Entendendo a falácia da falta de engenheiros no mercado

O mercado aquecido sente falta de profissionais

As principais revistas e jornais vem anunciando incessantemente a falta de engenheiros no Brasil. Porém, para os engenheiros, desde os recém-formados aos que tem 25 anos de experiência, é um consenso que esta informação não confere no cenário nacional. Diante desta situação fica a dúvida: Que escassez é essa?

Este assunto dá margem a uma série de textos, porém vou focar no aspecto mais imediato deste desencontro entre empresas, recrutadores, profissionais e jornalistas. Basta uma pesquisa rápida na internet para encontrar as tão famigeradas vagas disponíveis para engenheiros e começar a entender a situação.

Primeiro, é preciso que as empresas entendam que um engenheiro mecânico possui a denominação profissional de engenheiro mecânico, e isso somente. Não existe qualquer referência no CREA a engenheiro mecânico com experiência em calibração de instrumentos de precisão expostos a ambiente corrosivo. Portanto, um engenheiro mecânico que trabalhou por 10 anos em calibração de instrumentos de precisão em ambientes explosivos tem total capacidade de atuar na área de ambientes corrosivos também. De forma mais direta, qualquer engenheiro mecânico será capaz de trabalhar nesta área, após o devido treinamento. É por isso que ele estudou por 5 anos, e por este mesmo motivo o preço pela sua hora de trabalho tem o valor que o CREA estipulou. Se a empresa treinou, ganhou um profissional capaz.

Pelo CREA, o piso salarial de um engenheiro é de 8 salários mínimos. Nos valores atuais( meados de 2013) equivale a R$ 5.414,00. As empresas insistem em recusar esta realidade a ponto de configurarem, a grosso modo, quase um cartel salarial. Se ninguém paga o valor pedido, ninguém vai poder exigir barganhando que outra ofereceu. Agrava-se o fato de que pouquíssimas das vagas de recém-formados abrangem este salário. Por outro lado, é ponto comum nos requisitos para vagas de engenheiros a tríade experiência anterior, inglês fluente e experiência em liderança. Sem muito esforço, é natural perceber que citar recém-formado na mesma frase que experiência anterior é no mínimo, mau gosto. Portanto, o mercado está superaquecido para profissionais com experiência, correto? Infelizmente não. Porque se é para preencher uma vaga, a preferência vai para quem tem experiência exatamente naquela área específica. Se este profissional não é encontrado, outro profissional com 15 anos de experiência em uma área ligeiramente distinta também não é uma boa escolha, pois está “velho demais para aprender truque novo”. Mas caso haja a continuidade do desejo de preencher esta vaga com este profissional experiente, a vaga continuará fazendo jus à sua definição de lugar livre, quando durante a entrevista, o engenheiro com 15 anos de experiência, inglês fluente, espírito de liderança, capacidade de lidar em equipe, domínio do pacote Office, Autocad, programação em Visual Basic e residindo próximo ao local de trabalho, se recusar a trabalhar quando souber o valor do salário.

Aprendendo para fazer

Existe um ponto no qual as empresas brasileiras( ou aqui situadas) insistem em contrariar os teóricos da administração mais moderna: o investimento no capital humano. Dentro das metas de corte de custos, naturalmente se poda qualquer pensamento de investimento em capacitação. Assim, é um cenário quase utópico imaginar uma empresa investindo por 1 ou 2 anos em treinamento para capacitar um profissional. Mas porque utópico? Porque nossas empresas, diante da necessidade de um profissional, consideraram mais econômico contratar o profissional da empresa em frente em vez de investir na formação do novo engenheiro. Mas como é costume se adotar a solução mais conveniente, a empresa que teve o seu profissional abduzido, aprendeu também esta manobra. Assim, como segue a escalada natural da oferta x demanda, os salários deste profissional irão aumentar até o ponto em que ninguém mais estará disposto a arcar com aquele valor. Então o que acontecerá? Passarão a contratar os recém-formados e investir em seus treinamentos? Não. Se não há engenheiro com experiência no mercado e a empresa não tem uma política pré-existente de capacitação – pela simples falta de necessidade anterior- ela irá dizer que faltam profissionais, divulgar isso nas revistas e dizer que precisam de profissionais e estes estão lá de fora. Alegando que falta mão de obra no Brasil. Mas não, não falta mão de obra aqui. Falta mão de obra treinada, lê-se, que não necessita de investimento. E esta sim, lá fora tem mais do que aqui, afinal, a Europa está em crise.

Ao conversar com uma amiga, recrutadora da área de Oléo e Gás, conversamos sobre os “altos” salários dos engenheiros e em seguida ela comentou que o principal problema é a qualificação. Ela citou o exemplo da vaga de analista de compras, que é muito difícil encontrar um engenheiro com experiência na área e inglês fluente. Particularmente, não cai bem a presença e a co-relação entre os termos fluência em inglês, experiência anterior e analista quando a vaga se destina a engenheiros. A não ser que este analista receba mais que um engenheiro júnior, o que nunca é o caso. Após sua citação, a perguntei porque eles não contratam um administrador para fazer a parte de compras. Ela me respondeu que é necessário alguém com formação técnica para esta vaga. Então esclareci para ela que “o cidadão passa 5 ou 6 anos numa faculdade de engenharia, lida com os tipos mais absurdos de professores, aprende todo o desenvolvimento da tecnologia humana até os dias atuais em sua área de atuação. Existe o CREA, existe um piso, e ESTE É O PREÇO DA FORMAÇÃO TÉCNICA.” O engenheiro é formado para aprender, desenvolver e aplicar os conhecimentos em sua área. Possui domínio das ciências bem como de suas atribuições, além da facilidade nata com números e por fim obrigatoriamente possui nível básico de inglês, porque as próprias disciplinas o exigem. Olhe bem para este profissional, agora adicione 2 anos de experiência em compras técnicas e por fim adicione mais um curso de 4 anos de inglês para ficar fluente. Qual a parte da dificuldade destes profissionais se candidatarem a uma vaga que exige o necessário para ser CEO pelo salário de um caixa de banco* não ficou clara?

O nascimento do Trainee

Não é segredo para ninguém que o nosso país passou por um período de instabilidade econômica pouco tempo atrás. Mesmo os que não eram nascidos nas época, lembram dos mais velhos contando sobre ir comprar tudo de manhã porque a tarde os preços já subiam. Como a saúde financeira e o investimento em infra-estrutura e tecnologia andam lado a lado, durante o crescimento da inflação a engenharia nacional começou a sofrer sua queda, chegando ao ápice durante a abertura do nosso mercado e a natural competição com os países estrangeiros. Assim nossa engenharia tomou um golpe violento enquanto nossos ilustres políticos não se emocionaram com a situação. Nesta época, os engenheiros se tornaram taxistas, passaram a vender suco e etc… Houve um desemprego em massa dos engenheiros, os mais bem-sucedidos foram os que conseguiram fazer seus nomes no mercado financeiro. Diante dessa realidade, a quantidade de alunos nos cursos de engenharia despencou e ninguém mais olhava nossa profissão como boa opção. Os alunos da época que não abandonaram seus cursos, optaram pela vida acadêmica como a única salvação. Os engenheiros civis foram os que menos sofreram com isso, por conta deste ramo não necessitar tanto de tecnologias e assim, não ter sofrido a competição externa. Mas sofreram o impacto pela freada econômica geral da nossa pátria também.

Mas o que isso tem a ver com os dias atuais? Tudo, porque hoje praticamente não existe engenheiro no mercado com 15 a 20 anos de experiência. Diante disso, as empresas se viram diante de um problema enorme. O que fazer agora?

Algumas passaram a tirar os aposentados da companhia dos netos com ofertas pomposas para voltarem ao trabalho, mas isso não salvou todas as empresas. Então as empresas veem uma luz no fim do túnel. Elas passam a pegar o recém-formado, investem um ano em cursos e treinamentos e outro ano em “job rotation”, os fazendo circular pelas diversas áreas da empresa. Assim, após 2 anos, as empresas agraciam estes jovens com os cargos destinados aos gerentes com 15 anos de experiência, inclusive com o salário da função de chefia. Vale ressaltar que nestes 2 anos, estes jovens não recebem o piso de engenheiro, pois estão recebendo parte deste salário em treinamento e conhecimento. Bom para as empresas e bom para os recém-formados!

No entanto, pela brasileiríssima Lei de Gérson, algumas empresas menos sérias começaram a adotar o modelo de Trainee, porém, usaram a máxima do “se aprende fazendo” e assim, consideraram desnecessários os treinamentos e colocaram o Trainee para exercer as funções de engenheiro, mas com salário de quem está aprendendo, é claro. Assim, criou-se a falácia que o engenheiro com “cheirinho de novo” é um peso morto nos primeiros anos, não gera lucro e assim, não merece o salário estipulado pelo CREA. Esse modelo de escravidão… digo… de Trainee, também passou a ser bastante conhecido no mercado pelo nome de Analista. Uma ótima forma de contratar engenheiro sem pagar o salário necessário para desfrutar da capacidade desse profissional. Outra situação comum é a exigência de inúmeras qualificações, idiomas e experiência para no cotidiano do trabalho executar atividades simples e que qualquer aluno de ensino médio seria capaz de fazer.

O que vem acontecendo

Então, um engenheiro diante disso, deveria recusar tal oferta de emprego e só aceitar cargo como engenheiro, correto? Corretíssimo… se todos os formandos em engenharia fossem solteiros, bons herdeiros e de classe média alta. Porém como essa não é a realidade, alguns se submeteram a tal situação. Estes seriam poucos e logo tudo estaria resolvido, porque isso seria em pontos isolados, correto? Novamente correto, se não fossem as revistas e jornais fazendo uma enxurrada de notícias dizendo que faltam engenheiros no país. “Engenharia é mão de obra escassa! Daremos salários de juizes para engenheiros!Engenheiro vai poder comprar sua própria ilha no Caribe!” Diante de tal situação, os cursos de engenharia lotaram, muito mais engenheiros se formaram. Mas agora caíram sem freio diante de um mercado onde a maioria das vagas são para aprender fazendo, ou seja, para Analistas ou Trainees de mentirinha. E se você é um cidadão engajado pela valorização profissional e não aceitará estas vagas, parabéns pela garra, porque tem mil se acotovelando pela vaga que você recusa.

E diante disso tudo o mercado continua: “Faltam engenheiros…”, o governo facilita a importação de profissionais, as revistas fazem matérias “comprovando” este fato, os que insistem em ficar na área em que se formaram recebem miséria enquanto se amontoam em volta de editais de concursos, e lá fora… o Brasil é o país da engenharia! As escolas de idiomas que mais viram o faturamento crescer nos últimos anos foram as de português para estrangeiros.

De toda forma, é totalmente compreensível a busca de profissionais com know-how em áreas pioneiras no país. Se determinada atividade nunca foi realizada em solo nacional, é natural que se traga o profissional do exterior. Mas esta deve ser uma prática de importação de conhecimento, não de mão de obra. O estrangeiro virá agregar e formar seus companheiros de trabalho e não substituir os engenheiros nacionais enquanto estes estão sem emprego. Porém, o que parece haver hoje é a estratégia de trazer um fast-food. Trazer os profissionais formados e prontos, que os headhunters usam como sinônimo de “qualificados”, para assumir os cargos vagos no Brasil. Então novamente impera o vício do jeitinho brasileiro, mas agora, durante o recrutamento.

*Todo respeito aos atendentes de caixa de banco. O exemplo só foi citado pela não necessidade das qualificações citadas no texto para desempenho da função.

Luciano Netto de Lima

Formando de Engenharia de Controle e Automação no CEFET/RJ

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939 Responses to Entendendo a falácia da falta de engenheiros no mercado

  1. Paulo disse:

    Obrigado. Luiz Carlos. Porém, eu penso que deveria por um ziper na boca, por que no Brasil se ficar falando, e que já andei denunciando, mas não tive retorno, é duro, assim penso que deveria parar de falar, por que não tem força, não consegue nada, Ministéiro Público já denunciei terra devolutas e não deu em nada, por que os promotores não quiseram tocar para a frente, ai desisti, isto coisa de minha familia nada a ver com engenharia, meu pai fez loteamento e foi obrigado a doar as ruas, praças e passarelas, hoje tá tudo nas mãos de terceiros, e o que fizeram: nada, as leis neste pais não funciona, quando voce faz doação para um loteamento, e não teve o resultado determinado na escritura de doação lavrada em cartório, o certo seria voltar para quem fez a doação, não ai teve dedinho de prefeitos que para ganharem votos passaram o direito a seus eleitores. Bom, eu sinceramente fico chocado em ver que o mar de lama como engenheiro, a coisa tá feia, fazem da gente o que bem entendem, não temos um órgão de proteção ao engenheiro, nada e nada, infelizmente.

  2. Primeiramente quero agradecer aos que me responderam e deixar a pergunta um pouco mais clara e específica.
    Questionei sobre estar certo, ser um ato coerente ou não a minha pretensão de com 27 anos, iniciar no curso de Engenharia Civil ou Engenharia Aeronáutica.
    Conseguirei ganhar um salário justo formando-me com 33 anos?
    Já sou formado em Publicidade e Propaganda, trabalho que me proporciona (como bem sucedido) o absurdo de salários de R$3.000,00 e caso eu seja demitido, terei que começar em outro lugar ganhando R$2.000,00 e trabalhando mais algum tempo para igualar novamente meu salário.
    Solteiro, eu vivo com R$3.000,00, agora casado e com filhos, farei o que?
    Então é isso, minha dúvida se resume em. Conseguirei emprego, me formando em engenharia civil ou aeronáutica, formando-me com 33 anos?
    Agradeço demais.

    • Carol disse:

      Não. Espero ter ajudado!

    • Frank Crema disse:

      Me formei com 34 e ainda sou da opinião de que, quem faz o seu sucesso não é a instituição que você se formou, e nem a baixa idade, quem faz seu sucesso é você. Você está e ou estará, onde você se pôs! Valeu!

    • giliard3131 disse:

      Precisa duma ART dum engenheiro aeronáutico pra tirar um avião novo da fábrica e mandar pro aeroporto?
      Qual orgão público vai exigir e fiscalizar essas ARTs?
      Quantas fábricas de aviões tem no Brasil?
      Quantos engenheiros aeronáuticos são necessários pra assinar a papelada pra cada fabrica? (a resposta dessa pergunta é 1 ou zero, isso na melhor das hipóteses supondo que o CREA vai exigir pelo menos 1 engenheiro aeronáutico pra dar emprega pra pelo menos 1 coitado que caiu no conto da engenharia aeronáutica)
      Precisa duma ART dum engenheiro aeronáutico pra fazer laudos e vistorias nos aviões?
      O governo e o CREA exigem laudos e/ou vistorias dos aviões feitos exclusivamente por engenheiros aeronáuticos???!!!

      Vc sabia que os cursos de exatas que mais tem vagas pra concurso publico são eletrotécnica e engenharia civil?

    • giliard3131 disse:

      Na Anhanguera o curso de engenharia civil a distância (semi presencial) pelo que eu vi alguns meses atrás, custava R$525,00 por mês.
      Agora, se vocês forem uns completos incompetentes e não conseguirem passar em nenhum dos muitos concursos pra engenheiros civis, pelo menos vocês vão terão a dignidade de poder assinar o projeto das suas próprias casas, porque nem isso eu com a minha merda de engenharia elétrica consegui assinar até hj.

    • Ariadina -Engenharia Química de merda disse:

      Nao. O máximo que vai conseguir é atrasar a sua vida 5 anos em uma faculdade

  3. Engenheiro Eletricista disse:

    É,realmente isso é um círculo vicioso, mas a solução já foi dada! Vou ser caixa de banco! Não precisa passar horas em cima de formulas, horas de estudo sem fim para chegar no final e levar um susto ao abrir os olhos, sim é triste, mas quando isso acontecer vai desejar que seja apenas um cruel pesadelo!

    • Aldair E. F. Jr disse:

      Pessoal:
      A todo Eng. Eletricista, todo Tec Eletrotécnico e todos demais engenheiros, tecnólogos e técnicos:
      Voltando ao tema, pois vivemos numa espiral, o mundo dá voltas e estamos sempre desconfiando que “… já vi isso antes … ?”.
      Então, “Mais do mesmo”: Pensando bem, esse pessoal do CNI está procurando Super-heróis ou ETs, não acham? Cada conclusão ridícula…, senão, vejamos:

      https://br.financas.yahoo.com/noticias/cni-6-10-engenheiros-trabalham-213300298.html

      • giliard3131 disse:

        “(…)a CNI defende mudanças nos cursos de engenharia. Uma das sugestões é a inclusão de disciplinas no currículo de experiências práticas para que haja uma aderência do ensino às demandas da indústria, semelhante ao que ocorre com a residência em medicina. (…)”

        Boa ideia, põe o pessoal da eletrica no chão de fábrica, dai eles veem o pessoal da mecânica tendo aulas de adequação de máquinas à NR-12, e da cara eles ficam sabendo que os engenheiros eletricistas não podem por a mão nessas coisas.
        É bom cair na real o mais rápido possivel, melhor ainda é cair fora da engenharia elétrica antes de se formar.

  4. giliard3131 disse:

    AVISO

    1-Os engenheiros civis de Santa Catarina continuam assinado projeto e execução de instalações elétrica em baixa tensão sem nenhuma restrição de carga, ao invés de marcar a carga instalada nas ARTs eles substituem este valor pelo valor dos metros quadrados totais da edificação. Simplesmente na ART troca-se o quilo watt (código 41) por metros quadrados (código 14).

    2-Os engenheiros civis de Santa Catarina continuam assinando projeto e execução de para-raios, eles recebem um aviso em vermelho no CREA-NET dizendo “(…)não é recomendável(…)” mas mesmo assim no final a ART é liberada.

    • Frank Crema disse:

      Que tipo de atitude você já tomou?

      • giliard3131 disse:

        Olha cara, mesmo que eu fosse um mestre ou doutor em engenharia elétrica e ganhasse de 12 mil a 17,1 mil reais por mês, pra ar aula fazendo pose de “dotô” na frente dos alunos da elétrica, mesmo assim, mesmo com o ** cheio de dinheiro, eu não faria nada, porque nessa minha vida eu ja contratei 3 advogados diferentes pra 3 causas diferentes e os 3 eram estelionatários de ultimo nivel, a ultima advogada que eu contratei escreveu um monte de merda no processo, e no dia da audiência a vagabunda nem apareceu, e a meretíssima juíza ao invés de dar ordem de prisão e mandar a policia atrás dela, só ficava tentando encerrar o processo o mais rápido possível.
        NÃO ESTOU DIZENDO QUE TODOS OS ADVOGADOS DE SC SÃO ESTELIONATÁRIOS, MAS TODOS OS 3 FDP QUE EU CONTRATEI ERAM ESTELIONATÁRIOS.
        PRA PEGAR O DINHEIRO DA GENTE ELES SAPATEIAM, DÃO TAPA NA MESA, FALAM QUE PINTAM E BORDÃO, QUE SÃO OS TAIS, QUE FAZEM E ACONTECEM, MAS NA VERDADE ERAM TODOS OS 3 ESTELIONATáRIOS, E CRIMINOSOS.
        Até na OAB eu fui tentar registrar uma queixa, mas eles só ficam olhando pra cara da gente e rindo, não fazem nada, a OAB é uma m.. inútil, que só serve pra ficar aplicando provinha pra impedir os novos advogados de trabalharem, só isso, mais nada. É um bando de inúteis.

        E tem que ver que fim levou a ABEE, acho que eles nem existe mais, e dai acho que ja fudeu com tudo

        Mas bem que o Governo poderia pagar uma engenharia civil pros eng eletricistas e pros eng mecânicos, nem que fosse a distancia semi presencial, e eu tb acho injusto um eng civil poder assinar os códigos da elétrica e da mecânica e outro não, se é pra abrir as pernas tem que liberar pra todo mundo. Ou será que o CREA funciona no sistema AOS AMIGOS TUDO, PROS INIMIGOS A LEI.
        Eu já vi engenheiros civis dentro da res.218 assinando tudo e dizendo que tinham feitos varios cursos regulares e que tavam na res.1010, mas quando eu fui no site do CREA eu vi que eles ainda tava na 218, e ai? como fica?
        AOS AMIGOS TUDO, PROS INIMIGOS A LEI?
        Se tá abrindo as pernas pra um grupinho de engenheiros civis tem que abrir todo mundo.

  5. Biscoito ou bolacha, nem lembro mais disse:

    Pelo menos não tem um “mais engenheiros” ainda…

    • Aldair E. F. Jr disse:

      Infelizmente, na forma do “Mais Médicos”, não. Qual o salário do Mais Médico? R$ 10.000!
      Qual engenheiro não aceitaria esse contrato?

      Pois os médicos brasileiros NÃO! Quase nenhum médico brasileiro aceita isso. Qualquer médico, ainda fazendo residência, tira 50% a mais, por baixo, só fazendo plantões e ainda recebe a bolsa da residência.

      Aposto q se tivesse um “Mais Engenheiros” com esse salário, ia ter fila na calçada, dois dias antes de abrirem inscrições. Seja pra qq lugar do país q mandassem o pobre engenheiro.

      Agora, o q está acontecendo é q tem uma multidão de engenheiros estrangeiros, principalmente europeus, entrando no país, o CONFEA dando visto sem nunca pedirem revalidação de diploma. E o pior é q que nenhum sindicato, MPT ou o próprio MTE se manifesta.

      Esse sim é o verdadeiro assunto levantado no artigo desse tópico: “A falácia da falta de engenheiros no mercado”. Dizem isso e por isso trazem levas de engenheiros europeus, principalmente por quê lá estão desempregados.

  6. Paulo disse:

    Os médicos cubanos, recebem R$ 1.600,00 por mês o resto é enviado para Cuba, num acordo Brasil-Cuba, houve de terem um aumento de R$ 400,00. E como isto é baixo demais, usaram o Brasil como ponte para migrarem para o EUA. Veja o que me aconteceu ontem, uma firma pede uma ART de instalação de gerador, tratei um valor de ganho referente a montagem e instalação, num valor módico, e para minha surpresa, após ter colocado a empresa contratada, que tem registro no CREA, depois que fiz a ART, disseram: – a acho melhor por o valor da obra, é o correto. Pois bem, ai eu usei de forma correta uma equação que resulta no valor de honorário em função do valor da obra, já que o meu valor de honorário era em base de uma oferta minha, não gostaram, queriam então mostrar para o cliente deles (contratante meu de inicio era o cliente deles), ai apresentei o valor em 14x o valor inicial (de acordo com tabela de honorários para engenheiros), de um engenheiro avulso, para uma empresa registrada no CREA, que não tem engenheiro registrado, e ai veio a surpresa maior: – se informaram com o CREA, para manter o valor inicial que ofertei, só que a empresa registrada no CREA virou contratante (a contratante deles – cliente deles sumiu na ART, ficou só o endereço da obra do cliente deles), por que assim o valor do honorário do engenheiro na forma inicial, não seria o tabelado em 14x mais. Ai percebeu-se que o CREA dita as regras como querem a favor das empresas, e os engenheiros ficam marginalizados a ganhar o mínimo necessário, quer dizer que a tabela de honorário é uma furada, isto funciona para quem, neste pais? E, de tantas andanças nos CREA´s, voce tem razão ao afirmar que os engenheiros estrangeiros são recebidos de braços abertos, para os CREA por que parece que querem os estrangeiros ao invés dos engenheiros brasileiros, e tenho testemunhos que nos CREA´s são de imediato aprovados e os brasileiros são levados a perderem terreno, algum tipo de acordo internacional deve haver entre os países que ditam e mandam nos CREA´s, é o que podemos pressupor perante que nós engenheiros são tolidos de direitos e de trabalhos, nos diminuem, ou seja nos tiram nosso ganha pão, quando pagamos anuidades e todas as taxas das ART´s.

    • Aldair E. F. Jr disse:

      Por essas e outras que devemos apoiar a iniciativa, já lançada aqui por outros colegas, de criação de um conselho específico para a área de elétrica, outro para área de mecânica, assim como os químicos, anteriormente, e os arquitetos, recentemente criaram os seus.
      Parece que esse sistema CONFEA/CREAs, no modelo atual, está mais para cartório patrimonialista do que para orgão público de controle e proteção dos profissionais e da sociedade, principalmente.

      • LUIZ SERGIO disse:

        “Por essas e outras que devemos apoiar a iniciativa, já lançada aqui por outros colegas, de criação de um conselho específico para a área de elétrica, outro para área de mecânica, assim como os químicos, anteriormente, e os arquitetos, recentemente criaram os seus.
        Parece que esse sistema CONFEA/CREAs, no modelo atual, está mais para cartório patrimonialista do que para orgão público de controle e proteção dos profissionais e da sociedade, principalmente”.

        PREZADOS,

        Eu lancei esta ideia aqui neste fórum, só que não consegui fazer da idéia uma ação pratica. Ninguem quer sair da toca e ir a luta. Estamos num ano eleitoral e vamos perder a melhor epoca para isso, pois os políticos estão vendendo a mãe para se eleger. e dependemos deles para criar os conselhos.

      • José Fernando B. Arantes disse:

        Já me cadastrei no link https://www.cfee.eng.br relacionado à criação deste conselho. Recomendo que TODOS os Engenheiros Eletricistas deste país cadastrem-se e repassem o link. Devemos aproveitar como já mencionado o ano eleitoral para pressionar.
        Eng. Eletr. José Fernando B. Arantes

      • LUIZ SERGIO disse:

        Prezados,

        Eu também me cadastrei no CFEE, mas gostaria de deixar meu testemunho, pois até hoje NÃO VI NADA DE CONCRETO em prol da causa.
        Não vi matérias nos jornais, não vi petições a políticos, nada.
        Eu desafio alguém a me mostrar o contrário. Eu pedi aqui neste espaço que todos escrevessem a políticos, pedi a todos que enviassem e-mails ao CONFEA cobrando uma posição sobre denuncias que fiz sobre fraudes de licitações envolvendo engenheiros civis e…NADA.

  7. Rafael disse:

    Da para concluir com todo este descontentamento que atualmente não é boa ideia cursar engenharia? A pergunta é simples, mas sei que envolve várias questões.

    • Sofia disse:

      Vou te contar um caso, sou engenheira civil, funcionária pública. Recentemente viajei a trabalho e fiquei conversando com um médico, João, sentado na poltrona do lado. Seu filho, Pedro, é engenheiro mecanico recém-formado, ingles e alemão fluente, formado em faculdade de primeira linha. Atualmente trabalha em São Paulo capital e ganha R$ 5.000 por mês (sim, abaixo do piso com características acima da média). João é casado com Maria, que também é médica, ou seja, os dois tem um salario alto como médicos além da fazenda de boi. Pedro estava insatisfeito com o trabalho: muita pressão e muitas viagens a trabalho. João fez uma planilha orçamentária: de Pedro ficar seis anos sem trabalhar e eu pagar faculdade, acrescentou o salário no final de carreira de engenheiro, o salario medio de um médico. No final analisou o que é mais lucrativo: Pedro continuar na engenharia mecânica ou fazer medicina. A conclusão foi que Pedro pediu demissão e está fazendo cursinho. Aos 24 anos, com um diploma de engenheiro mecânico, vai abandonar tudo para fazer medicina.
      Resumindo: se você pensar apenas financeiramente, não faça engenharia, faça medicina!

      • LUIZ SERGIO disse:

        Eu estou com um caso parecido na família. Acho que são coisas diferentes. Tem que fazer algo que gosta, que lhe realiza. O dinheiro vem depois, pois não adianta ganhar muito e ser infeliz.
        A minha luta é para mostrar que a engenharia no Brasil está sem prumo e sem rumo. O CONFEA foi dominado por eng. civis que tornaram as outras simples complementos.

      • Paulo disse:

        Anúncios assim, deveriam ser notificado pelo CREA e retirado, por que se mostra que colocam os engenheiros com menos de um salário minimo.

        http://www.empregos.com.br/vagas/engenheiro/diadema/sp/3500173?4126423&utm_source=Indeed&utm_medium=cpc&utm_campaign=Indeed

      • Paulo disse:

        Alemanha busca engenheiros do Brasil para suprir escassez

        Por Valor Econômico 22/12/2011

        Embora o mercado esteja aquecido para os engenheiros no Brasil, há profissionais optando por sair do País para fazer carreira na Alemanha. Dados levantados pela Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha mostram que faltam de 77 mil engenheiros atualmente no país europeu. A maior escassez, segundo Edgar Horny, presidente da associação, está na indústria mecânica e nas montadoras (32 mil). Também há grande déficit no setor elétrico (18 mil) e na construção civil (9 mil).

        Ir para a Alemanha neste momento pode ser positivo para o desenvolvimento da carreira de um engenheiro, mas não há perspectiva de ganhos financeiros elevados. Sönke Böge, diretor da consultoria de recrutamento executivo Boyden, afirma que a grande vantagem de trabalhar no país é se aperfeiçoar e aprender técnicas avançadas. “A engenharia alemã está salvando o país da crise. A tecnologia desenvolvida lá nesse segmento é inovadora”, diz.

        Segundo o consultor, os salários dos engenheiros nos primeiros cinco anos de formados são equivalentes no Brasil e na Alemanha. Mas, para os mais experientes, com mais de cinco anos de mercado, a remuneração aqui é entre 20% e 40% superior. “Vale a pena ir para lá no início da carreira para aprender e ganhar experiência. Depois de algum tempo, porém, é mais vantajoso financeiramente trabalhar no Brasil”, diz.

        Formado em engenharia de controle e automação industrial pela Universidade Federal de Santa Catarina, Rodrigo Isleb decidiu começar sua carreira no país germânico. Em 2007, prestes a concluir a graduação, ele foi para a Alemanha desenvolver seu projeto de conclusão de curso. Ao terminar a faculdade, recebeu algumas ofertas de trabalho para permanecer no país. Aceitou o convite feito pela Nestlé, onde ficou até abril de 2011, envolvido com a construção de uma nova fábrica para a produção de leite em pó.

        Como tinha propostas de trabalho na Europa, Isleb nem pensou em começar sua carreira no Brasil. “Queria ter uma experiência profissional internacional forte e achei que conseguiria um bom aprendizado trabalhando na Alemanha”, afirma. Após concluir a implementação da fábrica da Nestlé, Isleb recebeu uma nova proposta de trabalho e, desde março deste ano, atua como consultor na Altran.

        Sediado em Ingolstadt, no Sul da Alemanha, o executivo trabalha atualmente no planejamento de uma nova fábrica da Audi na Hungria. Agora, com 33 anos e após alcançar ampla experiência no exterior, Isleb não descarta regressar ao Brasil. “Ainda não comecei um movimento de retorno, mas estou atento aos investimentos recebidos pelo país para construção de novas fábricas. Essa é a minha área de atuação”, ressalta.

        Böge, da Boyden, afirma que os brasileiros são bem recebidos para trabalhar na Alemanha, mas ressalta que é importante saber pelo menos um pouco do idioma local para se candidatar a uma vaga. “Encontrar um trabalho lá sem falar a língua deles é muito difícil”, diz. Isleb concorda. O executivo, que já sabia alguma coisa do idioma quando decidiu se mudar, conta que usa o alemão na empresa desde o primeiro dia de trabalho. “Não é preciso ser fluente, mas é fundamental saber se comunicar na língua deles”, afirma Isleb, que diz ter levado dois anos para dominar o idioma.

        A falta de engenheiros na Alemanha também fez com que Robinson Silva, 32 anos, deixasse Campinas rumo à Europa. Cerca de um ano atrás, a Bosch precisava de alguém para ocupar o cargo de gerente de produtos da divisão de reposição automotiva na sede da companhia, na Alemanha. A vaga foi anunciada para todos os funcionários da empresa no mundo e ele foi considerado o mais preparado para ocupar o cargo. “Os profissionais brasileiros se destacam na área de gerenciamento de produtos. Enquanto na Alemanha os engenheiros trabalham focados no desenvolvimento de novas tecnologias, os brasileiros têm uma visão mais sistêmica dos produtos e do mercado”, afirma Fabio Amaral, gerente de recursos humanos da Bosch.

        Silva foi para a matriz justamente para direcionar o departamento mais para o mercado, redefinindo a forma como os produtos são oferecidos aos clientes. “A vaga tinha como pré-requisito alguém que entendesse bem as necessidades dos clientes. Nós, que trabalhamos no Brasil, atuamos naturalmente dessa maneira”, explica Silva.

        O executivo revela que sua transferência para a Alemanha não trouxe benefícios financeiros. O que pesou na decisão, segundo ele, foi a oportunidade de se desenvolver profissionalmente e de proporcionar uma experiência internacional para suas duas filhas, de 11 e 5 anos. “Recebi apenas uma correção de salário para manter o mesmo padrão de vida que tinha no Brasil, além de auxílio para moradia e educação das meninas.”

        Silva ingressou na Bosch como estagiário, enquanto ainda cursava a escola técnica. Foi efetivado e ali traçou sua carreira com a conclusão da faculdade de engenharia. Hoje, avalia que a experiência adquirida no chão de fábrica pesou na escolha da companhia para expatriá-lo. “Depois da faculdade, fui direcionado para a área de marketing de produto. Tenho um conhecimento técnico dos produtos que desenvolvemos e também comercial”, afirma.

        A expatriação de brasileiros para a Alemanha é algo comum na Bosch. Em 2010, a unidade brasileira enviou 93 funcionários para o exterior. Neste ano, foram 99. Amaral explica que o intercâmbio de profissionais é muito valorizado pela companhia como forma de ampliar o entendimento de outras culturas e estilos de trabalho, além de estabelecer uma rede internacional de contatos e aprender a trabalhar com sucesso em um ambiente diferente.

        “A experiência dos engenheiros na Alemanha também é uma ótima forma de capacitação, já que é na matriz que são desenvolvidas as principais tecnologias que, posteriormente, chegam no resto do mundo”, afirma o gerente de RH da Bosch.

        http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/8651-alemanha-busca-engenheiros-do-brasil-para-suprir-escassez

      • Paulo disse:

        Tenho lido de outros grupos que emergem tendências de que algo deva ser feito com urgência, vide o site em que pude ler de outros engenheiros em outros estados em:

        http://www.eniopadilha.com.br/artigo/31/por-que-odiamos-tanto-o-crea-#comentarios

      • Gustavo disse:

        R$ 5 mil/ mês? O Pedrinho esteve bem! Eu fiz mecânica na usp, atualmente cursando mestrado-seguro-desemprego, com sua bolsa cnpq 1500 conto. Sou velho (28 anos) pois vim de família pobre e fui operário antes da faculdade.

  8. giliard3131 disse:

    Preciso de ajuda, ou algum conselho, ou alguma dica, porque saiu o novo manual de preechimento de ART do CREA-SC e apareceram novos códigos pra dar aula das NRs do MTE, dai eu testei o código g0202 que corresponde ao curso e a emissão de diplomas de NR10 e apareceu a seguinte msg:

    http://postimg.org/image/lwxu125od/

    O CREA-SC não autoriza mais os engenheiros eletricistas a assinarem os diplomas de NR10.
    Só que sem o diploma de NR10 não da nem pra pisar no chão de fábrica.Agora vai ser um efeito dómino de desemprego dos engenheiros eletricistas.

    • LUIZ SERGIO disse:

      “O CREA-SC não autoriza mais os engenheiros eletricistas a assinarem os diplomas de NR10.”
      Como assim?????
      E quem vai assinar????
      Isso não existe. É piada???
      É caso para denuncia no ministério público federal e no CONFEA(que não vai fazer nada)

      • Aldair Ferreira Jr disse:

        Se for para pensar em dinheiro, não faça NADA além de Medicina.

        Viram o Mais Médicos? São 10 mil de bolsa além de despesas de transferência e acomodações iniciais pagas, mas NENHUM médico brasileiro quis. Recém formados, eles ganham quase o dobro. Não dá pra competir. Quem gosta, é uma boa. Agora, vamos voltar a falar de engenharia… E, pelo que sei, e q está escrito na NR-10, quem ministra curso de NR-10 é o formado em eletrotécnica, superior ou médio. Talvez, quem assine o diploma, seja o chefe do instrutor, não é isso?

      • LUIZ SERGIO disse:

        “…quem ministra curso de NR-10 é o formado em eletrotécnica, superior ou médio. Talvez, quem assine o diploma, seja o chefe do instrutor, não é isso?”

        Srs., Quem assina o diploma e/ou certificado é o INSTRUTOR, um engenheiro eletricista. Se fou uma empresa que esteja patrocinando o curso, ai pode se quiser aparecer assinar o dono, ou o diretor, etc. MAS O QUE VALE É O INSTRUTOR COM O CREA.
        O CREA DE SC está passando por cima da lei e os cordeiros estão deixando.

      • Aldair E. F. Jr disse:

        Se o CREA-SC é assim, melhor mudar mesmo. As vezes não vale a pena dar murro em ponta de faca.
        Quem sabe, estudar medicina?
        Só o que eu sei é que é muito difícil as coisas mudarem nesse país.

      • LUIZ SERGIO disse:

        Pelo contrário, se o CREA-SC é assim é melhor botar a boca no mundo. Procurar a imprensa o MPF , etc.
        Onde foi que vocês aprenderam a serem cordeiros?

    • giliard3131 disse:

      Lista geral dos códigos que provavelmente nenhum engenheiro eletricista e nenhum engenheiro mecanico de SC assina mas são códigos necessarios pra qualquer empresa de engenharia elétrica ou mecanica funcionar:

      Inventário de Máquinas e Equipamentos – NR 12 (esse serviço é popularmente chamado de “adequação de maquinas pela NR-12″)
      código: G2128

      Capacitação de Trabalhadores em Instalações e Serviços em Eletricidade – NR-10
      código: G0202

      Capacitação de Trabalhadores em Espaços Confinados – NR-33
      código: G0204

      Capacitação de Trabalhadores em Altura – NR-35
      código: G0205

      Capacitação de Operadores de Máquinas e Equipamentos – NR 12
      código: G0203

      Trabalho em Altura – NR 35
      código: G2130

      Trabalho em Espaços Confinados – NR 33
      código: G2129

      Vejam que esqueceram o código da adequação de instalações pela NR10 hahahaha, tavam com tanta pressa que pularam um item, mas ano que vem vai aparecer um novo código pra esse serviço e com certeza nenhum engenheiro eletricista de SC vai assinar esse código.

  9. Paulo disse:

    O portal do CREA do RS não está no ar, ou seja, não nos comunicam, e as obras esperam!!!!

  10. giliard3131 disse:

    me digam uma coisa, isso aqui é ou não é um laudo (perícia)?
    é uma vistoria? um parecer?

    http://postimg.org/image/yi7rgzpcr/

    confiram o que diz o site do CREA-SP:

    http://www.creasp.org.br/perguntas-frequentes/eletricista

    “(…)3. Sou Técnico em Eletroeletrônica e “sócio contribuinte”. Posso projetar, executar e emitir laudos técnicos de serviços elétricos, eletrônicos e para-raios?

    Informamos que os Técnicos de Nível Médio não têm competência legal para emitir laudos técnicos de qualquer natureza (Decreto Federal n° 90.922/85). A matéria está disciplinada pela Decisão Normativa nº 70 do Confea que estabelece:

    “Consideram-se habilitados a exercer as atividades de projeto, instalação e manutenção de SPDA, os profissionais relacionados nos itens I a VII e as atividades de laudo, perícia e parecer os profissionais dos itens I a VI:

    I – engenheiro eletricista;
    II – engenheiro de computação;
    III – engenheiro mecânico–eletricista;
    IV – engenheiro de produção, modalidade eletricista;
    V – engenheiros de operação, modalidade eletricista;
    VI – tecnólogo na área de engenharia elétrica, e
    VII – técnico industrial, modalidade eletrotécnica.(…)”

  11. mauro disse:

    Caros Colegas, aproveitem os seus conhecimentos abram uma empresa e vão colocar em prática o que vocês sabem fazer, não esperem (pelo menos no Brasil) que as empresas valorizem suas profissões, pois se elas não precisassem pagar as ART´s os Engenheiros não seriam contratados, o que esperar das empresas em que seus proprietários somente se interessam pelo faturamento sem investir na capacitação de seus funcionários ? , vocês tem condições de abrirem empresas e faturarem 10 vezes o que o mercado paga para vocês. Hoje estou com 50 anos, dos quais 30 anos no mercado trabalhando com sistemas de refrigeração, ar-condicionado, sistema de ventilação e exaustão, elétrica, tudo que sei aprendi na prática executando obras, hoje posso dizer que sou um autodidata, pois faço projetos de máquinas em auto-cad, faço a montagem e instalação tanto elétrica como mecânica, cálculos etc.,estou pensando em cursar uma faculdade de Engenharia Mecânica pois hoje a maioria das empresas pedem ART, ai tenho que recorrer aos engenheiros de plantão que só fazem isso, assinar ART´s . Muitos deles nem se quer sabe que tipo de projeto esta assinando e se responsabilizando.
    Na minha empresa já tive dois engenheiros, sendo que eram recém formados, ensinei tudo que aprendi nos meus 30 anos em 1 ano para eles, não tive como mante-los na empresa pois o valor dos salários aumentou muito, hoje eles tem suas empresas e estão muito bem no mercado.
    O que posso dizer a vocês é que um Profissional formado na faculdade é meio Profissional e um Profissional formado no campo sem instruções acadêmica e meio Profissional, juntando os dois tipos de Profissional torna-se um Profissional Completo. Portanto se algum Engenheiro recém formado quiser ser Um Profissional completo, abra mão do salário base de Engenheiro aceite o desafio aprenda tudo o que a empresa pode te oferecer e depois você pode abrir a sua própria empresa, é que nem o siclo de Carnot, na teoria é uma coisa mas na prática sempre a uma perda. Boa sorte aos recém formados e aos formados já experientes pensem em voar sozinhos, vocês vão se surpreenderem.

    abraço a todos

    • Bruno Oliveira disse:

      É com pessoas assim que devo pegar referências.
      Se for de bom grado, me mando por favor seu contato (e-mail) ou Facebook para mais alguns questionamentos, sou novo na engenharia e tenho 6 meses para tomas algumas importantes decisões referentes à minha profissão.

  12. giliard3131 disse:

    Porque as empresas PRIVADAS não contratam técnicos em eletrotécnica com diploma e registro?

    Porque as empresas PRIVADAS não contratam técnicos em eletrônica com diploma e registro?

    Porque as empresas PRIVADAS não contratam técnicos em edificações com diploma e registro?

    Porque as empresas PRIVADAS não contratam técnicos em telecomunicações com diploma e registro?

    A resposta é simples, quando um fiscal do CREA chega numa empresa PRIVADA os “Procedimentos Preliminares” ensinam que se deve pedir somente o nome do responsavel técnico, não esta escrito em nenhuma norma do CREa / CONFEA que se deve pedir o nome e o registro no CREA de todos os funcionários do quadro técnico.

    Fonte: Art. 5º da RESOLUÇÃO Nº 1.008, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2004

    “(…)O relatório de fiscalização deve conter, pelo menos, as seguintes informações:
    I-data de emissão, nome completo, matrícula e assinatura do agente fiscal;
    II-nome e endereço completos da pessoa física ou jurídica fiscalizada, incluindo,
    se possível, CPF ou CNPJ;
    III-identificação da obra, serviço ou empreendimento, com informação sobre o
    nome e endereço do executor, descrição detalhada da atividade desenvolvida e dados necessários para sua caracterização, tais como fase, natureza e quantificação;
    IV-nome completo, título profissional e número de registro no Crea do responsável técnico, quando for o caso;
    V-identificação das Anotações de Responsabilidade Técnica–ARTs relativas às atividades desenvolvidas, se houver;
    VI–informações acerca da participação efetiva do responsável técnico na execução da obra, serviço ou empreendimento, quando for o caso;
    VII-descrição minuciosa dos fatos que configurem infração à legislação profissional; e
    VIII–identificação do responsável pelas informações, incluindo nome completo e
    função exercida na obra, serviço ou empreendimento, se for o caso.
    Parágrafo único. O agente fiscal deve recorrer ao banco de dados do Crea para
    complementar as informações do relatório de fiscalização.(…)”

    Isso convem aos engenheiros civis e arquitetos que enchem as obras de pseudo-técnicos e pseudo-engenheiros.
    É obviu que os engenheiros civis e arquitetos querem muito que essa bagunça aumente, vejam que o que é da engenharia civil ngm bota a mão exceto eles mesmos, e o que é da elétrica ou da mecânica todo mundo bota a mão.

    Aqui tem um exemplo:

    http://postimg.org/image/8x2mtyf49/

    Laudo de hidrante é serviço de engenheiro mecânico, é por este motivo que todo mundo consegue fazer laudo de hidrante, a regra deles é simples o que pertence aos engenheiros civis, ninguem bota a mão exceto eles mesmo, o que NÃO pertence aos engenheiros civis todo mundo pode fazer.

    E tem mais uma coisa, técnico não pode fazer laudo!!! Vejam o Decreto Federal n° 90.922/85

  13. Márcio disse:

    A falta de engenheiros no Brasil pode ser explicada de outra forma: O país não cresceu o suficiente para absorver os profissionais de P&D e o CREA criou uma reserva de mercado que legitima engenheiros a realizar funções técnicas por meio das famosas atribuições.

    O que está acontecendo hoje em dia é que há milhões de técnicos e tecnólogos ultra especializados que recebem salários muito baixos se comparados aos de engenheiros que exercem mediocremente funções técnicas e de tecnólogos. Tudo por causa da reserva de mercado e falta de regulamentações que permitam ao empresário poder ao menos optar pelo melhor profissional para sua demanda.

    Isso é exemplificado levando-se em consideração o caso dos arquitetos que tiveram de se desvincular do inútil CREA para criarem seu próprio orgão e terem direito de assinar plantas.

    O mesmo ocorre com tecnólogos e técnicos: A gurizada se forma e quando sai logo vai ao CREA para se tornar um Técnico DO crea. Uma instituição inútil, que possue claro conflito de interesses com outras àreas e que prejudicou muito estes profissionais com sua cínica reserva de mercado para beneficiar os mais fracos formando da engenharia.

    Quando vejo engenheiros falarem que seu “serviço” é assinar laudos de hidrantes sinto ânsias de vômito, ponham a mão na consciência e aguardem a criação do CRTT – Conselho Regional de Técnicos e Tecnólogos. As funções que podem ser exercidas por diferentes focos de formação devem dar liberdade ao empregador ao invéz de obrigalo a contratar um presunçoso, como infelizmente vocês sabem que existem- e até demais.

    E fica a sugestão de cobrarem do CREA uma prova para comprovação das capacidades, como existe na OAB, por exemplo.

    • Aldair E. F. Jr disse:

      A sugestão de criar-se uma prova de suficiência de conhecimentos, nos moldes do exame da OAB, isso sim, pode ser considerada uma criação de reserva de mercado. Entendo que a OAB extrapola sua função, exigindo essa prova. Quem deve dizer se o cara é engenheiro ou não, ou advogado ou não, no exemplo da OAB, deve ser o sistema de ensino, através do MEC. Isso sim é garantia de direitos iguais.

      A sugestão de criação de conselhos profissionais distintos para cada área profissional, nos moldes dos CAU´s, isso sim deve ser objeto de esforço e discussão nas diversas categorias, visto que o CREA privilegia alguns grupos, conforme reclamação geral nos comentários desse BLOG.

      Afinal de contas, existe ou não essa carência de engenheiros no Brasil? A carência é tão grande assim que precisamos importar tantos engenheiros europeus?

  14. Aldair E. F. Jr disse:

    “José Fernando B. Arantes disse:
    9 de agosto de 2014 às 2:01 pm

    Já me cadastrei no link https://www.cfee.eng.br relacionado à criação deste conselho. Recomendo que TODOS os Engenheiros Eletricistas deste país cadastrem-se e repassem o link. Devemos aproveitar como já mencionado o ano eleitoral para pressionar.

    Eng. Eletr. José Fernando B. Arantes”

    Boa medida! Apoiado! Longa vida e sucesso ao CFEE!

    Pelo menos mais um foro de discussão e debate.

    Saudações a todos.

    • giliard3131 disse:

      Poisé, pegando como exemplo os “eletricistas”, no caso dos eletrotécnicos, temos que ver se esta escrito na carteira de trabalho a profissão de eletrotécnico, tem que ver a CBO do Ministério do Trabalho e Emprego.
      A CBO dos eletrotécnicos é 03405 na lista que saiu em 1994, e 3131-05 na lista que saiu em ano de 2002.
      Como a resolução 1008 do CREA (resolução feita especialmente pra agradar os engenheiros civis que enchem as obras de pseudo-técnicos e pseudo-engenheiros eletricistas e mecânicos) só manda perguntar quem é o RESPONSAVEL TÉCNICO, a gente sabe que o CREA/CONFEA não fiscaliza o QUADRO TÉCNICO das empresas.
      Dai quando um “eletricista” faz uma manobra e vira torrada, quem banca a bagunça é o INSS e os hospitais públicos.
      Menos de 5 minutinhos após a eletrocução eles enchem o local do acidente de fitas amarelas e placas onde se lê “ALTA TENSÃO – NÃO ULTRAPASSE – LOCAL RESTRITO A FUNCIONARIOS DA ÁREA DA ELETROTÉCNICA”, contratam bons advogados que vão mostrar que na carteira de trabalho falta o código da CBO dos eletrotécnicos, e o juiz ingênuo que pensa que o CREA/CONFEA fiscaliza alguma coisa, acredita na empresa e acha que o difunto-torrada era um curioso que botou a mão onde não devia.

      SUGIRO AO PESSOAL DA FOLHA QUE PESQUISEM MELHOR OS ASUNTOS RELACIONADOS AO CREA/CONFEA, ANTES DE SAIR ESCREVENDO QUALQUER COISA, APOSTO QUE VOCÊS NEM SABIAM QUE EXISTE UMA LISTA CHAMADA “CBO”.
      MESMO ASSIM VALEU PELA AJUDA, 1 ABRAÇO.

    • giliard3131 disse:

      Até as empresas públicas, quando administradas por engenheiros civis, colocam pessoas de nivel médio pra realizar o trabalho de engenheiros elétricistas:

      “(…)2.2. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES INERENTES AOS CARGOS.
      2.2.1 ASSISTENTE OPERACIONAL(…)”

      “(…)Executar manutenção programada e de emergência em redes de energia elétrica, aéreas ou subterrâneas, energizadas ou não, efetuando o reparo ou a substituição de equipamentos, acessórios e materiais danificados, limpeza de faixa, corte e poda de árvore.(…)”

      “(…)Coordenar e participar de projetos e equipes de trabalho.(…)” <<— os projetos são para distribuição de energia, com baixa e ALTA TENSÃO. Alta tensão é atribuição exclusiva dos engenheiros eletricistas.

      "(…)REQUISITOS
      Ensino Médio Completo. Carteira Nacional de Habilitação Categoria C.(…)"

      http://2013celesc.fepese.org.br/?go=edital&mn=1151b3eab3b069d5112ccae1943307c4&edital=1

  15. giliard3131 disse:

    Olha ai gente, no site do SENAI esta escrito que o cursinho deles substitui a engenharia elétrica e mecânica, que eles chamam de “FACULDADE”:

    Curso Técnico Profissionalizante
    O Curso Técnico Profissionalizante é uma opção para quem já fez todo o Ensino Médio e mesmo assim ainda quer fazer um curso técnico. Ele entra na vida do aluno justamente na época da faculdade, substituindo a mesma.
    É uma boa opção para quem quer entrar rapidamente no Mercado de Trabalho (mais rápido que uma faculdade), embora tenha a vantagem de durar menos tempo, a desvantagem do curso técnico profissionalizante em relação a faculdade é que a formação é mais simples.
    O Curso de aprendizagem industrial é a ação regimental do Sistema S (SENAI, SENAC, SENAR, SENAT), caracterizada por programas de formação profissional, de acordo com a Lei n.º 10.097/00, destinada a jovens de 14 a 24 anos.

    http://www.sp.senai.br/portal/saojosedoscampos/conteudo/duvidas_frequentes.pdf

    • Paulo disse:

      Solicitei apresentarem certificado de que o aluno saiu registrado pelo MEC, e obteve credencial no CREA. Por dizerem que pode (!!!). Veja pode (!!!), é muito vago. Não souberam informar com precisão. Curso de segurança do trabalho, à nível de pós graduação.

  16. José Marciano Freitas disse:

    Diante do descrito acima hoje e em varias ocasiões é necessario que os Engenheiros Eletricistas criem seu proprio conselho.
    Gerido e administrado por nos Engenheiros Eletricistas.
    Abs.
    Freitas.

    • LUIZ SERGIO disse:

      Estou falando isso há meses. Já propus aqui neste fórum uma campanha. Quem topou? Ninguem. O conselho federal de engenharia elétrica não vai cair do céu. Eu estou lutando aqui na Bahia sozinho contra o CREA e o CONFEA. Tenho uma denuncia no MPF e um inquérito policial na PF contra 5 engenheiros e o CONFEA.
      E VOCÊS??????????

      • Luiz Carlos Ramos Cruz disse:

        Confesso que ainda estou formando opinião sobre o conselho próprio , porém Informo que já existe uma proposição para a criação do Conselho – Acessem http://www.cfee.eng.br.

      • Aldair Ferreira Jr disse:

        Acho que o melhor seria um conselho profissional para cada área, como já fizeram os arquitetos e como podem fazer os eng. químicos, que podem optar pelo CRQ. Se o movimento dos eletricistas ainda está pequeno, devemos torcer para que os eng. civis criem logo o deles próprio, como já vi debaterem esse assunto pela internet. Podem ver em: http://www.abenc-ba.org.br/ que querem criar um conselho próprio para eng. civis. Seria o melhor dos mundos, assim o CREA voltaria a ser democrático. Vamos torcer.

  17. Helio jose disse:

    ola , estou com uma duvida cruel, to no 3 período de eng civil e ja trabalho na construçao civil a cerca de 10 anos como encarregado de ferragens e armador de ferro e com isso tenho mais chances de ter sucesso com o curso só que eu sou louco por carros,motores e maquinas estou com duvida se mudo para a mecanica que eu gosto d verdade, mas nao tenho nenhum tipo de experiencia ou alguem que posso dar -me uma força enquanto que na civil tenho uma certa experiencia e tenho varias pessoas que podem me ajudar, ai eu pergunto p vcs oque devo fazer? me ajudem por favor OBS;moro em brasilia e por aqui a construçao civil anda a todo vapor , ja a industria nao tem muitas por aqui nao

    • Bruno disse:

      Meu jovem, siga a voz de um sábia que diz o seguinte.
      Faça engenharia civil e enriqueça com isso, infelizmente as outraa enenharias não são financeiramente rentáveis.
      Quanto a estudar motores, estude por hobby, sozinho ou sugiro um curso de Piloto Privado, tem a disciplina Conhecimentos Técnicos de motores aeronáuticos, pra quel gosta de aprender é uma bela introdução.
      Abraços.

  18. LUIZ SERGIO disse:

    Prezados Aldair Ferreira e José Carlos Ramos,

    Um bom lutador deve sempre valorizar as virtudes do seu oponente. Se olharmos a 20 anos atrás a Eng. Civil era nada. Se organizaram, tomaram de assalto o CONFEA e transformaram TUDO em EMPREENDIMENTO, seja subestação, hidrelétrica, torre de transmissão, de telefonia, etc. Como eram donos de construtoras e essas hoje são donas de fatias diversas do mercado, As outras engenharias ficaram olhando sem entender nada.
    Quando se cria um conselho, se define as atribuições dos profissionais nele inseridos. Vejam o CAU, por exemplo, definiram que os arquitetos podem fazer TUDO. redes logicas, projetos e instalações elétricas, etc. Alguém contestou na justiça?
    os civis já fazem tudo e só chamam os elétricos para assinarem, pois ainda estão amarrados ao que ainda restou de moral no CONFEA. Agora com fechamento em chave de ouro, vão criar o seu conselho enquanto o nosso não sai do papel e vão mandar todas as outras engenharias tomarem naquele lugar, pois vão criar suas próprias atribuições e saírem das amarras que aida restam no CONFEA. Se inscrever no CFEE é bom? Não vi fazerem nada de concreto e começo a pensar se não foi um site criado pelos civis para nos deixarem esperando um milagre dos céus enquanto criam o deles.
    Já convoquei todos, mas ninguém quer nada. Os elétricos são bons para calcular o vigésimo hamonico e sua influência na cultura de aspargos.
    Já deixei meu e-mail, chamei para nos unirmos em cima dos políticos com cartas e e-mails, e…nada nem ninguém.
    PARABÉNS AOS CIVIS !!! VÃO A BRASILIA E CRIEM SEU CONSELHO E ENTERREM DE VEZ A ENGENHARIA NO BRASIL

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