo como engenheiro, correto? Corretíssimo… se todos os formandos em engenharia fossem solteiros, bons herdeiros e de classe média alta. Porém como essa não é a realidade, alguns se submeteram a tal situação. Estes seriam poucos e logo tudo estaria resolvido, porque isso seria em pontos isolados, correto? Novamente correto, se não fossem as revistas e jornais fazendo uma enxurrada de notícias dizendo que faltam engenheiros no país. “Engenharia é mão de obra escassa! Daremos salários de juizes para engenheiros!Engenheiro vai poder comprar sua própria ilha no Caribe!” Diante de tal situação, os cursos de engenharia lotaram, muito mais engenheiros se formaram. Mas agora caíram sem freio diante de um mercado onde a maioria das vagas são para aprender fazendo, ou seja, para Analistas ou Trainees de mentirinha. E se você é um cidadão engajado pela valorização profissional e não aceitará estas vagas, parabéns pela garra, porque tem mil se acotovelando pela vaga que você recusa.

E diante disso tudo o mercado continua: “Faltam engenheiros…”, o governo facilita a importação de profissionais, as revistas fazem matérias “comprovando” este fato, os que insistem em ficar na área em que se formaram recebem miséria enquanto se amontoam em volta de editais de concursos, e lá fora… o Brasil é o país da engenharia! As escolas de idiomas que mais viram o faturamento crescer nos últimos anos foram as de português para estrangeiros.

De toda forma, é totalmente compreensível a busca de profissionais com know-how em áreas pioneiras no país. Se determinada atividade nunca foi realizada em solo nacional, é natural que se traga o profissional do exterior. Mas esta deve ser uma prática de importação de conhecimento, não de mão de obra. O estrangeiro virá agregar e formar seus companheiros de trabalho e não substituir os engenheiros nacionais enquanto estes estão sem emprego. Porém, o que parece haver hoje é a estratégia de trazer um fast-food. Trazer os profissionais formados e prontos, que os headhunters usam como sinônimo de “qualificados”, para assumir os cargos vagos no Brasil. Então novamente impera o vício do jeitinho brasileiro, mas agora, durante o recrutamento.

*Todo respeito aos atendentes de caixa de banco. O exemplo só foi citado pela não necessidade das qualificações citadas no texto para desempenho da função.

Luciano Netto de Lima

Formando de Engenharia de Controle e Automação no CEFET/RJ

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913 Responses to Entendendo a falácia da falta de engenheiros no mercado

  1. Paulo disse:

    Obrigado. Luiz Carlos. Porém, eu penso que deveria por um ziper na boca, por que no Brasil se ficar falando, e que já andei denunciando, mas não tive retorno, é duro, assim penso que deveria parar de falar, por que não tem força, não consegue nada, Ministéiro Público já denunciei terra devolutas e não deu em nada, por que os promotores não quiseram tocar para a frente, ai desisti, isto coisa de minha familia nada a ver com engenharia, meu pai fez loteamento e foi obrigado a doar as ruas, praças e passarelas, hoje tá tudo nas mãos de terceiros, e o que fizeram: nada, as leis neste pais não funciona, quando voce faz doação para um loteamento, e não teve o resultado determinado na escritura de doação lavrada em cartório, o certo seria voltar para quem fez a doação, não ai teve dedinho de prefeitos que para ganharem votos passaram o direito a seus eleitores. Bom, eu sinceramente fico chocado em ver que o mar de lama como engenheiro, a coisa tá feia, fazem da gente o que bem entendem, não temos um órgão de proteção ao engenheiro, nada e nada, infelizmente.

  2. Primeiramente quero agradecer aos que me responderam e deixar a pergunta um pouco mais clara e específica.
    Questionei sobre estar certo, ser um ato coerente ou não a minha pretensão de com 27 anos, iniciar no curso de Engenharia Civil ou Engenharia Aeronáutica.
    Conseguirei ganhar um salário justo formando-me com 33 anos?
    Já sou formado em Publicidade e Propaganda, trabalho que me proporciona (como bem sucedido) o absurdo de salários de R$3.000,00 e caso eu seja demitido, terei que começar em outro lugar ganhando R$2.000,00 e trabalhando mais algum tempo para igualar novamente meu salário.
    Solteiro, eu vivo com R$3.000,00, agora casado e com filhos, farei o que?
    Então é isso, minha dúvida se resume em. Conseguirei emprego, me formando em engenharia civil ou aeronáutica, formando-me com 33 anos?
    Agradeço demais.

    • Carol disse:

      Não. Espero ter ajudado!

    • Frank Crema disse:

      Me formei com 34 e ainda sou da opinião de que, quem faz o seu sucesso não é a instituição que você se formou, e nem a baixa idade, quem faz seu sucesso é você. Você está e ou estará, onde você se pôs! Valeu!

    • giliard3131 disse:

      Precisa duma ART dum engenheiro aeronáutico pra tirar um avião novo da fábrica e mandar pro aeroporto?
      Qual orgão público vai exigir e fiscalizar essas ARTs?
      Quantas fábricas de aviões tem no Brasil?
      Quantos engenheiros aeronáuticos são necessários pra assinar a papelada pra cada fabrica? (a resposta dessa pergunta é 1 ou zero, isso na melhor das hipóteses supondo que o CREA vai exigir pelo menos 1 engenheiro aeronáutico pra dar emprega pra pelo menos 1 coitado que caiu no conto da engenharia aeronáutica)
      Precisa duma ART dum engenheiro aeronáutico pra fazer laudos e vistorias nos aviões?
      O governo e o CREA exigem laudos e/ou vistorias dos aviões feitos exclusivamente por engenheiros aeronáuticos???!!!

      Vc sabia que os cursos de exatas que mais tem vagas pra concurso publico são eletrotécnica e engenharia civil?

    • giliard3131 disse:

      Na Anhanguera o curso de engenharia civil a distância (semi presencial) pelo que eu vi alguns meses atrás, custava R$525,00 por mês.
      Agora, se vocês forem uns completos incompetentes e não conseguirem passar em nenhum dos muitos concursos pra engenheiros civis, pelo menos vocês vão terão a dignidade de poder assinar o projeto das suas próprias casas, porque nem isso eu com a minha merda de engenharia elétrica consegui assinar até hj.

    • Ariadina -Engenharia Química de merda disse:

      Nao. O máximo que vai conseguir é atrasar a sua vida 5 anos em uma faculdade

  3. Engenheiro Eletricista disse:

    É,realmente isso é um círculo vicioso, mas a solução já foi dada! Vou ser caixa de banco! Não precisa passar horas em cima de formulas, horas de estudo sem fim para chegar no final e levar um susto ao abrir os olhos, sim é triste, mas quando isso acontecer vai desejar que seja apenas um cruel pesadelo!

    • Aldair E. F. Jr disse:

      Pessoal:
      A todo Eng. Eletricista, todo Tec Eletrotécnico e todos demais engenheiros, tecnólogos e técnicos:
      Voltando ao tema, pois vivemos numa espiral, o mundo dá voltas e estamos sempre desconfiando que “… já vi isso antes … ?”.
      Então, “Mais do mesmo”: Pensando bem, esse pessoal do CNI está procurando Super-heróis ou ETs, não acham? Cada conclusão ridícula…, senão, vejamos:
      https://br.financas.yahoo.com/noticias/cni-6-10-engenheiros-trabalham-213300298.html

      • giliard3131 disse:

        “(…)a CNI defende mudanças nos cursos de engenharia. Uma das sugestões é a inclusão de disciplinas no currículo de experiências práticas para que haja uma aderência do ensino às demandas da indústria, semelhante ao que ocorre com a residência em medicina. (…)”

        Boa ideia, põe o pessoal da eletrica no chão de fábrica, dai eles veem o pessoal da mecânica tendo aulas de adequação de máquinas à NR-12, e da cara eles ficam sabendo que os engenheiros eletricistas não podem por a mão nessas coisas.
        É bom cair na real o mais rápido possivel, melhor ainda é cair fora da engenharia elétrica antes de se formar.

  4. giliard3131 disse:

    AVISO

    1-Os engenheiros civis de Santa Catarina continuam assinado projeto e execução de instalações elétrica em baixa tensão sem nenhuma restrição de carga, ao invés de marcar a carga instalada nas ARTs eles substituem este valor pelo valor dos metros quadrados totais da edificação. Simplesmente na ART troca-se o quilo watt (código 41) por metros quadrados (código 14).

    2-Os engenheiros civis de Santa Catarina continuam assinando projeto e execução de para-raios, eles recebem um aviso em vermelho no CREA-NET dizendo “(…)não é recomendável(…)” mas mesmo assim no final a ART é liberada.

    • Frank Crema disse:

      Que tipo de atitude você já tomou?

      • giliard3131 disse:

        Olha cara, mesmo que eu fosse um mestre ou doutor em engenharia elétrica e ganhasse de 12 mil a 17,1 mil reais por mês, pra ar aula fazendo pose de “dotô” na frente dos alunos da elétrica, mesmo assim, mesmo com o ** cheio de dinheiro, eu não faria nada, porque nessa minha vida eu ja contratei 3 advogados diferentes pra 3 causas diferentes e os 3 eram estelionatários de ultimo nivel, a ultima advogada que eu contratei escreveu um monte de merda no processo, e no dia da audiência a vagabunda nem apareceu, e a meretíssima juíza ao invés de dar ordem de prisão e mandar a policia atrás dela, só ficava tentando encerrar o processo o mais rápido possível.
        NÃO ESTOU DIZENDO QUE TODOS OS ADVOGADOS DE SC SÃO ESTELIONATÁRIOS, MAS TODOS OS 3 FDP QUE EU CONTRATEI ERAM ESTELIONATÁRIOS.
        PRA PEGAR O DINHEIRO DA GENTE ELES SAPATEIAM, DÃO TAPA NA MESA, FALAM QUE PINTAM E BORDÃO, QUE SÃO OS TAIS, QUE FAZEM E ACONTECEM, MAS NA VERDADE ERAM TODOS OS 3 ESTELIONATáRIOS, E CRIMINOSOS.
        Até na OAB eu fui tentar registrar uma queixa, mas eles só ficam olhando pra cara da gente e rindo, não fazem nada, a OAB é uma m.. inútil, que só serve pra ficar aplicando provinha pra impedir os novos advogados de trabalharem, só isso, mais nada. É um bando de inúteis.

        E tem que ver que fim levou a ABEE, acho que eles nem existe mais, e dai acho que ja fudeu com tudo

        Mas bem que o Governo poderia pagar uma engenharia civil pros eng eletricistas e pros eng mecânicos, nem que fosse a distancia semi presencial, e eu tb acho injusto um eng civil poder assinar os códigos da elétrica e da mecânica e outro não, se é pra abrir as pernas tem que liberar pra todo mundo. Ou será que o CREA funciona no sistema AOS AMIGOS TUDO, PROS INIMIGOS A LEI.
        Eu já vi engenheiros civis dentro da res.218 assinando tudo e dizendo que tinham feitos varios cursos regulares e que tavam na res.1010, mas quando eu fui no site do CREA eu vi que eles ainda tava na 218, e ai? como fica?
        AOS AMIGOS TUDO, PROS INIMIGOS A LEI?
        Se tá abrindo as pernas pra um grupinho de engenheiros civis tem que abrir todo mundo.

  5. Biscoito ou bolacha, nem lembro mais disse:

    Pelo menos não tem um “mais engenheiros” ainda…

    • Aldair E. F. Jr disse:

      Infelizmente, na forma do “Mais Médicos”, não. Qual o salário do Mais Médico? R$ 10.000!
      Qual engenheiro não aceitaria esse contrato?

      Pois os médicos brasileiros NÃO! Quase nenhum médico brasileiro aceita isso. Qualquer médico, ainda fazendo residência, tira 50% a mais, por baixo, só fazendo plantões e ainda recebe a bolsa da residência.

      Aposto q se tivesse um “Mais Engenheiros” com esse salário, ia ter fila na calçada, dois dias antes de abrirem inscrições. Seja pra qq lugar do país q mandassem o pobre engenheiro.

      Agora, o q está acontecendo é q tem uma multidão de engenheiros estrangeiros, principalmente europeus, entrando no país, o CONFEA dando visto sem nunca pedirem revalidação de diploma. E o pior é q que nenhum sindicato, MPT ou o próprio MTE se manifesta.

      Esse sim é o verdadeiro assunto levantado no artigo desse tópico: “A falácia da falta de engenheiros no mercado”. Dizem isso e por isso trazem levas de engenheiros europeus, principalmente por quê lá estão desempregados.

  6. Paulo disse:

    Os médicos cubanos, recebem R$ 1.600,00 por mês o resto é enviado para Cuba, num acordo Brasil-Cuba, houve de terem um aumento de R$ 400,00. E como isto é baixo demais, usaram o Brasil como ponte para migrarem para o EUA. Veja o que me aconteceu ontem, uma firma pede uma ART de instalação de gerador, tratei um valor de ganho referente a montagem e instalação, num valor módico, e para minha surpresa, após ter colocado a empresa contratada, que tem registro no CREA, depois que fiz a ART, disseram: – a acho melhor por o valor da obra, é o correto. Pois bem, ai eu usei de forma correta uma equação que resulta no valor de honorário em função do valor da obra, já que o meu valor de honorário era em base de uma oferta minha, não gostaram, queriam então mostrar para o cliente deles (contratante meu de inicio era o cliente deles), ai apresentei o valor em 14x o valor inicial (de acordo com tabela de honorários para engenheiros), de um engenheiro avulso, para uma empresa registrada no CREA, que não tem engenheiro registrado, e ai veio a surpresa maior: – se informaram com o CREA, para manter o valor inicial que ofertei, só que a empresa registrada no CREA virou contratante (a contratante deles – cliente deles sumiu na ART, ficou só o endereço da obra do cliente deles), por que assim o valor do honorário do engenheiro na forma inicial, não seria o tabelado em 14x mais. Ai percebeu-se que o CREA dita as regras como querem a favor das empresas, e os engenheiros ficam marginalizados a ganhar o mínimo necessário, quer dizer que a tabela de honorário é uma furada, isto funciona para quem, neste pais? E, de tantas andanças nos CREA´s, voce tem razão ao afirmar que os engenheiros estrangeiros são recebidos de braços abertos, para os CREA por que parece que querem os estrangeiros ao invés dos engenheiros brasileiros, e tenho testemunhos que nos CREA´s são de imediato aprovados e os brasileiros são levados a perderem terreno, algum tipo de acordo internacional deve haver entre os países que ditam e mandam nos CREA´s, é o que podemos pressupor perante que nós engenheiros são tolidos de direitos e de trabalhos, nos diminuem, ou seja nos tiram nosso ganha pão, quando pagamos anuidades e todas as taxas das ART´s.

    • Aldair E. F. Jr disse:

      Por essas e outras que devemos apoiar a iniciativa, já lançada aqui por outros colegas, de criação de um conselho específico para a área de elétrica, outro para área de mecânica, assim como os químicos, anteriormente, e os arquitetos, recentemente criaram os seus.
      Parece que esse sistema CONFEA/CREAs, no modelo atual, está mais para cartório patrimonialista do que para orgão público de controle e proteção dos profissionais e da sociedade, principalmente.

      • LUIZ SERGIO disse:

        “Por essas e outras que devemos apoiar a iniciativa, já lançada aqui por outros colegas, de criação de um conselho específico para a área de elétrica, outro para área de mecânica, assim como os químicos, anteriormente, e os arquitetos, recentemente criaram os seus.
        Parece que esse sistema CONFEA/CREAs, no modelo atual, está mais para cartório patrimonialista do que para orgão público de controle e proteção dos profissionais e da sociedade, principalmente”.

        PREZADOS,

        Eu lancei esta ideia aqui neste fórum, só que não consegui fazer da idéia uma ação pratica. Ninguem quer sair da toca e ir a luta. Estamos num ano eleitoral e vamos perder a melhor epoca para isso, pois os políticos estão vendendo a mãe para se eleger. e dependemos deles para criar os conselhos.

  7. Rafael disse:

    Da para concluir com todo este descontentamento que atualmente não é boa ideia cursar engenharia? A pergunta é simples, mas sei que envolve várias questões.

    • Sofia disse:

      Vou te contar um caso, sou engenheira civil, funcionária pública. Recentemente viajei a trabalho e fiquei conversando com um médico, João, sentado na poltrona do lado. Seu filho, Pedro, é engenheiro mecanico recém-formado, ingles e alemão fluente, formado em faculdade de primeira linha. Atualmente trabalha em São Paulo capital e ganha R$ 5.000 por mês (sim, abaixo do piso com características acima da média). João é casado com Maria, que também é médica, ou seja, os dois tem um salario alto como médicos além da fazenda de boi. Pedro estava insatisfeito com o trabalho: muita pressão e muitas viagens a trabalho. João fez uma planilha orçamentária: de Pedro ficar seis anos sem trabalhar e eu pagar faculdade, acrescentou o salário no final de carreira de engenheiro, o salario medio de um médico. No final analisou o que é mais lucrativo: Pedro continuar na engenharia mecânica ou fazer medicina. A conclusão foi que Pedro pediu demissão e está fazendo cursinho. Aos 24 anos, com um diploma de engenheiro mecânico, vai abandonar tudo para fazer medicina.
      Resumindo: se você pensar apenas financeiramente, não faça engenharia, faça medicina!

      • LUIZ SERGIO disse:

        Eu estou com um caso parecido na família. Acho que são coisas diferentes. Tem que fazer algo que gosta, que lhe realiza. O dinheiro vem depois, pois não adianta ganhar muito e ser infeliz.
        A minha luta é para mostrar que a engenharia no Brasil está sem prumo e sem rumo. O CONFEA foi dominado por eng. civis que tornaram as outras simples complementos.

      • Paulo disse:

        Anúncios assim, deveriam ser notificado pelo CREA e retirado, por que se mostra que colocam os engenheiros com menos de um salário minimo.

        http://www.empregos.com.br/vagas/engenheiro/diadema/sp/3500173?4126423&utm_source=Indeed&utm_medium=cpc&utm_campaign=Indeed

      • Paulo disse:

        Alemanha busca engenheiros do Brasil para suprir escassez

        Por Valor Econômico 22/12/2011

        Embora o mercado esteja aquecido para os engenheiros no Brasil, há profissionais optando por sair do País para fazer carreira na Alemanha. Dados levantados pela Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha mostram que faltam de 77 mil engenheiros atualmente no país europeu. A maior escassez, segundo Edgar Horny, presidente da associação, está na indústria mecânica e nas montadoras (32 mil). Também há grande déficit no setor elétrico (18 mil) e na construção civil (9 mil).

        Ir para a Alemanha neste momento pode ser positivo para o desenvolvimento da carreira de um engenheiro, mas não há perspectiva de ganhos financeiros elevados. Sönke Böge, diretor da consultoria de recrutamento executivo Boyden, afirma que a grande vantagem de trabalhar no país é se aperfeiçoar e aprender técnicas avançadas. “A engenharia alemã está salvando o país da crise. A tecnologia desenvolvida lá nesse segmento é inovadora”, diz.

        Segundo o consultor, os salários dos engenheiros nos primeiros cinco anos de formados são equivalentes no Brasil e na Alemanha. Mas, para os mais experientes, com mais de cinco anos de mercado, a remuneração aqui é entre 20% e 40% superior. “Vale a pena ir para lá no início da carreira para aprender e ganhar experiência. Depois de algum tempo, porém, é mais vantajoso financeiramente trabalhar no Brasil”, diz.

        Formado em engenharia de controle e automação industrial pela Universidade Federal de Santa Catarina, Rodrigo Isleb decidiu começar sua carreira no país germânico. Em 2007, prestes a concluir a graduação, ele foi para a Alemanha desenvolver seu projeto de conclusão de curso. Ao terminar a faculdade, recebeu algumas ofertas de trabalho para permanecer no país. Aceitou o convite feito pela Nestlé, onde ficou até abril de 2011, envolvido com a construção de uma nova fábrica para a produção de leite em pó.

        Como tinha propostas de trabalho na Europa, Isleb nem pensou em começar sua carreira no Brasil. “Queria ter uma experiência profissional internacional forte e achei que conseguiria um bom aprendizado trabalhando na Alemanha”, afirma. Após concluir a implementação da fábrica da Nestlé, Isleb recebeu uma nova proposta de trabalho e, desde março deste ano, atua como consultor na Altran.

        Sediado em Ingolstadt, no Sul da Alemanha, o executivo trabalha atualmente no planejamento de uma nova fábrica da Audi na Hungria. Agora, com 33 anos e após alcançar ampla experiência no exterior, Isleb não descarta regressar ao Brasil. “Ainda não comecei um movimento de retorno, mas estou atento aos investimentos recebidos pelo país para construção de novas fábricas. Essa é a minha área de atuação”, ressalta.

        Böge, da Boyden, afirma que os brasileiros são bem recebidos para trabalhar na Alemanha, mas ressalta que é importante saber pelo menos um pouco do idioma local para se candidatar a uma vaga. “Encontrar um trabalho lá sem falar a língua deles é muito difícil”, diz. Isleb concorda. O executivo, que já sabia alguma coisa do idioma quando decidiu se mudar, conta que usa o alemão na empresa desde o primeiro dia de trabalho. “Não é preciso ser fluente, mas é fundamental saber se comunicar na língua deles”, afirma Isleb, que diz ter levado dois anos para dominar o idioma.

        A falta de engenheiros na Alemanha também fez com que Robinson Silva, 32 anos, deixasse Campinas rumo à Europa. Cerca de um ano atrás, a Bosch precisava de alguém para ocupar o cargo de gerente de produtos da divisão de reposição automotiva na sede da companhia, na Alemanha. A vaga foi anunciada para todos os funcionários da empresa no mundo e ele foi considerado o mais preparado para ocupar o cargo. “Os profissionais brasileiros se destacam na área de gerenciamento de produtos. Enquanto na Alemanha os engenheiros trabalham focados no desenvolvimento de novas tecnologias, os brasileiros têm uma visão mais sistêmica dos produtos e do mercado”, afirma Fabio Amaral, gerente de recursos humanos da Bosch.

        Silva foi para a matriz justamente para direcionar o departamento mais para o mercado, redefinindo a forma como os produtos são oferecidos aos clientes. “A vaga tinha como pré-requisito alguém que entendesse bem as necessidades dos clientes. Nós, que trabalhamos no Brasil, atuamos naturalmente dessa maneira”, explica Silva.

        O executivo revela que sua transferência para a Alemanha não trouxe benefícios financeiros. O que pesou na decisão, segundo ele, foi a oportunidade de se desenvolver profissionalmente e de proporcionar uma experiência internacional para suas duas filhas, de 11 e 5 anos. “Recebi apenas uma correção de salário para manter o mesmo padrão de vida que tinha no Brasil, além de auxílio para moradia e educação das meninas.”

        Silva ingressou na Bosch como estagiário, enquanto ainda cursava a escola técnica. Foi efetivado e ali traçou sua carreira com a conclusão da faculdade de engenharia. Hoje, avalia que a experiência adquirida no chão de fábrica pesou na escolha da companhia para expatriá-lo. “Depois da faculdade, fui direcionado para a área de marketing de produto. Tenho um conhecimento técnico dos produtos que desenvolvemos e também comercial”, afirma.

        A expatriação de brasileiros para a Alemanha é algo comum na Bosch. Em 2010, a unidade brasileira enviou 93 funcionários para o exterior. Neste ano, foram 99. Amaral explica que o intercâmbio de profissionais é muito valorizado pela companhia como forma de ampliar o entendimento de outras culturas e estilos de trabalho, além de estabelecer uma rede internacional de contatos e aprender a trabalhar com sucesso em um ambiente diferente.

        “A experiência dos engenheiros na Alemanha também é uma ótima forma de capacitação, já que é na matriz que são desenvolvidas as principais tecnologias que, posteriormente, chegam no resto do mundo”, afirma o gerente de RH da Bosch.

        http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/8651-alemanha-busca-engenheiros-do-brasil-para-suprir-escassez

      • Paulo disse:

        Tenho lido de outros grupos que emergem tendências de que algo deva ser feito com urgência, vide o site em que pude ler de outros engenheiros em outros estados em:

        http://www.eniopadilha.com.br/artigo/31/por-que-odiamos-tanto-o-crea-#comentarios

  8. giliard3131 disse:

    Preciso de ajuda, ou algum conselho, ou alguma dica, porque saiu o novo manual de preechimento de ART do CREA-SC e apareceram novos códigos pra dar aula das NRs do MTE, dai eu testei o código g0202 que corresponde ao curso e a emissão de diplomas de NR10 e apareceu a seguinte msg:
    http://postimg.org/image/lwxu125od/

    O CREA-SC não autoriza mais os engenheiros eletricistas a assinarem os diplomas de NR10.
    Só que sem o diploma de NR10 não da nem pra pisar no chão de fábrica.Agora vai ser um efeito dómino de desemprego dos engenheiros eletricistas.

    • LUIZ SERGIO disse:

      “O CREA-SC não autoriza mais os engenheiros eletricistas a assinarem os diplomas de NR10.”
      Como assim?????
      E quem vai assinar????
      Isso não existe. É piada???
      É caso para denuncia no ministério público federal e no CONFEA(que não vai fazer nada)

      • Aldair Ferreira Jr disse:

        Se for para pensar em dinheiro, não faça NADA além de Medicina.

        Viram o Mais Médicos? São 10 mil de bolsa além de despesas de transferência e acomodações iniciais pagas, mas NENHUM médico brasileiro quis. Recém formados, eles ganham quase o dobro. Não dá pra competir. Quem gosta, é uma boa. Agora, vamos voltar a falar de engenharia… E, pelo que sei, e q está escrito na NR-10, quem ministra curso de NR-10 é o formado em eletrotécnica, superior ou médio. Talvez, quem assine o diploma, seja o chefe do instrutor, não é isso?

      • LUIZ SERGIO disse:

        “…quem ministra curso de NR-10 é o formado em eletrotécnica, superior ou médio. Talvez, quem assine o diploma, seja o chefe do instrutor, não é isso?”

        Srs., Quem assina o diploma e/ou certificado é o INSTRUTOR, um engenheiro eletricista. Se fou uma empresa que esteja patrocinando o curso, ai pode se quiser aparecer assinar o dono, ou o diretor, etc. MAS O QUE VALE É O INSTRUTOR COM O CREA.
        O CREA DE SC está passando por cima da lei e os cordeiros estão deixando.

      • Aldair E. F. Jr disse:

        Se o CREA-SC é assim, melhor mudar mesmo. As vezes não vale a pena dar murro em ponta de faca.
        Quem sabe, estudar medicina?
        Só o que eu sei é que é muito difícil as coisas mudarem nesse país.

      • LUIZ SERGIO disse:

        Pelo contrário, se o CREA-SC é assim é melhor botar a boca no mundo. Procurar a imprensa o MPF , etc.
        Onde foi que vocês aprenderam a serem cordeiros?

    • giliard3131 disse:

      Lista geral dos códigos que provavelmente nenhum engenheiro eletricista e nenhum engenheiro mecanico de SC assina mas são códigos necessarios pra qualquer empresa de engenharia elétrica ou mecanica funcionar:

      Inventário de Máquinas e Equipamentos – NR 12 (esse serviço é popularmente chamado de “adequação de maquinas pela NR-12″)
      código: G2128

      Capacitação de Trabalhadores em Instalações e Serviços em Eletricidade – NR-10
      código: G0202

      Capacitação de Trabalhadores em Espaços Confinados – NR-33
      código: G0204

      Capacitação de Trabalhadores em Altura – NR-35
      código: G0205

      Capacitação de Operadores de Máquinas e Equipamentos – NR 12
      código: G0203

      Trabalho em Altura – NR 35
      código: G2130

      Trabalho em Espaços Confinados – NR 33
      código: G2129

      Vejam que esqueceram o código da adequação de instalações pela NR10 hahahaha, tavam com tanta pressa que pularam um item, mas ano que vem vai aparecer um novo código pra esse serviço e com certeza nenhum engenheiro eletricista de SC vai assinar esse código.

  9. Paulo disse:

    O portal do CREA do RS não está no ar, ou seja, não nos comunicam, e as obras esperam!!!!

  10. giliard3131 disse:

    me digam uma coisa, isso aqui é ou não é um laudo (perícia)?
    é uma vistoria? um parecer?
    http://postimg.org/image/yi7rgzpcr/

    confiram o que diz o site do CREA-SP:
    http://www.creasp.org.br/perguntas-frequentes/eletricista

    “(…)3. Sou Técnico em Eletroeletrônica e “sócio contribuinte”. Posso projetar, executar e emitir laudos técnicos de serviços elétricos, eletrônicos e para-raios?

    Informamos que os Técnicos de Nível Médio não têm competência legal para emitir laudos técnicos de qualquer natureza (Decreto Federal n° 90.922/85). A matéria está disciplinada pela Decisão Normativa nº 70 do Confea que estabelece:

    “Consideram-se habilitados a exercer as atividades de projeto, instalação e manutenção de SPDA, os profissionais relacionados nos itens I a VII e as atividades de laudo, perícia e parecer os profissionais dos itens I a VI:

    I – engenheiro eletricista;
    II – engenheiro de computação;
    III – engenheiro mecânico–eletricista;
    IV – engenheiro de produção, modalidade eletricista;
    V – engenheiros de operação, modalidade eletricista;
    VI – tecnólogo na área de engenharia elétrica, e
    VII – técnico industrial, modalidade eletrotécnica.(…)”

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