Entendendo a falácia da falta de engenheiros no mercado

O mercado aquecido sente falta de profissionais

As principais revistas e jornais vem anunciando incessantemente a falta de engenheiros no Brasil. Porém, para os engenheiros, desde os recém-formados aos que tem 25 anos de experiência, é um consenso que esta informação não confere no cenário nacional. Diante desta situação fica a dúvida: Que escassez é essa?

Este assunto dá margem a uma série de textos, porém vou focar no aspecto mais imediato deste desencontro entre empresas, recrutadores, profissionais e jornalistas. Basta uma pesquisa rápida na internet para encontrar as tão famigeradas vagas disponíveis para engenheiros e começar a entender a situação.

Primeiro, é preciso que as empresas entendam que um engenheiro mecânico possui a denominação profissional de engenheiro mecânico, e isso somente. Não existe qualquer referência no CREA a engenheiro mecânico com experiência em calibração de instrumentos de precisão expostos a ambiente corrosivo. Portanto, um engenheiro mecânico que trabalhou por 10 anos em calibração de instrumentos de precisão em ambientes explosivos tem total capacidade de atuar na área de ambientes corrosivos também. De forma mais direta, qualquer engenheiro mecânico será capaz de trabalhar nesta área, após o devido treinamento. É por isso que ele estudou por 5 anos, e por este mesmo motivo o preço pela sua hora de trabalho tem o valor que o CREA estipulou. Se a empresa treinou, ganhou um profissional capaz.

Pelo CREA, o piso salarial de um engenheiro é de 8 salários mínimos. Nos valores atuais( meados de 2013) equivale a R$ 5.414,00. As empresas insistem em recusar esta realidade a ponto de configurarem, a grosso modo, quase um cartel salarial. Se ninguém paga o valor pedido, ninguém vai poder exigir barganhando que outra ofereceu. Agrava-se o fato de que pouquíssimas das vagas de recém-formados abrangem este salário. Por outro lado, é ponto comum nos requisitos para vagas de engenheiros a tríade experiência anterior, inglês fluente e experiência em liderança. Sem muito esforço, é natural perceber que citar recém-formado na mesma frase que experiência anterior é no mínimo, mau gosto. Portanto, o mercado está superaquecido para profissionais com experiência, correto? Infelizmente não. Porque se é para preencher uma vaga, a preferência vai para quem tem experiência exatamente naquela área específica. Se este profissional não é encontrado, outro profissional com 15 anos de experiência em uma área ligeiramente distinta também não é uma boa escolha, pois está “velho demais para aprender truque novo”. Mas caso haja a continuidade do desejo de preencher esta vaga com este profissional experiente, a vaga continuará fazendo jus à sua definição de lugar livre, quando durante a entrevista, o engenheiro com 15 anos de experiência, inglês fluente, espírito de liderança, capacidade de lidar em equipe, domínio do pacote Office, Autocad, programação em Visual Basic e residindo próximo ao local de trabalho, se recusar a trabalhar quando souber o valor do salário.

Aprendendo para fazer

Existe um ponto no qual as empresas brasileiras( ou aqui situadas) insistem em contrariar os teóricos da administração mais moderna: o investimento no capital humano. Dentro das metas de corte de custos, naturalmente se poda qualquer pensamento de investimento em capacitação. Assim, é um cenário quase utópico imaginar uma empresa investindo por 1 ou 2 anos em treinamento para capacitar um profissional. Mas porque utópico? Porque nossas empresas, diante da necessidade de um profissional, consideraram mais econômico contratar o profissional da empresa em frente em vez de investir na formação do novo engenheiro. Mas como é costume se adotar a solução mais conveniente, a empresa que teve o seu profissional abduzido, aprendeu também esta manobra. Assim, como segue a escalada natural da oferta x demanda, os salários deste profissional irão aumentar até o ponto em que ninguém mais estará disposto a arcar com aquele valor. Então o que acontecerá? Passarão a contratar os recém-formados e investir em seus treinamentos? Não. Se não há engenheiro com experiência no mercado e a empresa não tem uma política pré-existente de capacitação – pela simples falta de necessidade anterior- ela irá dizer que faltam profissionais, divulgar isso nas revistas e dizer que precisam de profissionais e estes estão lá de fora. Alegando que falta mão de obra no Brasil. Mas não, não falta mão de obra aqui. Falta mão de obra treinada, lê-se, que não necessita de investimento. E esta sim, lá fora tem mais do que aqui, afinal, a Europa está em crise.

Ao conversar com uma amiga, recrutadora da área de Oléo e Gás, conversamos sobre os “altos” salários dos engenheiros e em seguida ela comentou que o principal problema é a qualificação. Ela citou o exemplo da vaga de analista de compras, que é muito difícil encontrar um engenheiro com experiência na área e inglês fluente. Particularmente, não cai bem a presença e a co-relação entre os termos fluência em inglês, experiência anterior e analista quando a vaga se destina a engenheiros. A não ser que este analista receba mais que um engenheiro júnior, o que nunca é o caso. Após sua citação, a perguntei porque eles não contratam um administrador para fazer a parte de compras. Ela me respondeu que é necessário alguém com formação técnica para esta vaga. Então esclareci para ela que “o cidadão passa 5 ou 6 anos numa faculdade de engenharia, lida com os tipos mais absurdos de professores, aprende todo o desenvolvimento da tecnologia humana até os dias atuais em sua área de atuação. Existe o CREA, existe um piso, e ESTE É O PREÇO DA FORMAÇÃO TÉCNICA.” O engenheiro é formado para aprender, desenvolver e aplicar os conhecimentos em sua área. Possui domínio das ciências bem como de suas atribuições, além da facilidade nata com números e por fim obrigatoriamente possui nível básico de inglês, porque as próprias disciplinas o exigem. Olhe bem para este profissional, agora adicione 2 anos de experiência em compras técnicas e por fim adicione mais um curso de 4 anos de inglês para ficar fluente. Qual a parte da dificuldade destes profissionais se candidatarem a uma vaga que exige o necessário para ser CEO pelo salário de um caixa de banco* não ficou clara?

O nascimento do Trainee

Não é segredo para ninguém que o nosso país passou por um período de instabilidade econômica pouco tempo atrás. Mesmo os que não eram nascidos nas época, lembram dos mais velhos contando sobre ir comprar tudo de manhã porque a tarde os preços já subiam. Como a saúde financeira e o investimento em infra-estrutura e tecnologia andam lado a lado, durante o crescimento da inflação a engenharia nacional começou a sofrer sua queda, chegando ao ápice durante a abertura do nosso mercado e a natural competição com os países estrangeiros. Assim nossa engenharia tomou um golpe violento enquanto nossos ilustres políticos não se emocionaram com a situação. Nesta época, os engenheiros se tornaram taxistas, passaram a vender suco e etc… Houve um desemprego em massa dos engenheiros, os mais bem-sucedidos foram os que conseguiram fazer seus nomes no mercado financeiro. Diante dessa realidade, a quantidade de alunos nos cursos de engenharia despencou e ninguém mais olhava nossa profissão como boa opção. Os alunos da época que não abandonaram seus cursos, optaram pela vida acadêmica como a única salvação. Os engenheiros civis foram os que menos sofreram com isso, por conta deste ramo não necessitar tanto de tecnologias e assim, não ter sofrido a competição externa. Mas sofreram o impacto pela freada econômica geral da nossa pátria também.

Mas o que isso tem a ver com os dias atuais? Tudo, porque hoje praticamente não existe engenheiro no mercado com 15 a 20 anos de experiência. Diante disso, as empresas se viram diante de um problema enorme. O que fazer agora?

Algumas passaram a tirar os aposentados da companhia dos netos com ofertas pomposas para voltarem ao trabalho, mas isso não salvou todas as empresas. Então as empresas veem uma luz no fim do túnel. Elas passam a pegar o recém-formado, investem um ano em cursos e treinamentos e outro ano em “job rotation”, os fazendo circular pelas diversas áreas da empresa. Assim, após 2 anos, as empresas agraciam estes jovens com os cargos destinados aos gerentes com 15 anos de experiência, inclusive com o salário da função de chefia. Vale ressaltar que nestes 2 anos, estes jovens não recebem o piso de engenheiro, pois estão recebendo parte deste salário em treinamento e conhecimento. Bom para as empresas e bom para os recém-formados!

No entanto, pela brasileiríssima Lei de Gérson, algumas empresas menos sérias começaram a adotar o modelo de Trainee, porém, usaram a máxima do “se aprende fazendo” e assim, consideraram desnecessários os treinamentos e colocaram o Trainee para exercer as funções de engenheiro, mas com salário de quem está aprendendo, é claro. Assim, criou-se a falácia que o engenheiro com “cheirinho de novo” é um peso morto nos primeiros anos, não gera lucro e assim, não merece o salário estipulado pelo CREA. Esse modelo de escravidão… digo… de Trainee, também passou a ser bastante conhecido no mercado pelo nome de Analista. Uma ótima forma de contratar engenheiro sem pagar o salário necessário para desfrutar da capacidade desse profissional. Outra situação comum é a exigência de inúmeras qualificações, idiomas e experiência para no cotidiano do trabalho executar atividades simples e que qualquer aluno de ensino médio seria capaz de fazer.

O que vem acontecendo

Então, um engenheiro diante disso, deveria recusar tal oferta de emprego e só aceitar cargo como engenheiro, correto? Corretíssimo… se todos os formandos em engenharia fossem solteiros, bons herdeiros e de classe média alta. Porém como essa não é a realidade, alguns se submeteram a tal situação. Estes seriam poucos e logo tudo estaria resolvido, porque isso seria em pontos isolados, correto? Novamente correto, se não fossem as revistas e jornais fazendo uma enxurrada de notícias dizendo que faltam engenheiros no país. “Engenharia é mão de obra escassa! Daremos salários de juizes para engenheiros!Engenheiro vai poder comprar sua própria ilha no Caribe!” Diante de tal situação, os cursos de engenharia lotaram, muito mais engenheiros se formaram. Mas agora caíram sem freio diante de um mercado onde a maioria das vagas são para aprender fazendo, ou seja, para Analistas ou Trainees de mentirinha. E se você é um cidadão engajado pela valorização profissional e não aceitará estas vagas, parabéns pela garra, porque tem mil se acotovelando pela vaga que você recusa.

E diante disso tudo o mercado continua: “Faltam engenheiros…”, o governo facilita a importação de profissionais, as revistas fazem matérias “comprovando” este fato, os que insistem em ficar na área em que se formaram recebem miséria enquanto se amontoam em volta de editais de concursos, e lá fora… o Brasil é o país da engenharia! As escolas de idiomas que mais viram o faturamento crescer nos últimos anos foram as de português para estrangeiros.

De toda forma, é totalmente compreensível a busca de profissionais com know-how em áreas pioneiras no país. Se determinada atividade nunca foi realizada em solo nacional, é natural que se traga o profissional do exterior. Mas esta deve ser uma prática de importação de conhecimento, não de mão de obra. O estrangeiro virá agregar e formar seus companheiros de trabalho e não substituir os engenheiros nacionais enquanto estes estão sem emprego. Porém, o que parece haver hoje é a estratégia de trazer um fast-food. Trazer os profissionais formados e prontos, que os headhunters usam como sinônimo de “qualificados”, para assumir os cargos vagos no Brasil. Então novamente impera o vício do jeitinho brasileiro, mas agora, durante o recrutamento.

*Todo respeito aos atendentes de caixa de banco. O exemplo só foi citado pela não necessidade das qualificações citadas no texto para desempenho da função.

Luciano Netto de Lima

Formando de Engenharia de Controle e Automação no CEFET/RJ

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854 Responses to Entendendo a falácia da falta de engenheiros no mercado

  1. giliard3131 disse:

    To pensando… numa solução ALTERNATIVA e mais rápida…

    1-A maioria do povo brasileiro ainda pensa de acordo com o que esta escrito no decreto nº 23.569 de 1933, onde dizia que os engenheiros eletricistas eram engenheiros civis com ênfase em elétrica, e os engenheiros mecânicos eram engenheiros civis com ênfase em mecânica e elétrica.
    Pelo decreto de 1933 qualquer engenheiro projetava qualquer coisa, em qualquer edificação urbana. Os engenheiros eletricistas e os mecânicos podiam fazer o projeto estrutural, o hidráulico, o arquitetônico, o projeto preventivo de incêndio etc etc etc
    Só variava quando a coisa era bem grande. Por exemplo, pra projetar uma hidro-elétrica chamavam um grupo de engenheiros civis com ênfase em elétrica, e pra projetar uma temo-elétrica chamavam um grupo de engenheiros civis com enfâse em elétrica e mecânica.

    2-Hoje quem mais ganha dinheiro dentro da engenharia são aqueles que menos trabalham dentro da engenharia. O salário dum mestre/doutor é de R$ 17.100,00 (dezessete mil e cem reais). Isto gerou um esquema em pirâmide. Os acadêmicos da mecânica e da elétrica se formam, não conseguem trabalho na área, fazem mestrado e doutorado e vão dar aula pra outros futuros engenheiros, que também não vão conseguir trabalhar na área, também vão fazer mestrado e doutorado e o ciclo se repete.
    Um sinal da crise da pirâmide foi dado em 2009, naquele ano um concurso, no Rio de Janeiro, para gari atraiu 22 mestres e 45 doutores, fora os que esconderam o título de pós graduação.

    3- A divisão da engenharia civil em varias engenharias só favoreceu única e exclusivamente os mestres e doutores porque conseguiram mais vagas como professor.

    4-As disciplinas informativas tomam o tempo que deveria estar disponível para as disciplinas formativas, essa perda de tempo só favorece única e exclusivamente aos mestres e doutores que tem a disposição mais vagas pra trabalhar ganhando R$ 17.100,00 por mês.

    5-A criação das engenharias deve estar nas mãos do governo federal, e só nas mãos do governo federal. O governo federal deve ser o unico a ter o poder sobre as engenharias e o unico a ter o poder de dar as atribuições profissionais. Isso alivia os academicos que não precisariam mais estudar o vôo das moscas brancas, por exemplo, é inutil pra um engenheiro eletricista estudar linhas de transmissão de alta frequência, esse tipo de coisa é uma mosca branca, não existe. Só aparece nas aulas da elétrica porque existe uma rixa idiota entre eng. eletrônica, eng. elétrica e eng. de telecomunicações.

    6-O governo e o sistema crea/confea devem entregar para a sociedade brasileira uma lista/tabela aberta e de livre circulação contendo todos os nomes de todas as engenharias e suas respectivas atribuições.

    7-Deve-se fazer um pente fino em todos os orgãos públicos dos governos municipais, estaduais e federal, mostrando quais orgãos pedem quais ARTs e pra quais finalidades (projetos, quais tipos de projetos, laudos, quais tipos de laudos, pericias, quais tipo de pericias etc) e esta lista/tabela deve ser aberta ao publico e de livre circulação.

    8-A relação entre o crea/confea e o governo deve deixar de ser uma gigantesca caixa preta.

    9-A criação de novas engenharias sem autorização do governo federal deve ser considerada crime hediondo e os responsáveis devem ser imediatamente presos, e seus bens confiscados para indenização dos alunos que foram vítimas de estelionato.

    10-As engenharias criadas pela cobiça dos mestres e doutores e que se mostrarem inúteis, após o pente fino descrito no item 7 acima, devem ser imediatamente eliminadas.
    (TCHAUzinho pra eletrônica e pra telecomunicações, é meus camaradinhas, quem não assina nada pra ninguém não precisa carregar o fardo de ser chamado de engenheiro, não é mesmo?).

    11- Todos os engenheiros devem ter atribuições iguais as atribuições mínimas compartilhadas entre todos os engenheiros descritas no decreto nº 23.569 de 1933 para continuarem a usar o título de engenheiro.

    12-Os acadêmicos da elétrica e mecânica devem receber imediatamente suas atribuições de acordo com o decreto nº 23.569 de 1933, pois é assim que o povo brasileiro pensa que deve ser.
    Os acadêmicos da elétrica e mecânica cumpriram sua carga horária e tem direito adquirido, se não foram administradas as disciplinas corretamente a culpa não é deles. Enquanto não forem igualadas as atribuições das engenharias, a engenharia civil continua proibida de assinar projetos elétricos acima de 75kVA de carga instalada e projetos de estruturas metalicas.
    E digo mais, não fiquem se fazendo de bobos fingindo que não sabem a diferença entre demanda e carga instalada, e fingindo que não sabem a diferença entre os códigos das atribuições de quadro elétrico e das de sistema de medição.
    ART com código de quadro elétrico é pra quem, ou projeta, ou constroi, ou registra a patente, ou homologa um quadro elétrico na companhia de distribuição de energia elétrica. É um código relacionado ao quadro elétrico em si, não é pro que foi instalado dentro dele.
    ART com código de sistema de medição é pro projeto do padrão de entrada, e este código deve vir junto com um número indicando a qtde de medidores.
    Pra ter uma base de calculo:
    Um medidor monofásico representa em média uns 14kVA e um bífásico representa em média uns 21kVA de carga instalada.
    Projeto com 6 medidores monofásicos passa de 75kVA e a ART deve ser cancelada,
    Projeto com 4 medidores bifásicos passa de 75kVA e a ART também deve ser cancelada.

    no momento parei aqui… ofendi alguem? tomara que sim!

    • Paulo disse:

      1. Sobre anunciar o valor de salário de professor universitário, tem base de pesquisa, por que ao que eu saiba, quando trabalhei em 2005 na Unesp, e de colegas que são professores na USP e Federais, o salário não passa dos R$ 10.000,00 tanto é que vivem em greve.

      2. Gostaria de saber como faço para excluir todos os meus comentários aqui apresentados, em vista que só ficamos no bla blá, então como sou prático isto feriu a minha moral de trabalho, e não se encaixa ao meu perfil.

      Se o moderador com a miinha solicitação de que pode retirar meus comentários, agradeço, pois optei em não mais participar deste grupo, por que virou ladainha barata que falam muitas coisas que desconhecem, para falar tem que ter pesquisa realizada nos últimos cincos anos, eu sou tecnologista trabalhei em pesquisas tecnológicas desde 1989, em base de minhas pesquisas posso dizer ao pé que anda este país. Anda na contramão da tecnologia.

      Dizer dos engenheiros é fácil, para dizer tem que ter depoimentos dos engenheiros, de que ele foi vitima de caso tal e caso tal, ai sim a gente pode acreditar que os assuntos sejam pertinentes.

      Senhor moderador solicito que meu cadastro e meus comentários sejam excluídos. Obrigado.

      • giliard3131 disse:

        Achei outro site que fala do salario mostrando a informaçãoum pouco diferente:

        Pela proposta, ao longo dos próximos três anos a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva vai aumentar de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil. Ao professor inicial com doutorado e dedicação exclusiva, o salário será de R$ 8,4 mil. A remuneração dos professores que já estão na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva, aumentará de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.
        http://www.folhapicoense.com.br/noticia_detalhe.php?id=2469

      • LUIZ SERGIO DA SILVA LIMA disse:

        Prezados, Paulo, Gilliard. Antonio, Francisco, José, Serafim etc.

        Quando entrei neste grupo vislumbrei uma esperança de formar um grupo de trabalho que a exemplo dos arquitetos que verdadeiramente foram a luta e brilhantemente conseguiram ter seu conselho próprio.
        Estamos num ano eleitoral e parlamentar dará TUDO de si para se reeleger. Outro momento desses só daqui a não sei quando.
        Dei sugestões, mas nada.
        Este fórum virou lugar de conversinha, choramingos e lamentações.
        Gostaria que meu nome fosse retirado desse fórum e saúdo aos verdadeiros profissionais da engenharia civil e da arquitetura que souberam dominar o mercado e a nós.
        Como bem disse um deles, o resto é serviço afim e correlato.

        Art. 7º – Compete ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO:

        I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afins e correlatos.

      • Carlos A de Oliveira disse:

        Infelizmente existe uma falha de comunicação entre as empresas e os profissionais disponíveis no mercado, muitos engenheiros civis concluíram seus cursos com mais de 45 anos e não conseguem colocação no mercado porque as empresas buscam profissionais mais jovens, não levam em conta a experiência. Um engenheiro que se forma com, por exemplo, 48 anos ainda tem, pelo menos 20 anos de trabalho a ser prestado e se não consegue colocação como engenheiro pode buscar colocação em concurso e trabalhar em área diferente daquela que se formou. Empresas sérias poderiam abrir vagas direcionadas a pessoas com mais de 45 anos assim poderão ter profissionais formados com experiência.

    • Lucas disse:

      Gilliard,

      Apesar de estarmos em um local de debate, de discussão, primeiramente peço desculpas, mas vejamos:

      O Decreto é de 1933, quando se iniciou a industrialização do país. Tínhamos poucas escolas, poucos profissionais que, quando chegavam a algum lugar para instalar uma indústria, tinham que fazer de tudo, da medição topográfica até a construção e instalação do maquinário. além do mais, estudavam para isso.
      Hoje não. Temos profissionais especializados, cada um em sua área. Não precisamos voltar ao Decreto.

      Quem pensa no que está escrito no Decreto não é o povo, e sim os próprios Engenheiros. Quantos Engenheiros Mecânicos, Eletricistas, de Produção que formaram a 2, 3, 4 anos comentando se podem “assinar” levantamentos topográficos, projetos civis, sem nunca terem tido tais disciplinas durante a graduação ?

      Aliás, o que a população pensa que o Engenheiro faz é apenas “assinar”, como você tem dito em todos os comentários. Como assim “assinar” ???? 5 anos de cálculos, de desafios, pensando em um trabalho técnico com melhor custo benefício, que pode ser útil para alguém, traduzido em apenas “assinar” ??? Como vender seu trabalho se diz que apenas assina ?

      • Viroto Eje disse:

        Aonde esta esta apresentação aqui no portal, procurei e não encontrei, assim colo abaixo, para poder apresentar minha resposta:

        - Infelizmente existe uma falha de comunicação entre as empresas e os profissionais disponíveis no mercado, muitos engenheiros civis concluíram seus cursos com mais de 45 anos e não conseguem colocação no mercado porque as empresas buscam profissionais mais jovens, não levam em conta a experiência. Um engenheiro que se forma com, por exemplo, 48 anos ainda tem, pelo menos 20 anos de trabalho a ser prestado e se não consegue colocação como engenheiro pode buscar colocação em concurso e trabalhar em área diferente daquela que se formou. Empresas sérias poderiam abrir vagas direcionadas a pessoas com mais de 45 anos assim poderão ter profissionais formados com experiência.

        Sr. Carlos A de Oliveira.

        No Brasil o Ministério do Trabalho, o CREA, Prefeitura deveriam impor condições as empresas, principalmente as multinacionais, que ao receberem beneficios municipais, dentre eles isenção de impostos, ganho de terreno que foi desapropriado, ou seja tudo as empresas, que vão contratar cidadãos, e em troca ter um percentual de contratações para jovens recem formados, de profissionais com mais de 5 anos de experiências, de profssionais com mais de 10 anos de experiências, e dos mais idosos, enfim ter uma regra:

        - a empresa que vem tem que cumprir com determinadas diretrizes municipais.

        E, das empresas que já existem, e que obtenham algum tipo de beneficio, exigir tais contratações.

        Assim, o que ocorre neste país é falta de lisura, falta de ética, e falta de valorização aos profissionais brasileiros que estão a toda a sorte, assim como dos bombeiros exigirem ART´s de engenheiros em todas os alvarás, que passam a qualquer empresa ao liberarem o uso de extintores de incêndio, neste tocante é por parte do engenheiro mecânico, que até hoje tá sendo omitido deste serviços, por que os bombeiros não dá a mínima para os engenheiros, assim é muito comum tu ir numa loja de informática, ou numa auto escola, ou num restaurante lá tem o Certificado do Bombeiro para o comércio poder funcionar, mas no campo aonde deva constar assinatura e número de ART de engenheiro em branco, já vejo isto desde muitos anos atrás.

        Quem são os culpados por permitirem que os profissionais não atuam, e dos idosos, são as prefeiruras de todo o país que hoje possuem autonomia de intervir, mas não fazem é nada, tudo parado desde a década de 70, na minha cidade o prefeito é um engenheiro mecânico e o que tem feito neste sentido: nada e nada.

        Assim, falta organização trabalhista, ninguém faz nada, e todos vivem numa perdição de uma sociedade podre que só visa lucros, sem ter documentações, sem ter engenheiros, sem ter médicos, sem ter outros profissionais, tudo virou zona, bagunça e todos querem mas ninguém faz nada.

        Vereadores não servem para nada, deviam ser extintos, é uma classe de cidadãos que ficam só mamando as custas do erário público, isto deveria ser eliminado para sempre.

    • Evandro Marcelo Copceski disse:

      Tendencioso, baseado numa lei de um século, onde o cenário era outro. Engenheiro eletricista formado hoje entende tanto de estruturas quanto um egenheiro civil entende de elétrica. Está lá, na grade.

      Não se trata de dizer “a culpa não é deles já que não aprenderam na faculdade” trata-se de dar liberdade pra alguém que não tem conhecimento técnico executar algo arriscado, fica mais claro que água que é burrice.

      Se é lei. Sim, é, mas lembre-se da quantidade de leis absurdas criadas nos últimos dois anos. Ser lei não significa que é uma decisão inteligente.

      Neste caso em específico, é burrice mesmo, um retrocesso.

      • Luiz Sergio disse:

        Prezados,

        Os conselhos fazem suas atribuições e estas ficam valendo se ninguém contestar. Os arquitetos criaram seu conselho próprio (que os eletricistas não se unem para fazer) e colocaram nas atribuições rede lógica, elétrica, etc. Como ninguém tem coragem para contestar, vão levando.
        A propaganda nazista mandava seus famigerados membros mentirem ao povo, pois uma mentira dita 100 vezes se torna verdade

  2. Paulo disse:

    Existem empregos no Brasil? Sim.

    Mas, acontece que a cabecinha de azeitona do povo brasileiro, não procuram melhorar é nada. Lembra-se quando saiu o celular tijolo, ainda tem gente que usa este, e não dos novos, e para usar o tijolo foi uma maratona. Assim no Brasil, existem empregos para engenheiros. Ontem me perguntaram como legalizar os tapas buracos (asfalto brega de prefeitura pobre), ai falei que ganbiarra não tem ART, para ter ART precisa ser serviço decente, a começar pelos trabalhadores que nem EPI usam, e dos caminhões de piches teriam que ter check list e Atestado de Especificação de Mecanismo Operacional, que quem impõe é o Denatran, Inmetro e assinam engenheiros mecânicos, mas não em todas praticamente cidades brasileiras estes caras tapa buracos atuam e não existe fiscalização. A barbúdia no Brasil tá instalada. Os CREA´s não fiscalizam, até mais quando surgiu o CREA na década de 50 era o apogeu de se criarem regras até em oficinas mecânicas, que deveriam ter engenheiro mecânico, elétrico e eletrônico até hoje, mas isto nunca foi colocado em prática, assim digamos que isto passou batido, por que o ganho fácil por parte do dono de oficina era mais fácil, como sempre no Brasil até hoje o erro, o erro, é tido como gosto da população, que quem paga no final é o cidadão, por isto vemos tantos acidentes fatais no trânsito por que nossos governantes estes inúteis não pensam em qualidade de vida desde a década de 50, a única empresa que dava retornos faraônicos sempre foi a construção civil, tanto é que os CREA´s foram moldados a cabeça das grandes construtoras, e assim os outros engenheiros mecânicos, elétricos e eletrônicos, de materiais, químicos nunca tiveram seu lugar no sol, por que o povo gosta de coisas erradas, assim estou publicando aonde mais tem vagas para engenheiros e com divulgação quem sabe conseguimos por ordem no galinheiro, que por sinal o Brasil ainda tá no quintal do mundo. …..AUTO ESCOLAS, ESTACIONAMENTOS, CONCESSIONÁRIAS DE VEÍCULOS, OFICINAS MECÂNICAS E ESTACIONAMENTOS PARTICULARES – Vagas para Engenheiros Mecânicos! Saiba que “Voce” quem tem desejo de comprar um veículo! Deve saber o que vai comprar? Como dirigir certo – o engenheiro mecânico é quem pode lhe treinar em como melhor dirigir – lhe orientar em como deve proceder para ir a uma inspeção veicular, numa oficina mecânica, ou num estacionamento – o que se deve olhar, saber e ter orientação veicular! Nós sabemos que em assuntos judiciais, temos a figura do doutor advogado, quem nos representa numa ação judicial, deste modo o engenheiro mecânico também é aquele quem vai lhe orientar na compra, manutenção e dirigir um veículo, e em atender as leis de trânsito. Também pode ter laudo técnico veicular num caso de alguma ação judicial, o que está sendo muito comum hoje de quem compra veiculos importados, e o mesmo fica na garagem sem assistência. Contrate um engenheiro mecânico quem vai ganhar só depois de resolvida sua situação, nunca pague nada adiantado, faça um bom contrato para resguardar seus direitos, para lhe facilitar no nome à seguir do CREA SP (brilhante) entre direto no portal do CREA SP. Faça sua busca coloque algum dado no quadro, e encontrará um engenheiro mecânico, quem irá lhe orientar, e irá lhe render dividendos futuros do que perder teu dinheiro. Contrate um engenheiro mecânico, e se proteja no futuro. Temos ouvido que pessoas estão com carros guardados, e acabam comprando um nacional. Saiba quais são seus direitos antes de comprar um veículo? No goolge procure “Piso Treisc”.

    AUTO ESCOLAS, ESTACIONAMENTOS, CONCESSIONÁRIAS DE VEÍCULOS E OFICINAS MECÂNICAS – Vagas para Engenheiros Mecânicos! Saiba que “Voce” quem tem desejo de comprar um veículo! Deve saber o que vai comprar? Como dirigir certo – o engenheiro mecânico é quem pode lhe treinar em como melhor dirigir – lhe orientar em como deve proceder para ir a uma inspeção veicular, numa oficina mecânica, ou num estacionamento – o que se deve olhar, saber e ter orientação veicular! Nós sabemos que em assuntos judiciais, temos a figura do doutor advogado, quem nos representa numa ação judicial, deste modo o engenheiro mecânico também é aquele quem vai lhe orientar na compra, manutenção e dirigir um veículo, e em atender as leis de trânsito. Também pode ter laudo técnico veicular num caso de alguma ação judicial, o que está sendo muito comum hoje de quem compra veiculos importados, e o mesmo fica na garagem sem assistência. Contrate um engenheiro mecânico quem vai ganhar só depois de resolvida sua situação, nunca pague nada adiantado, faça um bom contrato para resguardar seus direitos, para lhe facilitar no nome à seguir do CREA SP (brilhante) entre direto no portal do CREA SP. Faça sua busca coloque algum dado no quadro, e encontrará um engenheiro mecânico, quem irá lhe orientar, e irá lhe render dividendos futuros do que perder teu dinheiro. Contrate um engenheiro mecânico, e se proteja no futuro. Temos ouvido que pessoas estão com carros guardados, e acabam comprando um nacional. Saiba quais são seus direitos antes de comprar um veículo?

  3. giliard3131 disse:

    A ideia é simples, se não sabe construir uma casa de alvenaria então constroi uma casa de madeira, eu nunca vi uma casa de madeira desabar por erro de cálculo, manda o projeto pra prefeitura, legaliza tudo, pega o dinheiro e da chauzinho.
    Qual a dificuldade de se trabalhar assim?

    No caso da engenharia elétrica, é feito sim projetos de sub estações AT e projetos de padrões de entrada em BT, em que o engenheiro eletricista se responsabiliza sim pelo calculo estrutural!
    Então esse tipo de coisa ja existe, não to inventando nada.

    O projeto pros bombeiros é o mais facil de todos, esse não exige calculo estrutural, exeto talvés em dois casos, um caso é o da caixa dágua, mas ai nesse caso vc coloca como se fosse um as build na ART e obriga o dono a assinar a ART porque dai ele assume a bronca, ou compra um castelo dagua pré fabricado.
    O outro caso é o da Saida de Emergência com aquelas rampas pra cadeirantes.

    Eu ja peguei varios projetos de preventivo de incêndio que não tinham nenhum calculo estrutural nem da caixa dagua, nem da rampa de cadeirantes. Não tinha marcação da largura e do comprimeiro das vigas, da quantidade de vergalhões por viga e da seção dos vergalhões da armadura metálica. Não tinha coisa nenhuma, só pra vocês ficarem sabendo.

    • giliard3131 disse:

      E as pranchas das linhas de transmissão?
      É o engenheiro eletricista sozinho que desenha todas elas, e ai como que fica isso?
      Essas linhas atravessam cidades inteiras. Porque as prefeituras aceitam os projetos estruturais e arquitetônicos, feitos por engenheiros eletricistas, de coisas tão perigosas?

      • LUIZ SERGIO DA SILVA LIMA disse:

        PEÇAM SEU DINHEIRO DE VOLTA !!!

        Vocês sabiam que os civis e arquitetos, inteligentes e vitoriosos, estão pegando o dinheiro pago nas ARTs de volta?
        Enquantos os correlatos e afins ficam no BLÇA BLA BLA eles agem. Já constitui advogada para isso.

        RELATORA :MIN. CÁRMEN LÚCIA
        RECTE.(S) : CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL – CREA/RS
        ADV.(A/S) : LEONARDO LAMACHIA E OUTRO (A/S)
        RECDO.(A/S) : ANA PAULA TRARBACH PEREIRA
        ADV.(A/S) : LISANDRA APARECIDA DE CAMPOS E OUTRO (A/S)
        DECISÃO
        RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. TAXA DE ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA. NATUREZA TRIBUTÁRIA: PRINCÍPIO DA LEGALIDADE. PRECEDENTES. JULGADO RECORRIDO EM CONSONÂNCIA COM A JURISPRUDÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL. AGRAVO AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO.
        Relatório
        1. Agravo nos autos principais contra decisão de inadmissão de recurso extraordinário, interposto com base no art. 102, inc. III. alínea b, da Constituição da República contra o seguinte julgado do Tribunal Regional Federal da 4ª Região:
        “Inicialmente, decreto a revelia do CONFEA, em face da não apresentação de contestação, deixando, contudo, de lhe aplicar os efeitos materiais, em face do disposto no artigo 320, inciso II, do CPC.
        Alega a parte autora que é arquiteto (a), sujeitando-se ao registro, à expedição e à apresentação de ART , bem como ao recolhimento da respectiva taxa, exigida pelo conselho demandado. Requer, em síntese, a repetição dos valores pagos a título de taxa de ART , em face da ilegalidade de tal tributo Com efeito, o voto proferido no incidente de Argüição de Inconstitucionalidade n.º 2007.70.00.013915-1/PR, publicado em 01.10.2009, resume a matéria controvertida, razão pela qual transcrevo os seguintes excertos: (…)
        Evidente, portanto, a inconstitucionalidade do art. 2º , § 2º , da Lei nº 6.496/77, por afronta ao art.150, I, da Constituição Federal. Cumpre à lei, em sentido formal, explicitar todos os elementos constituintes e definidores do tributo, não podendo haver delegação da fixação de nenhum deles, sob pena de afronta ao princípio da legalidade tributária.
        Nesse sentido, ainda, a seguinte jurisprudência: (…)
        Repetição do indébito
        Registre-se que a Taxa de Anotação de Responsabilidade Técnica ART é tributo que tem como sujeito passivo o profissional vinculado ao CREA, e, portanto, tem ele legitimidade para requerer a restituição dos valores indevidamente pagos.
        Neste ponto, impende atentar para o disposto no art. 4º da Resolução nº 307 do CONFEA, de 28 de fevereiro de 1986, que assim prevê: (…)
        O CREA/RS opõe-se ao pedido de restituição formulado pela parte autora ao argumento de que, não é possível, a partir dos documentos juntados aos autos, concluir se o tributo foi recolhido pelo profissional inscrito no Conselho ou pela empresa contratante.
        No entanto, consoante já decidido pela Turma Recursal por ocasião do julgamento do processo nº 5002598-90.2011.404.7117, devem ser restituídos os valores efetivamente recolhidos relativos às ARTs sacadas em nome da parte autora, cuja quitação foi efetivamente comprovada nos autos (por exemplo, por guia de recolhimento autenticada, comprovante de pagamento bancário, etc.).
        É de se destacar, ainda, que a restituição dos valores recolhidos pela parte autora compreende a integralidade da taxa arrecadada pelo réu, independentemente da destinação de parcela do respectivo valor a outros beneficiários definidos por lei, competindo àquele tomar as medidas cabíveis para ressarcimento das quantias devolvidas que foram repassadas a terceiros.
        Por fim, cumpre observar que, em virtude da edição da Lei 12.514/11, não mais persiste a ilegalidade, já que esta lei supriu o vício da norma anterior, ao fixar a alíquota máxima em seu art.11. Assim, a cobrança da taxa já pode ser validamente efetuada desde 29/01/2012, com base na Lei 12.514, publicada em 31/10/2011.
        Nesse diapasão, impõe-se a procedência da demanda.
        Juros moratórios e correção monetária
        Diante da natureza tributária das contribuições devidas aos Conselhos Federais, entendo que os valores deverão ser restituídos ao autor com incidência da taxa SELIC, a qual engloba juros e correção monetária, afastando-se a incidência de qualquer outro indexador.
        A corroborar este entendimento, colaciono o seguinte julgado: (…)
        III – DISPOSITIVO
        Ante o exposto, afasto as preliminares arguidas pelo CREARS e, com base no artigo 269, inciso I, do CPC, JULGO PROCEDENTES os pedidos formulados pelo autor, para:
        A) DECLARAR a inconstitucionalidade do art. 2º , § 2º , da Lei nº 6.496/77, por ofensa ao art. 150,I, da CRFB/88, e a inexistência de relação jurídico-tributária válida que autorize a cobrança do pagamento da taxa de Anotação de Responsabilidade Técnica, nos termos da fundamentação;
        B) CONDENAR o CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA e AGRONOMIA – CREA/RS a restituir os valores indevidamente cobrados a esse título, relativamente às taxas pagas conforme comprovantes apresentados pela parte autora, com atualização pela taxa SELIC”.
        2. O Agravante afirma que “a discussão exsurge acerca da constitucionalidade da fixação do valor e respectiva cobrança da Anotação de Responsabilidade Técnica, com base no artigo 2º e §§ da Lei nº 6.496 de 1977, em face do artigo 97 do Código Tributário Nacional e artigo 150, § 1º, daConstituição Federal, havendo a decisão então hostilizada acolhido a pretensão do recorrido, supondo ser inconstitucional a cobrança de ARTs ”.
        3. O recurso extraordinário foi inadmitido sob o fundamento de “que a matéria já está uniformizada em sentido contrário ao pleiteado pela parte recorrente”.
        Examinados os elementos havidos no processo, DECIDO.
        4. O art. 544 do Código de Processo Civil, com as alterações da Lei n. 12.322/2010, estabeleceu que agravo contra a decisão que inadmite recurso extraordinário processa-se nos autos do processo, ou seja, sem a necessidade de formação de instrumento, sendo este o caso.
        Analisam-se, portanto, os argumentos postos no agravo, de cuja decisão se terá, na sequência, se for o caso, exame do recurso extraordinário.
        5. Razão jurídica não assiste ao Agravante.
        6. O julgado recorrido harmoniza-se com a jurisprudência deste Supremo Tribunal, que assentou a submissão das obrigações tributárias impostas pelos conselhos profissionais ao princípio da legalidade.
        o julgar o Recurso Extraordinário n. 599.778, caso análogo ao vertente, o Ministro Ricardo Lewandowski asseverou:
        “Trata-se de recurso extraordinário interposto contra acórdão que entendeu que a Anotação de Responsabilidade Técnica ART , instituída pela Lei n. 6.496/1977, configura manifestação do exercício do poder de polícia. Dessa forma, concluiu-se que a cobrança efetuada em decorrência daquela anotação possui natureza de taxa e, portanto, deve se submeter ao princípio da estrita legalidade previsto no art. 150, I, da Constituição. Neste RE, fundado no art. 102, III, a, daConstituição, alegou-se, em suma, a validade da cobrança da ART que, por possuir natureza de preço público, não está submetida ao mandamento do art. 150, I, da Constituição. A pretensão recursal não merece acolhida. A jurisprudência desta Corte enfatiza a distinção entre taxa, espécie de tributo, e preço público com fundamento na compulsoriedade da primeira e facultatividade do último. Sobre o tema, assim me manifestei no julgamento do RE n. 576.189/RS, de minha relatoria: (…) se a alguém é dado optar por certo comportamento dentre vários outros igualmente possíveis, e estando um ou mais deles liberados do pagamento de determinada obrigação pecuniária, a submissão ao ônus passa a ter caráter voluntário, o que não se coaduna com o conceito de tributo. Se, por outro lado, todos os meios legítimos de realização desse mesmo comportamento levarem ao pagamento compulsório da obrigação, o ônus, por não depender da vontade do responsável, apresentará inequívoca natureza tributária. (…). Tanto a taxa quanto o preço público constituem um pagamento realizado em troca da fruição de um serviço ou bem estatal, divisível e específico. A distinção entre ambas está em que a primeira caracteriza-se pela nota da compulsoriedade, porque resulta de uma obrigação legal, ao passo que o segundo distingue-se pelo traço da facultatividade por decorrer de uma relação contratual. Ademais, enquanto as receitas das taxas ingressam nos cofres do Estado, as provenientes dos preços públicos integram patrimônio privado dos entes que atuam por delegação do Estado. A obrigação de Anotação de Responsabilidade Técnica foi instituída pela Lei n. 6.496/1977, que em seu art. 1ºprescreve: Todo contrato, escrito ou verbal, para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia, à Arquitetura e à Agronomia fica sujeito à Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Constato, dessa forma, que o dispositivo citado impôs às partes contratantes um dever legal. Assim, inviável aos obrigados a possibilidade de se esquivarem ao registro determinado pela lei, não se podendo falar, na hipótese, em facultatividade. Tem-se, no caso, uma obrigação legal marcada pela nota da compulsoriedade. Esse caráter impositivo da ART é acentuado pelo art. 3º da Lei n. 6.496/1977, que determina a aplicação de multa ao profissional ou à empresa que não realizar a anotação de responsabilidade técnica. Desse modo, se o descumprimento da obrigação legal sujeita o infrator a uma sanção, impossível afirmar que essa obrigação tenha natureza facultativa. Na espécie, o dever de Anotação de Responsabilidade Técnica constitui, como assentado na decisão a quo, nítido exercício do poder de polícia realizado pelo Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia CONFEA. De fato, o dever de anotação ora discutido caracteriza-se como instrumento utilizado pela recorrente no desempenho do dever de fiscalização do exercício das profissões sujeitas ao seu controle. Ressalto que esta Corte, no julgamento da ADI n. 1.717/DF, Rel. Min. Sydney Sanches, assentou que a fiscalização e a regulamentação de profissões são atividades típicas de Estado que abrangem os poderes de polícia, de tributar e de punir. Nesse sentido, transcrevo a ementa do acórdão citado: (…). Concluo, portanto, que a Anotação de Responsabilidade Técnica [ART ] prevista no art. 1ºda Lei n. 6.496/1977 presta-se ao exercício do poder de polícia, fiscalização de profissões, atribuído ao CONFEA. Assim, a remuneração dessa atividade, dada a sua natureza compulsória, não provém da cobrança de preço público, como quer fazer crer o recorrente, mas sim da instituição de taxa cuja criação deve ser realizada com observância do princípio da legalidade tributária, previsto no art. 150, I, da Constituição” (DJe 6.3.2012, transitada em julgado em 16.3.2012, grifos nossos).
        Na mesma linha: ARE 765.276/SC, de minha relatoria, decisão monocrática, DJ 3.9.2013; ARE 766.167/RS, de minha relatoria, decisão monocrática, DJ 30.9.2013; RE 609.106/DF, Relator o Ministro Dias Toffoli, DJe 05.11.2012; RE 596.440/DF, de minha relatoria, decisão monocrática, DJ 18.6.2012; e ARE 748.538/SC, Relator a Ministra Rosa Weber, decisão monocrática, DJ 22.8.2013.
        Nada há a prover quanto às alegações do Agravante.
        7. Pelo exposto, nego seguimento a este agravo (art. 544, § 4º, inc. II, alínea a, do Código de Processo Civil e art. 21, § 1º, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal).
        Publique-se.
        Brasília, 6 de fevereiro de 2014.
        Ministra CÁRMEN LÚCIA
        Relatora

      • giliard3131 disse:

        Pelo pouco que eu entendo eu acho que não deu certo.
        No final esta escrito assim:
        “(…)7. Pelo exposto, nego seguimento a este agravo (…)”

      • LUIZ SERGIO DA SILVA LIMA disse:

        Prezado,

        Cuidado para que outros não entendam assim.
        O agravo foi para não devolver…os valores deverão ser restituídos ao autor

        O CREA/RS opõe-se ao pedido de restituição formulado pela parte autora ao argumento de que, não é possível, a partir dos documentos juntados aos autos, concluir se o tributo foi recolhido pelo profissional inscrito no Conselho ou pela empresa contratante.

        Diante da natureza tributária das contribuições devidas aos Conselhos Federais, entendo que os valores deverão ser restituídos ao autor com incidência da taxa SELIC, a qual engloba juros e correção monetária, afastando-se a incidência de qualquer outro indexador.

    • Lucas disse:

      Gilliard,

      Mais ai que a confusão tá armada.Se hoje tá difícil vender serviço, se o cliente quer pagar o menos possível, concorrência desleal, vai piorar se todo mundo começar a “assinar” a torto e a direito.

      O problema da Engenharia são os próprios Engenheiros. Como disse anteriormente, já viu algum caso de médico cardiologista, por exemplo, que possua experiência, atuar como clínico geral, mesmo que tenha conhecimento da área ?? Advogado tributarista, experiente, trabalhando com direito cível ?? Não, isto só acontece na Engenharia, onde todo mundo quer atuar em outra área.

      Cade a união, a luta por melhores salários, por melhores honorários ? Não, é melhor eu dar uma de Engenheiro Civil, cobrar preço de banana e conseguir alguma coisa do que lutar por melhorar…francamente…..

      • Paulo disse:

        Hoje recebi um convite da Fundação Araucária, para ser consultor, e o valor do honorário em R$ 70,00 só para avaliar projetos de equipamentos veiculares. Adiantei que tenho que recolher a ART respectiva e que só a taxa dela é este valor, assim contrariam a Res. 1025/09 do CONFEA, e que teria que elaborar um contrato de prestação de serviços em engenharia, aonde o contratante se responsabiliza por todas as despesas, emolumentos, taxas respectivas. Não deram nem bola, não aceitam isto, ou seja pensam que nós engenheiros experientes estamos pedindo esmola, me neguei e disse que irei comunicar o CONFEA e o CREA do Paraná, sobre esta ousadia, em que não atendem as normas regulamentadoras, e que o consultor tem que ser um profissional com pelo menos 5 anos de experiência em equipamentos veiculares, e que tenha pelo menos 2 anos atuado como RT em inspeção veicular, não deram nem bola, creio que deva existir um pacto entre esta fundação e o CREA, para omitirem a ART e outras formas decentes aos engenheiros.

  4. giliard3131 disse:

    Engenheiros eletricistas, deem uma olhadinha nessa entrada de energia,
    abram o google map, vão em SC – Joinville – Rua General Câmara n435

    Da pra ver pelas fotos do google map que colocaram os medidores praticamente dentro da calçada, e a norma da CELESC diz assim:
    e) Não é permitida a instalação do quadro para medidores nos seguintes locais:
    * Em parede limítrofe com a via pública;

    Da pra ver tb que a cerca elétrica esta uns 30 centímetros por cima da calçada!!!

    Sera que tem gente da CELESC (eletrotécnicos?) prestando serviços por fora e aliviando a barra dos clientes?
    Fica ai a duvida, mas como o CREA/CONFEA é uma caixa preta, a gente nunca sabe o que realmente aconteceu nessas obras. A gente só fica na imaginação.

  5. giliard3131 disse:

    Eu vou dar um exemplo pra explicar como funciona as “engenharias”:
    Um engenheiro civil tem a mesma carga horária de aula de química que um engenheiro eletricista,
    mas se um engenheiro eletricista quiser mudar de posição em extintor pra descer uma eletrocalha, pode desistir.
    O engenheiro eletricista estuda todas as matérias de física e estuda química em separado, portanto ele sabe alterar um projeto prev. de incêndio, mas a caixa preta do confea/crea não libera atribuição dos extintores pro eng. eletricista fazer uma as build.
    Resultado?
    Se mexer no extintor o engenheiro eletricista estará fud…

    • giliard3131 disse:

      É por essas e outras que eu insisto nos meus 12 itens, por exemplo:

      5-A criação das engenharias deve estar nas mãos do governo federal, e só nas mãos do governo federal. O governo federal deve ser o unico a ter o poder sobre as engenharias e o unico a ter o poder de dar as atribuições profissionais. (…)”

      6-O governo e o sistema crea/confea devem entregar para a sociedade brasileira uma lista/tabela aberta e de livre circulação contendo todos os nomes de todas as engenharias e suas respectivas atribuições.

      7-Deve-se fazer um pente fino em todos os orgãos públicos dos governos municipais, estaduais e federal, mostrando quais orgãos pedem quais ARTs e pra quais finalidades (projetos, quais tipos de projetos, laudos, quais tipos de laudos, pericias, quais tipo de pericias etc) e esta lista/tabela deve ser aberta ao publico e de livre circulação.

      9-A criação de novas engenharias sem autorização do governo federal deve ser considerada crime hediondo e os responsáveis devem ser imediatamente presos, e seus bens confiscados para indenização dos alunos que foram vítimas de estelionato.

      10-As engenharias criadas pela cobiça dos mestres e doutores e que se mostrarem inúteis, após o pente fino descrito no item 7 acima, devem ser imediatamente eliminadas.

      11- Todos os engenheiros devem ter atribuições iguais as atribuições mínimas compartilhadas entre todos os engenheiros descritas no decreto nº 23.569 de 1933 para continuarem a usar o título de engenheiro.

      12-Os acadêmicos da elétrica e mecânica devem receber imediatamente suas atribuições de acordo com o decreto nº 23.569 de 1933.
      Os acadêmicos da elétrica e mecânica cumpriram sua carga horária e tem direito adquirido, se não foram administradas as disciplinas corretamente a culpa não é deles. Enquanto não forem igualadas as atribuições das engenharias, a engenharia civil continua proibida de assinar projetos elétricos acima de 75kVA de carga instalada e projetos/execução de estruturas metálicas.

      • giliard3131 disse:

        peque3na correção do item 12:

        “(…)Enquanto não forem igualadas as atribuições mínimas das engenharias, a engenharia civil continua proibida de assinar projetos elétricos acima de 75kVA de carga instalada e projetos/execução de estruturas metálicas.(…)”

        Me refiro obviamente as atribuições mínimas compartilhadas entre todos os engenheiros descritas no decreto nº 23.569 de 1933, e isso inclui projeto estrutural!!! Claro!!!

      • Paulo disse:

        Vamos mais além. Em que existe espaços para os engenheiros.

        AUTO ESCOLAS, ESTACIONAMENTOS, CONCESSIONÁRIAS DE VEÍCULOS E OFICINAS MECÂNICAS – Vagas para Engenheiros!

        Saiba que “Voce” quem tem desejo de comprar um veículo! Deve saber o que vai comprar?

        Como dirigir certo – o engenheiro é quem pode lhe treinar em como melhor dirigir – lhe orientar em como deve proceder para ir a uma inspeção veicular, numa oficina mecânica, ou num estacionamento – o que se deve olhar, saber e ter orientação veicular!

        Nós sabemos que em assuntos judiciais, temos a figura do doutor advogado, quem nos representa numa ação judicial, deste modo o engenheiro também é aquele quem vai lhe orientar na compra, manutenção e dirigir um veículo, e em atender as leis de trânsito.

        Também pode ter laudo técnico veicular num caso de alguma ação judicial, o que está sendo muito comum hoje de quem compra veiculos importados, e o mesmo fica na garagem sem assistência.

        Contrate um engenheiro, que faça um bom contrato para resguardar seus direitos, entre direto no portal do CREA SP. Faça sua busca coloque algum dado no quadro, e encontrará um engenheiro, quem irá lhe orientar, e irá lhe render dividendos futuros do que perder teu dinheiro.

        Temos ouvido que pessoas estão com carros guardados, e acabam comprando um nacional. Saiba quais são seus direitos antes de comprar um veículo?

  6. giliard3131 disse:

    A resolução 218 diz que o engenheiro eletricista faz projetos de geração de energia elétrica, isso significa que ele pode fazer projetos completos de PCH?
    Projeto completo de PCH envolve estrutural, arquitetônico, preventivo de incêndio etc etc etc
    Quem se formou com uma grade antiga, criada antes do fim da resolução 218, tem direito adquirido?
    Projetos de transmissão e distribuição de energia elétrica com certeza absoluta envolve projeto estrutural e arquitetônico, claro que a gente não sabe fabricar os elementos estruturais usando concreto, mas a gente compra pronto.
    Uma viga de madeira já vem pronta tb, a mamãe natureza fabrica elas. Da pra construir casa de madeira, ou não dá?

    E porque não libera extintor, hidrante e outras coisas? PCH não tem extintor?
    PCH não tem saída de emergência? … e rampa pra cadeirante?

    Art. 8º – Compete ao ENGENHEIRO ELETRICISTA ou ao ENGENHEIRO ELETRICISTA, MODALIDADE ELETROTÉCNICA:

    I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes à geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica; equipamentos, materiais e máquinas elétricas; sistemas de medição e controle elétricos; seus serviços afins e correlatos.

  7. giliard3131 disse:

    Da pra mexer com concreto sim, porque se for seguir a filosofia da civil, mesmo que não tenha aprendido durante a faculdade, se tem atribuição, estuda por conta e assina, Tipo como se fosse um auto didata.

  8. Viroto Eje disse:

    Frank

    Tudo que é de bom, já tem panelas, assim meu caro, isto que tu me passa já fui atras, já falei com juizes, e não adianta se tu não é da panela, esquece.

    Eu, fico aguardando alguém me convocar já tem anos que tô esperando, já fui em seleção de consultores na Procuradoria Pública em São Paulo na Rangel Pestana, até minha cunhada é Procuradora lá, e nem assim me convocaram, são máfias das fortes.

    Isto de Play Grounds em condominio, não me convocam nunca fiz, só teve uma vez um que me pediu, mas quando ele pensou em me pagar nunca mais me chamaram, no Brasil os fiscais dos CREA´s não estão atuando, se estivessem nós teríamos serviços pra caramba, ai se vê que a gordura no Brasil são dos fiscais que ganham seus salários e não atuam.

    Em buffet´s, aparecem mas querem pagar misérias, tipo ART por R$ 100,00 choram pra caramba, agora vai alugar um buffet´s deles, vai lá chorar, vai.

    Tudo é destes fiscais que não atuam, ai os engenheiros no Brasil não conseguem serviços nenhum.

    Fiscais dos CREA´s deveriam ser extintos por que não servem para nada.

    Os que me atuaram, vieram atras me encher o meu saco, tive que me defender e depois de tudo me disseram que tudo isto não ia virar nada mesmo, ou seja querem mostrar serviços indo atrás de engenheiros, eles estão cadastrado no CREA, é mais fácil, já de fiscalização atuar quem não conhecem eles acho que se cagam de medo, com certeza, um rico tira o emprego dele, e eu já tenho amigo fiscal que foi demitido por justa causa por ter atuado um rico, perdeu o emprego federal, conheço e se alguém duvidar que venha aqui e mostro quem é, hoje o cara virou autônomo por que tava com a corda no pescoço, o órgão federal o dispensou.

    Brasil, meu caro manda quem tem dim dim, o resto são a escória pobre dos cagões, que nada fazem e só nos enchem nosso saco.

  9. giliard3131 disse:

    Interessante, vejam este site dos bombeiros do PR,
    http://www.bombeiros.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=175
    aqui diz que subestação de medição, controle, transformação, tanto na geração, quanto na transmissão e distribuição, devem ter extintores!!!
    Mas o sistema crea/confea não libera as ARTs de extintores pra engenheiros eletricistas.

    CADE O GOVERNO FEDERAL???

    Se tem medo de devolver as atribuições aos engenheiros eletricistas e mecânicos, façam como se faz na Espanha, la o conselho possui engenheiros mais velhos e experientes que analisam e aprovam ou reprovam os projetos mais importantes. Eu sei disso porque fiz amizade com um engenheiro eletricista espanhol.

  10. giliard3131 disse:

    Advinha quem faz esse tipo de serviço:
    “(…)3.1. Análise e interpretação de projetos elétricos. 3.2. Diagnósticos de defeito. 3.3.
    Dimensionamento de condutores e de dispositivos de proteção, comando e controle. 4. Desenho
    Técnico. 4.1. Leitura, compreensão, interpretação e elaboração de desenhos e projetos elétricos
    (unifilares, trifilares e esquemáticos de comando, controle e proteção) inclusive assistido por
    computador (AutoCAD).(…)”

    a) engenheiro civil
    b) engenheiro mecânico
    c) engenheiro químico (hehehehe)
    d) eletrotécnico
    e) auxiliar de eletricista
    f) engenheiro eletricista

    resp. e)
    Se vc escolheu a letra e) vc acertou!!! Agora os projetos de as build de alta tensão na área de distribuição de enegia elétrica são feitos por auxiliares de eletricista, ou, usando um nome mais chique, podemos chamar eles de :
    “(…)NÍVEL FUNDAMENTAL – AGENTE DE SERVIÇOS OPERACIONAIS – ELETRICIDADE(…)”

    • Lucas disse:

      Caro Gilliard,

      Volto no assunto de meus comentários anteriores. A questão não é voltar atrás sobre a concessão de atribuições, e o buraco é “muito mais embaixo” do que imaginamos.

      Vejamos o exemplo acima: cadê a união dos profissionais da área elétrica (nível superior e técnicos de nível médio) sobre o assunto ? cadê a pressão, por que não cobram uma mudança sobre o assunto ? Deixam a coisa andar e depois reclamam, o que não adianta.

      Vejo muitos jovens entrarem para uma Faculdade de Engenharia por “modinha”, pelo bombardeio midiático de que a área está excelente, pagando ótimos salários, emprego para todos. O resultado ? Profissionais com péssima formação, que muitas vezes entraram no curso errado, e depois não conseguem uma boa colocação no mercado. Aí entra a estória de querer “assinar” tudo, dizer que os Engenheiros Civis que fazem tudo, de querer outras atribuições, entrar em outras áreas.

      Pra coisa melhorar, é preciso uma mudança muito grande, tanto por parte do governo, seja na questão de impostos, de salários, mas, principalmente, na visão dos profissionais.

      Neste sentido, precisamos seguir os exemplos dos médicos, dos advogados, que lutam muito mais pela categoria do que os Engenheiros.

      • Luiz Sergio disse:

        Prezado Lucas,

        A classe é desunida. Estou numa luta solitária aqui na Bahia. Consegui que o ministério público federal abrisse processo na polícia federal para investigar a obra do CPD da Justiça Federal.
        Pedi, implorei que todos enviassem e-mais ao CONFEA pedindo uma investigação, mas ficaram com MEDINHO. É por isso que os arquitetos conseguiram ter seu conselho e já fazem o mesmo que os civis…MANDAM NOS ELETRICISTAS E DISCUTEM DE IGUAL COM OS CIVIS.
        Fiquem ai, mecânicos, químicos e eletricistas se escondendo embaixo da cama.

      • giliard3131 disse:

        Os arquitetos se uniram pra criar um conselho próprio pra voltarem a ser os velhos engenheiros-arquitetos do decreto de 1933:

        Art. 30. Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiro-arquiteto :
        a) o estudo, projeto, direção, fiscalização e CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS, com tôdas as suas obras complementares;
        b) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental;
        c) o projeto, direção e fiscalização dos serviços de urbanismo;
        d) o projeto, direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística;
        e) o projéto, direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica;
        f) a arquitetura legal, nos assuntos mencionados nas alíneas a e c dêste artigo;
        g) pericias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores.

        Eles só criaram um conselho próprio pra terem uma quantidade mínima de atribuições pra poderem trabalhar.

        No decreto de 1933 as palavras: “(…)CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS(…)” significavam a garantia duma quantidade mínima de atribuições.

        Essa ideia não existe mais dentro na engenharia elétrica, porque nem a bosta do extintor da subestação o engenheiro eletricista consegue assinar.
        E tem que ser lembrado que na resolução 218 esta escrito que os engenheiros eletricistas podem assinar projetos completos de geração, isso inclui, projeto estrutural, projeto preventivo de incêndio, etc etc etc
        E esta escrito também que os engenheiros mecânicos fazem projetos completos de instalações industriais, que também significa: projeto estrutural, projeto preventivo de incendio, etc etc etc

  11. Lucas disse:

    Prezado Luiz Sérgio,

    É o que digo e repito: falta união. Apenas criticar o sistema de fiscalização, o governo, os outros, não vai resolver a situação.

    Cito outro exemplo: quando uma pessoa é parte de um processo junto à justiça federal (não sei se todos os casos e se continua assim), e precisa de informações deste processo, precisa constituir um advogado para ter acesso ao mesmo.

    Ou seja, sem a presença do advogado, a pessoa não consegue nem saber as informações contidas no processo em que ela faz parte ! Esse é apenas um exemplo da união de outras classes, no caso, dos advogados.

    Digo mais: enquanto as pessoas pensarem somente em “assinar’, e não “vender conhecimento técnico”, a situação só irá piorar. Advogado assina alguma coisa ? médico, dentista também assinam ???

    Vamos torcer pela mudança de pensamento, e que seja breve !

    • Paulo disse:

      Não se possa generalizar, eu tudo que assino tenho, faço e participo, até de tudo tenho memórias de cálculos, não assino o que não sei, assino só se sei o que estou assinando, para assinar sou um saco, quem me procura tem que me deixar a parte de tudo, seja por meios que forem, eu os enquadros para poder assinar algo com muita consciência.

      Como advogado, médico e dentista não assinam, lógico que assinam, acho que tu não tem advogados, não tem médicos e nem dentista, que é isto amigo, tu tá dizendo coisas erradas, tá deturpando a tua classe, ao invés de melhorar tá é denegrindo, pare com isto.

      Eu tenho amigos engenheiros, trocamos informações diárias, talvez o teu mundo seja insólito, e de teu isolamento, te colocou numa situação deplorável, nem todo mundo tem a mesma cabeça, assim não generalizar.

      Eu, critico o que vejo de errado, e tenho tido retorno, com ajuda de funcionários dos CREA´s, e assim tudo faz parte, nunca me surgiu algo errado, e trabalho com juizes, advogados, engenheiros, arquitetos, todos fazem suas partes.

      Tem hora aqui neste grupo que tem pessoas que dizem o que não sabem.

      • Lucas disse:

        Caro Paulo,

        O que disse em relação a assinar não é a questão de profissionais que apenas recebem sem fazer nenhum serviço. Digo assinar no sentido mais amplo.

        Vejo inúmeros ENGENHEIROS decentes, corretos, que exercem sua profissão de maneira digna, que elaboram projetos e os executam de forma correta, mas mesmo assim dizem que assinam os trabalhos. O que quero dizer é que, de maneira geral, principalmente na visão dos leigos, o único trabalho do engenheiro é assinar, e que não tem o trabalho de fazer alguma atividade que demande tempo e conhecimento,

        De maneira alguma estou nivelando todos, inclusive você, ao nível de quem não trabalha direito. Este é um artigo em que podemos expor nossos comentários, e assim devemos fazer.

        A minha analogia quanto à assinaturas por parte de médico, advogado e dentista, como exemplo, é a seguinte: se você precisa ingressar com uma ação na justiça, e contrata um advogado, NUNCA ouvirá ele dizer que ele apenas “assina” os documentos jurídicos. Se está doente e procura um médico, NUNCA ouvirá ele dizer que apenas “assina” uma receita. Se procurar um dentista e ele dizer que seu problema deve ser tratado com outro profissional da saúde, NUNCA ouvirá ele dizer que apenas “assina” o encaminhamento.

        Claro que em todas as áreas existem más profissionais, mas nunca vimos tantos exemplos na mídia como em nossa classe.

        É neste ponto que quero chegar. A sociedade precisa enxergar nosso trabalho com bons olhos, que passamos a vida toda estudando, se aperfeiçoando, trabalhando com profissionais de outras áreas para propor as melhores alternativas na solução de algum problema, e não apenas “assinamos os trabalhos”, dando a impressão de que o trabalho é feito por terceiros, colocamos apenas o nome, assinamos e queremos cobrar caro por isto.

      • Paulo disse:

        Sr. Lucas. Ok, entendi, desculpe-me, cada um entende e interpreta os textos, de outros modos. Sim, já ouvi isto de pessoas amigas minha, que é dito popular, porém sempre parte de pessoas sem instruções, que não sabem o que dizem em dizer que “só assinamos” – não é bem assim, não só o fato de tu ver a qualidade de fabricação de um mão de obra, dos que metem a mão na graxa, no meu caso como engenheiro mecânico, eu visito a empresa, ou vejo o camarada instalando equipamentos e vejo como é o fabrico dele, os dispositivos mecânicos, e tendo um perfil do trabalho de quem é braçal, voce tem um escopo da qualidade do produto, mas eu outorgo documentos sabendo que existe controle, e voce fica em casa, estudando, mesmo depois do derradeiro cinco anos, isto não para, ai os ignorantes não olham os tombos que voce leva, suas horas e horas em casa de final de semana estudando normas, lendo resoluções, e tomando todos os cuidados, assim eles só olham quando voce assina, ai vem isto de que os engenheiros só assinam, mas sabem o que estão assinando, assim é estonteante o que dizem dos engenheiros, sem terem vistas as horas e horas que ele deixa de passear finais de semana, isto ninguém vê. Bom, entendo sua preocupação, realmente deve existir engenheiros, que por via das dúvidas, para ele é tão salutar que não se preocupa, assina ao bel prazer, eu sempre assino e sei o que estou assinando, em 2007 soube de um engenheiro que assinou um pacote de umas 500 ART´s em troca de alguns milhares de reais, ou seja tem quem faz isto, sim tem, mas não sei quem são não, e nem quero saber, agora se ele é um individualista, com certeza deve ser e isto vejo dos engenheiros civis, são arrogantes em muito, nem tenho amizade com esta classe, sinceramente, meus amigos são todos engenheiros mecânicos que vivem como eu, com tudo certinho, não fazemos ganbiarras, e eu não sei dos engenheiros elétricos, só sei de um que me colocou em situações ruins, que depois vi que ele se autopromoveu com orçamentos ditos por ele que eu deveria cobrar, que eu cobrava barato, ou seja ele obteve a meta dele, com este dito cujo eu já o queimei, por que faltou de ética comigo, em me colocar em situação de risco, nem cheguei a assinar nada, devido a um orçamento estonteante, isto para elevar a autoestima dele com os clientes dele, penso que seja feliz,, mas muito feliz bem longe de mim. Existem engenheiros bons e ruins, sim e a gente que é boa acaba levando a fama por causa dos maus, isto é em todas as profissões, via de regra.

  12. Lucas disse:

    Gilliard,

    Em relação ao CAU… A Resolução do CAU de nº 21 trata sobre as atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista.

    Procurei as disciplinas e ementas de algumas faculdades de arquitetura e urbanismo, tanto públicas quanto privadas, e comparei com a Resolução acima.

    Não entrarei no mérito da questão, pois existem diversos cursos pelo país, com grades curriculares que sofrem algumas variações, bem como não tenho conhecimento suficiente em direito para entrar no mérito da legalidade desta legislação, mas vejamos alguns itens nela elencados:

    Projeto de estrutura metálica
    Projeto de ventilação, exaustão e climatização
    Projeto de instalações prediais de gases medicinais
    Projeto de instalações telefônicas prediais
    Projeto de instalações prediais de TV
    Projeto de cabeamento estruturado, automação e lógica em edifícios

    Particularmente, não consigo visualizar um arquiteto e urbanista, que estudou 05 anos de desenho de edificações, de urbanização, de melhor aproveitamento de espaço, tendo conhecimento técnico necessário para desempenhar as atividades acima com a mesma qualidade que os profissionais da área (engenheiros, tecnólogos e técnicos da área de mecânica e elétrica – eletrônica e telecomunicações), assim como não consigo visualizar um engenheiro mecânico ou outro engenheiro industrial voltando ao tempo, com atribuições de um Decreto Federal de mais de 80 anos, fazendo as mesmas atividades de um arquiteto.

    Conheço diversos arquitetos, excelentes e renomados profissionais de minha cidade, que só trabalham com projetos ligados à área de arquitetura, principalmente projetos arquitetônicos, e que tenho a plena certeza de que não se “atrevem a encarar” os projetos acima, mesmo sendo de sua atribuição.

    • giliard3131 disse:

      “(…)e que tenho a plena certeza de que não se “atrevem a encarar” os projetos acima, mesmo sendo de sua atribuição.(…)”

      sei …sei, aham, pode cre!!! pode cre!!

    • Luiz Sergio disse:

      Prezado,

      Eu li alguns comentários e sobre”assinaturas” temos que tomar cuidado com o que se fala. Um profissional que “assina” uma ART sem ver a obra ou projeto deve ser sumariamente condenado. Outro caso é com a conivência de funcionários públicos e do CREA colocam numa licitação que VOCÊ é o responsável técnico sem ter a ART correspondente (só se tiverem sua senha). Isso aconteceu comigo e entrei na justiça.
      Quanto ao CAU eles podem fazer qualquer resolução, até neurocirurgia. Se NINGUÉM contestar, fica valendo. Ai é que eu digo que nós eletricistas somos cordeiros. Vocês sabem que a resolução existe e não contestam. Eu entrei na justiça, e vocês? Ficam aqui no BLA BLA BLA e nada. Tem arquiteto cuidando de ar condicionado, automação e rede lógica. Eu denunciei e vocês? Cadê o CONFEA? Agora se um arquiteto começar a fazer estrutura e outras coisas dos civis, ai vocês vão ver o bicho pegar.

      • Lucas disse:

        Luiz Sérgio,

        Volto a dizer: conheço vários profissionais sérios, competentes, dedicados, que realmente executam seus trabalhos, mas que usam o termo assinar para os seus trabalhos.

        Não estou julgando todos os profissionais, mas apenas expondo minha opinião, sobre o que escuto de alguns deles e, principalmente, do que escuto dos leigos, perguntando: tal engenheiro pode assinar tal coisa ? onde digo: sim, mas ele não só assina, mas também calcula, desenha, orienta, etc.

        Quanto aos arquitetos começar a fazer coisas dos civis, veja o que também está na Resolução:

        Projeto de estrutura de concreto
        Projeto de estrutura pré-fabricada
        Projeto de instalações hidrossanitárias prediais
        Projeto de instalações prediais de águas pluviais
        Projeto de movimentação de terra, drenagem e pavimentação
        Projeto de sistema de coleta de resíduos sólidos

        Citei estas atividades apenas como exemplo, e além dos projetos, a Resolução também prevê a execução das atividades.

      • Luiz Sergio disse:

        Se ninguem constestar na justiça, fica valendo.
        Cadê vocês que não entraram co CONFEA reclamando?

  13. Paulo disse:

    Meu Deus aonde chegamos. Alguns amigos tem comentado comigo que tem empresários obtendo diploma de engenheiro mecânico, se conseguem, penso que de civil, elétrico, eletrônico idem. Soube no ano passado de um baiano, que sempre foi peão de soldagem que está tirando o diploma de engenheiro mecânico na USP na Cidade Universitária, fiquei até hoje encucado com isto, se eu e demais tivemos que malhar cinco longos anos para ter nosso tão apetitoso direito depois de cumprir todas as grades dos períodos, agora digamos de passagem “zé manés” tão tirando isto e logo na USP, e agora há pouco um empresário que queria no ano passado que eu viesse a ser RT da empresa dele no CREA,demos entrada nos documentos e simplesmente pelo fato de eu ser já de duas, teriámos que aguardar seis meses, ai hoje o cara ai um outro me passe e-mail, pedindo a minha assinatura do estágio dele!!!!! Voltei e-mail e questionei que nunca me falaram disto e que eu não posso por que não estou a uma empresa juridica e nem como rt para tanto, a qual teria ele feito o estágio, ai soube que tá tirando o diploma de engenheiro mecânico!!!!!!!!!!!!! Como, simplesmente não entendo, os caras são empresários estiveram trabalhando em tempo integral nos últimos cinco anos, que sei ganharam um colosso de dinheiro, devido que são pessoas que para eles nada tem a perder, assim investem pesado e ganham muito dinheiro, a questão que a ganância assolo a eles que estão com certeza pagando diploma, por que não é possivel, se eu levei cinco suados anos e não pudia nem trabalhar como este povo podem, algo de muito errado tá nisto, alguém deve estar ministrando cursos de engenharias em seis meses, ou menos, como podem, como podem, como podem. Sinceramente estou chocado com isto. Será verdade que um cara que nunca estudou na vida, eu fiz cursinho, para entrar numa universidade, e a minha vida toda foi de estudo, deixei de ganhar para ficar estudando, agora vou perder meus ganhos, para pessoas que nunca pisaram em escolas, algo de muito errado nisto.

    • Lucas disse:

      Paulo,

      Veja com o Crea de seu estado qual é o procedimento para dar entrada com registro de quem forma em outro estado, se o Crea pede para a faculdade validar os documentos.

      Se for o caso, e caso se trate de algum diploma falso (não estou afirmando que seja, apenas comentando uma hipótese), o camarada nem consegue se registrar.

      Alguns Crea’s adotam este procedimento.

  14. Paulo disse:

    Vou mais além. Outro dia conversando com uma engenheira de produção com segurança do trabalho, me disse que fez uns trabalhos em engenharia mecânica, apresentou no CREA, com isto obteve o diploma de engenheiro mecânico!!!!!!!!!!!!!! Não consigo entender, quer dizer que quem estudou cinco anos, não vai precisar mais ficar cinco anos, pega ai uns documentos vai no CREA e te dão o diploma, meu Deus tão ferrados, quem vai me ressarcir cinco anos muito bem estudados, e estes novos profissionais terão capacitação, si bem que em lugar nenhum deste pais tive que fazer alguma prova de capacitação, quem me contratou soube que eu era muito bem capacitado, agora este povo que são práticos vão superar os que ficaram acadêmicos, então as pós graduação vão fechar, vai acabar mestrado e doutorado, por que a formação básica virou livro de bolso, se compra em qualquer banca de jornal.

    • Lucas disse:

      Paulo, será que esta pessoa não é engenheira de produção com modalidade em mecânica ? se for, ela tem direito as mesmas atribuições de quem forma em engenharia mecânica.

      Não acredito que o Crea tenha concedido a ela algum título adicional, até mesmo pelo fato de que, caso ela tenha exercido alguma atividade fora de sua área de formação, deveria ser fiscalizada por isto.

    • IOW disse:

      Cara desculpa, mas um curso aqui no Brasil não ensina nada da prática. Isso explica porque os engenheiros podem trabalhar em outra área sem dificuldades;

  15. Pingback: Entendendo a falácia da falta de engenheiros no mercado - Hélio Andrade

  16. Lucas disse:

    Estive lendo outros sites e artigos esta semana, e me deparei com cada absurdo.

    Mais uma vez volto a comentar: a falta de união dos profissionais, de todas as áreas da engenharia, é absurdamente grande.

    Rixa de qual engenharia é melhor, que a civil é a mãe de todas as outras engenharias, perguntas absurdas sobre o que posso “assinar” depois de formado…

    Qual e engenharia é a melhor ? De que adianta um civil construir uma estrada se não há um veículo projetado por um mecânico, com componentes desenvolvidos pelos eletricistas, combustível criado pelos químicos, para poder rodar nelas ? Será que o processo produtivo do cimento, dos insumos para o concreto não são de conhecimento das outras engenharias ??

    Em vários sites engenheiros eletricistas e mecânicos comentando sobre a possibilidade de “assinar” planta e execução de construção de até 4 pavimentos.. como assim ??? que conhecimento de topografia, de solos, de materiais de construção civil que esta pessoa teve na graduação para trabalhar com isso ? Engenheiro Civil sendo RT de empresa de estrutura metálica ou fazendo instalação elétrica em alta tensão… ?

    Onde vamos parar ? Pq estudar 05 anos em um curso se quer trabalhar em outra área ?

    As pessoas estão ingressando nas faculdades, muitas vezes particulares, gastando muito tempo e dinheiro sem saber que rumo tomar, sem ter se decido o que quer da vida, só pode ser.

  17. Paulo disse:

    Sr. Lucas. Do CREA para nós, eles falam que uma pessoa que apresenta um diploma com carimbo do MEC, obtem sua credencial, não importa se estudou um ano, ou cinco, isto nada muda, deste modo eu fico muito fulo por que eu estudei cinco anos, e deixei de trabalhar para ser um bom engenheiro, e sou um dos melhores no país, desde que me formei meus projetos sempre foram de sucesso, porém somos mal vistos na sociedade pobre, por que quem tem um cargo tá pouco se lixando para quem trabalha na iniciativa privada, veja no nosso dia a dia nos deparamos com os CREA´s que para uns tratam bem, e para outros a discórdia, o erro e a desvalorização do profissional, que tenta viver, mas é contido por outros profissionais que não tão nem ai com o seu colega de profissão, nestes dias comprovei que muitos e muitos empresários, principalmente os nordestinos que vieram para São Paulo, nas décadas de 70, 80, 90 e aqui foram empregadinhos mal tratatos, hoje a maioria são pequenos empresários bem sucedidos, no tempo que os engenheiros estudaram cinco anos, e trabalharam durante estas décadas, foram sendo menos prezados, por que tudo vem de errros de nossos politicos ladrões, se imagina que lá em Brasilia na fundação dela, tinha caminhoneiros que ficavam circundando a torre de controle de entrada de canteiros de obras, e os caminhoneiros contavam as voltas que eram entradas na obra, e assim faturavam tipo hiperfaturamento de cargas de produtos que vinham do sul, e assim Brasilia foi um altissimo investimento de altissimo risco, em que o país ficou devendo para o FMI uma dívida faraônica, além de tudo para pagar os pequenos fornecedores, tudo maracutáias, que ali fizeram o maior puleiro de mensalões da historia do país, até hoje nada disto foi ventilado, lógico a dinheirama para a construção de Brasilia foi algo que mexeu com os sentimentos dos brasileiros – nossa a capital do Brasil, bela porcaria, o que temos hoje lá, um fazendão, aonde a população lá são escravos do regime colonial do Brasil até hoje, e os senhores politicos realizam negócios ainda na velha capital do Rio de Janeiro, e assim se vai neste país. Veja o que tenho sentido na pele nos últimos anos, e recente: E-mail para um engenheiro elétrico que faz documentos para provedores obterem licenças na Anatel. – Sou engenheiro mecânico e faço toda a parte de documentos para estrutura metálica de torres. É bom termos parceiros, que trabalham nesta área, e vejo que a maioria das pessoas ainda são resistentes em não querer se legalizar, e trabalham na clandestinidade (fiscalização hoje em 2014 zero, zero e zero em todo solo braslieiro, por que? Esta resposta obtive junto de empresas de medicina do trabalho, que atuam só as grandes empresas, por que o numerário das multas é muito alto, assim para que atuar empresas pequenas, se não possuem estruturas para pagarem multas, e assim terão que fechar, então não atuam a grande maioria no Brasil que são das pequenas não obtém lucros com multas), ou quando precisam de torre não compram de quem fabricam, por que estes cobram ouro de uma torre, enquanto outros tentam fabricar a sua por conta, que sai muito mais em conta, assim fabricantes de torres é algo exorbitante. Tenho sentido que aquele que não tem uma formação superior, são os que mais ganham nas vendas, e nós engenheiros ganhamos quirelas, infelizmente neste país os próprios engenheiros se desvalorizam, outro dia um cliente que queria documentos para plataforma para deficiente fisico, me disse que o pai da garota, que viria a ser sua nora era do CREA e que o valor da ART era de R$ 180,00 pronto, o engenheiro lá é um concursado tem emprego estavél e pega bicos e pede pouco, já os que são autônomos como nós, e tu creio que seja também, temos que cobrar baratos nossos serviços por culpa de quem trabalha nos CREA´s, que são concursados, e tem salário fixo garantido, enfim quem pagam eles somos nós e e eles tratam de desvalorizar a gente. Penso que tu concorda com isto, que existe pessoas totalmente desabilitadas e que ganham muito e muito, e nós estudados somos desvalorizados, certo! Ai, da parceria é fortificar no cliente a necessidade de legalização de todos os pontos na licença que vier a obtiver. E, dos empresários que são de origem nordestinas, estão tirando diplomas de engenheiros em faculdade, que não frequentam, por que são das pagas, e outro dia um queria que eu viesse a assinar o estágio dele, e me pagar nada, ai para me livrar desta anarquia da roubalheiras em que os CREA´s aceitam um diploma desta gente, disse que eu teria que estar como RT da empresa juridica e comprovar as horas que ele realizou o estágio – depois disto o cara sumiu, por que era maracutáia, deve ter arranjado outro que assinou por R$ 180,00 vai saber. O pior foi eu em 2005 com diploma com carimbo do MEC o CREA recusou registrar me como “Engenheiro Mecatrônico”, quando tenho 720 horas de curso de pós graduação na USP de São Carlos, e com este diploma eu trabalhei nos últimos 30 anos, como mecatrônico e não como engenheiro mecânico, ai tá a arapuca do CREA, para os engenheiros novos aceitam qualquer tipo de documento, e nós os mais velhos somos sumariamente retidos, recusados, então estão pegando o leite das crianças, só pode ser isto, e eu tive em 1998 demissão de uma empresa, que em 2003 vim a descobrir com o Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, que no CREA de minha cidade pegaram o leite das crianças, em aceitar que a empresa que eu era RT deles, não precisavam de um engenheiro mecânico, fiquei dois anos desempregado, até que consegui um emprego como professor numa universidade federal, por causa de meu diploma de engenheiro mecatrônico, o CREA sou engenheiro mecânico até hoje, ai depois de um tempo descobri que a UFSCAR vendia projetos de produção para a empresa que eu perdi meu emprego, ou seja houve uma corrupção entre CREA – UFSCAR – empresa privada, ali ganharam muito e eu fiquei desempregado a favor de corruptos, assim digo neste país ou tentamos mudar o cenário ou daqui a pouco o bebê já nasce com diploma de engenheiros, tamanha a cara de pau de gente que usa do cargo público em beneficio próprio, o que isto configura abuso de poder do cargo que ocupa, sujeito a demissão por justa causa, e ressarcir os que foram lesados nas últimas décadas, dentre eles eu, que tive pelo menos 10 anos para processar o CREA, mas não sabia disto os meus defensores que são a minha classe profissional até hoje lutam para desvalorizar a nós engenheiros brasileiros e estendem tapetes vermelhos para os engenheiros estrangeiros, lógico quem vem de fora vem com dolares, e isto é muito interessante, já nós brasileiros para termos uma CAT no CREA, recentemente tive que denunciar um CREA na Ouvidoria do CONFEA, para obter uma CAT por que o funcionário do CREA me impediu de registrar o Atestado da empresa contratante por que não tinha reconhecimento de firma, salientando que obtive a CAT do CREA em Tocantins no ano passado e não pediram nada disto, de reconhecimento de firma de diretor de empresa de grande porte nacional, que são de usinas hidrelétricas, este outro absurdo a nós brasileiros os cacos e gravetos, aos estrangeiros jantares e tapetes, isto tudo recente do ano passado para cá, e meu desemprego foi em 1998, quer dizer que existem corruptos dentro dos CREA´s em todo o Brasil? Sim, tá mais que provado que dão registro para quem leva diploma com carimbo do MEC, e para quem como eu que sou engenheiro titulado com pós graduação, me recusaram por que queriam o histórico escolar, e destes novos que no histórico escolar deve constar que tiveram 100% de frequência as aulas, como se o curso normal é de cinco anos e em período integral, mas eu ouvi de um engenheiro mecatrônico que fez engenharia em um ano, e já atua como profissional capacitado, quer dizer que comprou o diploma e o CREA aceitou deles, e de mim até hoje não e não, quando trabalhei em automação 30 anos, ou seja nas últimas tres décadas, e isto não conta, por que sou engenheiro e não paguei para ter o diploma de mecatrônica, é isto, com certeza. Aonde os senhores querem chegar, este grupo nestes dias deram um sumiço, não recebi mais depoimentos, estiveram ocupados no carnaval, é isto, não tiveram tempo para trabalhar, enfim penso que quem esteja aqui é funcionário público concursado, ou não, que digam quem são quem aqui, assim vamos por os pingos nos i e tentar melhorar este pais aonde existe mais corruptos hoje do que gente honesta.

    • edupinto disse:

      Paulo, com todo respeito, achei seu texto bem confuso, principalmente para um profissional com 30 anos de experiencia profissional e experiencia como professor universitário. Além disso achei extremamente desnecessárias essas colocações abaixo. Uma agressão gratuita, preconceituosa e sem o menor sentido contra os nordestinos!

      “nestes dias comprovei que muitos e muitos empresários, principalmente os nordestinos que vieram para São Paulo, nas décadas de 70, 80, 90 e aqui foram empregadinhos mal tratatos, hoje a maioria são pequenos empresários bem sucedidos, no tempo que os engenheiros estudaram cinco anos, e trabalharam durante estas décadas, foram sendo menos prezados”

      ” E, dos empresários que são de origem nordestinas, estão tirando diplomas de engenheiros em faculdade, que não frequentam, por que são das pagas”

      Só queria uma estatística ou um dado concreto pra provar que os “empresários nordestinos” são tão diferentes e tão piores que os empresários do resto do Brasil. Você com tanta experiencia deveria saber que além de conhecimento técnico é necessário ética, educação e respeito na vida profissional. Então não é de se estranhar que alguém com um comportamento preconceituoso desses e com colocações como essas de caráter questionáveis tenha que recorrer a “teorias da conspiração” para justificar sua dificuldade de achar emprego.

      “Boa sorte” na sua luta contra o CREA e os “empresários nordestinos”.

  18. Paulo disse:

    ISTO É BRASIL.

    COPA – SENHORES TURISTAS, SE PREPAREM VEJA AQUI O QUE LHES RESERVAM.

    SOMOS CONTRÁRIOS A COPA NÃO PERCAM SEUS TEMPOS VINDO PARA CÁ, QUE PODEM AINDA SEREM VITIMAS DA VIOLÊNCIA QUE É GERAL, NÃO TEMOS ORDEM E NEM PROGRESSO TUDO AQUI ESTÁ A DERIVA É UM PAIS PERDIDO.

    OPINIÃO DO LEITOR – O Brasil é um país perdido rumo ao abismo… 3, agosto, 2010 ASOV – Aposentado! Solte o Verbo… Deixar um comentário Ir para os …

    http://aposentadosolteoverbo.org/2010/08/03/opiniao-do-leitor-o-brasil-e-um-pais-perdido-rumo-ao-abismo/

    Eu vi o que aconteceu depois do fim da Ditadura Militar, trama arquitetada pelos estadunidenses e apoiada pela imprensa brasileira e políticos chacais que espreitavam a oportunidade para programar no país a corrupção que corria, corre e correrá em suas veias e seus corações sujos. O que o Brasil perdeu em vidas desde o fim da Ditadura Militar que ocorreu em 1985 até a presente data é algo em torno de um milhão e duzentos mil brasileiros assassinados, isto ao bel prazer da corrupção e sonegação, e como se isto não fosse o suficiente, tivemos no ano de 2009 uma arrecadação em impostos pagos pelo povo trabalhador brasileiro no valor de um trilhão de reais e em 2010 a projeção é de um trilhão e duzentos bilhões de reais, e o retorno é quase zero para o social, para o trabalhador… Portanto os que se iludem com falsas notícias divulgadas pelo monopólio que é a imprensada imprensa brasileira apoiadas pelas mentiras que fazem parte do mau caráter corrupto dos políticos do atrasado Brasil do terceiro mundo ontem, hoje e sempre, é bom irem logo se contentando em suas mesmices e apatias, que nada mudará neste país manipulado por investidores e especuladores internacionais que só visam lucro, e os brasileiros e seus políticos corruptos, que se danem e se destruam. O Brasil precisa urgentemente do retorno dos militares ao poder para que tenhamos o equilíbrio restaurado como tivemos antes de 1985 ou então caminharemos a passos mais largos do que já caminhamos atualmente rumo ao nada e com as mesmas promessas falsas que só contribuem para a destruição da sociedade brasileira que hoje é governada pelo narcotráfico e mal representada por políticos corruptos que se escondem atrás do dinheiro fácil para bancar sua proteção e blindagem jurídica através do tal foro privilegiado. O Brasil é um país perdido rumo ao abismo com esta democracia para ricos, corruptos e ladrões, isto se o Exército Brasileiro não tomar a frente em caráter de urgência nacional. Tá dado o recado e acreditem se quiserem, porque para mim não é nenhuma novidade o quadro atual que a sofrida sociedade brasileira vivencia, isto porque que vi a tragédia atual em 1985 com o fim do Regime Militar. – See more at: http://aposentadosolteoverbo.org/2010/08/03/opiniao-do-leitor-o-brasil-e-um-pais-perdido-rumo-ao-abismo/#sthash.wwx4VhVh.dpuf

    DENÚNCIAS NA ANATEL DA TELEFONIA FIXA – RESOLVEM!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Observação Solicitação:

    Telefone DDD 016 3307XXXX, que era uma linha anterior, em que recebo com frequência ligações do varejo perguntando de pessoas que não conheço (!!!), ou seja eu pago um serviço e sou tomado por ligações indesejadas, dentre elas de quem esconde o número de seu telefone “DESCONHECIDO”, que na noite anterior me acordaram de madrugada por tres vezes, e com isto tive que desconectar o fio da tomada, e agora tenho que fazer isto todas as noites. Que direito não tenho, ou tenho? Se eu pago a linha como conta pós pago, tenho o direito de receber ligações suspeitas, de comerciantes, que são pessoas despreparadas que pegam telefone de pessoas marginalizadas? A Anatel deveria, e já está em tempo de criar novas regras para o uso da telefonia fixa no país, em que num comércio, quem fornece um número de telefone, deve entrar no banco de dados da empresa distribuidora, no caso, a Vivo/Telefônica e saber se a pessoa é a titular da linha, do contrário não irá mais ligar no número e interromper a vida das pessoas normais e honestas, e sabendo que com este desligar do cabo na tomada, por ser separado e ter filho menor, estou sendo impedido de que madrugada algo ocorrer com meu filho, o mesmo não conseguir me ligar, e isto gera dolo moral e de ordem familiar, devido que a Anatel é a principal responsável em que tem permitido que as companhias distribuidoras de linhas fixas, permitam que o seu cliente seja colocado em situações que afrontam os bons costumes e de que permitem que seu número de linha seja exposta.

    O usuário complementou a solicitação com a seguinte informação: Identificar ligações “DESCONHECIDO” e aplicação de multas para quem obtém este tipo de autorização, e dos que chegam “CHEGADA” ou “CHAMADA” isto deve ser proibido, devido que afronta e coloca marginalizados a favor da geração de violência, com o aval da Anatel e das empresas de telefonia, ao assinante de uma linha fixa, no extrato bancário da conta mensal, deveria vir o número destas ligações, para poder ser identicados e podermos gerar o BO – Boletim de Ocorrência Policial e promover processo contra pessoas que não se são ao respeito e afrontam os bons costume numa sociedade normal, se isto continuar nós teremos que processar a Anatel que assim o tem permitido, e das empresas de telefonias. Tudo aqui vai para as redes sociais, e a Vivo perde credibilidade comercial.

  19. Paulo disse:

    Sr. Edupinto. O senhor divagou o assunto, e usou minhas palavras para colocar erros de colocações,em momento algum eu disse que os nordestinos são ruins, o teor do assunto é mostrar a quantas anda nosso país, e pareceu-me que o senhor se sentiu ameaçado, ao tom ao qual me interpela em dizer que eu seja o errado, meu Deus, a que ponto chegamos, poderia por gentileza me dizer qual é a sua formação universitária, cargo que ocupa, quantos anos tem, eu tenho 61 anos de idade, e com todos que trabalhei nunca me ofenderam como o senhor está me ofendendo, sempre tive convicções e sou apolitico, assim por favor vamos falar no mesmo nivel eu sou engenheiro mecânico, tenho curso profissionalizante em mecânica industrial, tenho pós graduação em especialização de projetos em mecânica fina, e pós graduação em mestrado pela Escola de Engenharia de São Carlos – USP, doutorando pela Unicamp em Robótica, e desenvolvi mecanismos para sistema de controle de atitude em satélites para o INPE em 2009/2010 sou um dos poucos mais notáveis pesquisadores em que faço idéia virar produto rentável, neste dias fui chamado para construções de novas empresas, empregos não me faltam, e até recuso, trabalho com empresários de todas as origens, não estou ofendendo ninguém tô dizendo que o nordestino, veio para cá e foi maltratado, e aprendeu e cresceu e hoje é milionário, e tudo pode, e são amigos meus e amigos de amigos meus, sorte deles, agora vamos ver – apresente ai quem seja tu, para conversarmos no mesmo nivel, obrigado, já que tu me ofendeu tenho direito a réplica.

    • Aldair Ferreira Jr disse:

      Sras. e Srs.:

      Lamentável que um debate de alto nível como o iniciado com o tema “Falácia da Falta de Engenheiros” tenha perdido o mote inicial e, motivado por questões pessoais, mesmo que importantes e totalmente cabíveis, mas apropriadas par um outro fórum, talvez; tenha enveredado por caminhos ou posições inadequadas e um pouco preconceituosas, como dizer que “empresários de origem nordestina” estejam tirando diplomas de engenharia em 1 ano!

      Na verdade, melhor seria dizer que “estamos vendo que em todos os lugares e pessoas de todas as origens desse Brasil, estão tirando diploma em 1 ano”.

      Não sei se é verdade, mas não é correto dizer que um grupo, de uma região ou outra, está fazendo isso, posto que o sistema de ensino qualificador e homologador de diplomas é nacional, o sistema de habilitação e fiscalização profissional é nacional, então, todos os grupos sociais do país podem estar usando tais atalhos.

      Nesses casos, melhor generalizar. Seria mais “politicamente correto”.

      Como disse o engenheiro Euclides da Cunha: “… o sertanejo é, sobretudo, um forte…”.

      Saudações a todos.

    • edupinto disse:

      Olá Paulo,

      Sou engenheiro eletricista, formação em Automação e Controle, formado em 2006 no nordeste do Brasil.

      Não respondi para não dar continuidade a uma discussão fora do tema. Parabéns pelo seu currículo e boa sorte na sua vida profissional, mas continua achando que sua colocação foi desnecessária e preconceituosa. E reafirmo minha colocação:

      “Só queria uma estatística ou um dado concreto pra provar que os ‘empresários nordestinos’ são tão diferentes e tão piores que os empresários do resto do Brasil”

      • Paulo disse:

        Eng Edu, nunca falei que nordestino é ruim, eu disse que vieram para São Paulo, comeram o pão que o diabo amassou, e alguns viraram empresários por aqui, e que tu sendo engenheiro eletricista pode ser meu parceiro, nada contra voce, minhas colocações são genéricas, a bem de todos, saberem a quantas anda nosso país, se eu ficar quieto como muitos o fazem, tudo vai acabar ficando cada vez pior, e assim dizer, alguns entendem de uma forma, outro de outras formas, fazer o que, a escrita na internet hoje leva a gente a uma série de interpretações erradas, e para isto que todos tem o direito de escrever, e falarem o que pensam, vivemos num pais da democracia, aonde todos são livres, mas eu nunca censurei, apenas apresento meu ponto de vista. Estou com investidores em energia, e vejo que é tua área, se pode se aliar a mim tenho inúmeros projetos no mercado em andamento, em torres de telecomunicações, tenhos outros colegas teus que temos parcerias por todo o Brasil, tenho pessoal em usinas hidrelétricas em trabalho, tenho pessoal em fabricações de outros tipos de equipamentos, e tu se encaixa a ser parceiro comigo, tenho pessoal no Rio Grande do Norte, Ceará, Amazonas, Tocantins, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, e nenhum deles e eu ficamos trocando inimizades, meu intuito é termos amigos, e neste site aqui de quem falam que não tem engenheiros no Brasil, nossa existem é muitos e muitos, mas não obtém empregos, por que nossa politica trabalhista no Brasil tá cheio de erros, e quem publica e diz nos meios de comunicações que faltam engenheiros, é por que não sabem, e dizem coisas sem saberem, existem é muitos e muitos em todas as idades desempregados, por que infelizmente o nosso país é um pais emergente, aonde a grande maioria são de pessoas que não querem os engenheiros, ai vem isto de falarem o que não sabem. Bom, tá ai vamos fazer as pazes e será bom para todos, isto de ficar de briguinha não vai levar a lugar algum, nunca disse que nordestino não presta, tu ai que colocou isto, não sei aonde achou isto, sinceramente creio que tu não gosta dos paulistas, fala a verdade. Desejo que tu tenha sucesso, nunca desejei mal a ninguém, apenas que não me digam o que não sei, e ter que saber o que não disse, obrigado.

      • edupinto disse:

        Olá Paulo,

        Bom… Acho que começamos mal. Peço minhas sinceras desculpas. Escrever textos na internet, especialmente grandes e com muitas informações acabam gerando má interpretações. Entendi seu ponto de vista depois de suas exposições, mas em uma primeira leitura confesso que ele gerou margens para duvida. Inclusive desobedeci uma regra pessoal minha, que é nunca responder algo com raiva.

        Já trabalhei em vários locais do Brasil e presenciei muito preconceito com os nordestinos. Pessoas que se achavam superiores apenas por terem se formado em uma universidade do Sul/Sudeste. Os mesmos que mostravam uma completa ignorância em relação a qualificação dos nordestinos, mostrando completa falta de conhecimento da existência universidades no nordeste que estão entre as melhores do Brasil e até do mundo. Casos inclusive de insubordinação apenas pelo fato do superior imediato ser do nordeste.

        Mas com base nos seus comentários, você já passou por inúmeras situações em trabalhar com pessoas que se acham superiores por terem vindo de alguma região específica do Brasil ou ter cursado alguma universidade em particular. E que discriminam outras sem as conhecerem, pelos mesmos motivos. Isso em um país como o Brasil formado por um povo tão miscigenado é de uma estupides sem tamanho.

        Atualmente trabalho com P&D no norte do Brasil e estou enfrentando uma dificuldade imensa em achar colegas engenheiros qualificados e com inglês (indispensável pela natureza da empresa e atividade), para a área técnica. Hoje vejo as pessoas focarem mais no currículo e no marketing pessoal que no conhecimento e experiência. Foco em MBAs “de grife” ao invés de especializações técnicas. Brigas por quem assina o quê, por direito ao piso por portar um diploma… Quando a engenharia no Brasil deveria estar focada em mostrar resultados, inovação e qualidade. Mostrar ao mundo e princialmente a nós brasileiros o quanto somos bons. O quanto somos melhores que os engenheiros estrangeiros que alguns fazem questão de querer barrar a entrada.

        Como trabalho numa área mais voltada a eletrônica/telecomunicações, desde que me formei nunca precisei assinar nada, nunca senti falta do CREA, que acabei nem tirando. Então acho que estamos brigando pela coisa errada. Devemos brigar por incentivo a engenharia, P&D e condições de trabalho que nos façam concorrer de igual para igual com o resto do mundo e não por um salário alto pelo simples fato de portar um diploma de uma profissão específica.

        Acho justo o piso, apenas não concordo que ele seja o principal problema da desvalorização do engenheiro no Brasil. Acho válido a divisão da real atribuição de cada área técnica e cada um assinar pelo que tem conhecimento técnico para tal, mas não acho que esse seja o principal motivo da falta de emprego em determinados ramos da engenharia.

        Fica aí minha contribuição a discussão e de novo meu pedido de desculpas ao Paulo e a mais alguém que eu tenha ofendido.

        Abraços

        PS.: Não tenho nada contra paulistas, inclusive nasci em SP e fui pro nordeste pequeno.

      • Paulo disse:

        Eng. Edu. Agradeço Vossa compreensão e apreço as minhas palavras, realmente existem muitos brasileiros que nos pisam no dia a dia, eu fiquei com uma empresa de 2011 ao começo deste ano, em que eles nem me respondiam a meus e-mails, tamanha era a prepotência, por que moram na capital paulista e eu moro no interior, por opção de melhor qualidade de vida, talvez exista diferenças, por que a gente é engenheiro e eles não querem dar o braço a torcer para a gente. Assim, o que eu faço fico na minha evito discussão, e faço o que acham que seja melhor, mas eu me demiti este ano e fui para outra a qual me tratam muito melhor, e graças à Deus o que passou passou, perdi mas ganhei novos amigos, os que não gostam de engenheiros, paciência que se vai fazer, por isto que muitos colegas engenheiros, tão ganhando mal, e nem empregos tem, tenho colegas engenheiros com idade na faixa de 30 aos 40 anos de idade sem empregos, se dizer que é pela idade não é não, é por que não querem pessoas competentes, creio que gostam de manter na empresa aqueles que são submissos deve ser isto, ai dizer que o velho é autoritário, nossa um ontem com 33 anos me disse que eu não chego aos pés dele, fazer o que não fiz nada e estamos conversando para ver com ele aonde a conversa vai chegar, por que tem 15 anos de experiências em projetos. Bom, a gente ou eu tenho muitos amigos por todo o Brasil, ai se vê que o engenheiro tem um emprego bom, se mantém, nunca deve sair, por que na rua buscar outra oportunidade tá dificil, como voce mesmo falou, assim quem tá dentro fica, que está fora não entra, tenho um amigo que é engenheiro de materiais, o conheci em 1982 devia ter seus 23 anos de idade, teve numa empresa privada por que o pai era amigo do diretor, mas depois saiu e até o ano passado nunca mais teve emprego, e tem inglês fluente é hiper inteligente, agora passou num concurso e virou professor, um cara que nunca deu aulas na vida, vira professor, é vergonhoso este nosso pais. Bom, estamos ai se quiser ter contatos com outros engenheiros, te passo, quem sabe com eles tu obtém o que procuras, eu nunca mais quero voltar a ser empregado não, mas de jeito nenhum, agora sou autônomo desde o começo de 2012, chega trabalhar de empregado jamais, tô é muito fora, assim tá muito melhor. abs, e obrigado por entender que nós as vezes falamos sem querer e isto acaba ofendendo.

  20. giliard3131 disse:

    Alguem me ajuda aqui
    Se um cara faz uma engenharia, e depois ve que a engenharia que ele fez é uma bosta que não assina bosta nenhuma do tipo cabide de emprego pra mestres e doutores, e ele cai na real e decide fazer engenharia civil pra tentar assinar alguma coisa e ser um engenheiro de verdade, ATÉ QUANTOS PORCENTO DE CARGA HORÁRIA ELE CONSEGUE VALIDAR?
    Até ja andei pesquisando e vi uma faculdade que chamava as materias comuns das engenharias de: “nucleo das engenharias”
    Mas também ja ouvi dizer que nos cursos técnicos só é possivel validar até 25% da carga horaria.
    Alguem sabe bem certinho como funciona? me da um help ai
    valeu

    • Lucas disse:

      Lá vem o Giliard com o a sua “assinatura”.

      Meu caro, não existe Engenharia que não “assina bosta nenhuma”. Se fez engenharia para “assinar”, só para ganhar dinheiro fácil, desista, mude de profissão.

      Não existe essa. Os bons profissionais se especializam, trabalham com o que sabem.
      Conheço vários Engenheiros Mecânicos, Ambientais, Eletricistas, Químicos, que estão em uma fase excelente de suas carreiras. Por que ? Porque formaram para trabalhar no que querem fazer, no que gostam, para o qual estudaram, se esforçaram, e não para “assinar”.

      Gosta de plantas, de projetos ? curse arquitetura. Gosta da área rural, da produção agrícola, curse agronomia. Gosta de motores, de estruturas metálicas, de elevadores, estude engenharia mecânica. Gosta de navios, embarcações, engenharia naval é a certa. Faça o que goste, o que dê vontade, corra atrás e as oportunidades aparecerão.

      Moramos em um país continental, com 27 estados, mais de 5.000 municípios. Será que em nenhum lugar tem trabalho para quem correu atrás, quem estudou o que tem vontade ?

      Volto em meu comentário anterior: Engenheiros Eletricistas, Mecânicos e de Produção perguntando em alguns fóruns sobre assinar plantas civis de 4 pavimentos ? Ué, por que não cursaram Arquitetura ou Engenharia Civil então ?? Projeto arquitetônico, com todas suas peculariedades, é tratada somente como planta ?

      • Paulo disse:

        engepast@yahoo.com.br. Paulo, 61, Engenheiro mecânico formado em 1982, técnico mecânico formado em 1975 e estágio na USP como projetista de máquinas, só de experiências como projetista desde 1973, ou seja 40 anos de experiências em automações bancárias, médicas, alimentícias, aeronaútica, astrofisica, espacial, veicular, torres de telecomunicações, robótica educacional, professor em escolas técnicas, universidades federais, estaduais e privadas, empresas nacionais e multinacionais, tres pós graduações uma em 1983 em projetos da mecânica fina, outra de automação em instrumentos de medições em 1995, e a terceira em doutorado em robótica até 2004. Esta mensagem vem a quem se possa interessar! Estou montando uma equipe para a fabricação de máquinas nacionais, nada de importação, devido que sou projetista de máquinas desde 1973 e tudo que fiz para as empresas foi projetar de acordo com o meu senso próprio, sem esta de chupar tecnologia, sou engenheiro, estudei para isto e como tenho investidores brasileiros e estrangeiros vindo para o Brasil, talvez por causa da COPA, mas eu não prendo a este fato de COPA não, e sim pelo retorno de geração de empregos, de novas divisas para a nossa economia e que estou a envolver vários engenheiros, que estou fazendo triagem, e dentre eles mostro o que os investidores estão buscando no Brasil, sendo que tenho engenheiros, projetistas, desenhistas, que já me assessoravam de alguns anos atrás para cá tenho empresas que formei amigos e amigos de amigos, ou seja tenho toda a estrutura, em que meço o que a pessoa pretende, de recem formados, de senhores de idade, no time atual já tenho um engenheiro com 76 anos de idade, muito e muito bom, tenho jovens recem formados com 33 anos, que são meios prepotentes, mas não o que não fazer, e sim orientar eles como devem ser humanistas, humildes, sinceros, leais, e tu os leva na rédea curta, por que os jovens de hoje se acham os tais, um ontem me afrontou em dizer que eu não chego perto dele, quando ele tem 15 anos de experiências em projetos de máquinas – simplesmente o tratei com toda a educação, e ele acabou entendendo que pessoas como ele não tem espaço, que leve toda a experiência para outros, para mim tem que ser simples, daqueles que se mistura com os peões em obras, e veste o uniforme da empresa, e não fica de dar uma de bacana, isto não se encaixa, a gente tem que dar retorno para as empresas, como profissional, e não como “mocinha”, se alguém se sente ultrajado não revide, isto é o que acaba com o ser humano, seja condescendente tente apaziguar os ânimos, somos profissionais e não moleques, assim eu estou formando e fechando um time, de colegas da minha mesma profissão, para me assessorarem, e haverá contrato entre todos, e que reza até multa caso o camarada resolva cair fora num prazo curto, terá um compromisso em que terá um estágio probatório de dois anos, que neste tempo está me mostrando o quanto é capacitado, assim daqueles que mentem que são expert em algo e não são, já descarto logo na primeira conversa, vivemos num país aonde as pessoas ainda são sérias, e não podemos admitir que digam: – a o Brasil, tá uma zona, tudo bem, pode estar mas fora das cercas das empresas que estamos construindo, que nem professor em sala de aula, quem é a autoridade máxima, mesmo que o diretor venha na tua sala de aula ditar regras, quem é a autoridade máxima dentro da sala de aula? Esta resposta fica para voce, me enviar por e-mail, e também para quem é chefe de uma seção industrial, quem é a autoridade máxima perante uma reunião de diretoria, para assuntos daquela seção? Assim, eu trabalho cada macaco no seu galho, como Deus o colocou, não adianta dar o passo maior que a perna, e nestes dias veio um membro deste grupo me desrespeitar, ai pedi a ele se apresentar aqui,e dizer qual era a sua formação superior, e de seus outros titulos, ai eu apresentei o meu, mas o cara simplesmente me ignorou, então trata-se de uma pessoa sem escrupulos, que está neste debate mas ataca os engenheiros, ai pressupõe-se que seja alguém que está aqui para nos destruir pelas palavras dele, assim sugiro ao moderador que o exija respeito para com os outros aqui, ou seja excluso, por que se vem aqui atacar, que mostre quem seja, tão quanto ao meu nivel profissional pelo menos, e não vir aqui e nos atacar, sem que saibámos quem seja o cicrano, bem por ai, assim crescer um país tem que saber, como alguns aqui dizem que não é só assinar não, eu assino, mas antes faço uma varredura e estudo o objeto do estudo, e vou na obra, tiro fotos, comprovo tudo, e faço dos leigos me apresentarem argumentos, especificações nadinha é no escuro não, tudo que assino eu sei o que estou assinando, e me precavenho numa contenda judicial que vai se lascar é quem me contratou, por que eu coloco nos documentos quem são os responsáveis, caso não atenda ao projeto no meu caso, em engenharia mecânica, se faz de bobo, ganbiarras, mando embora por justa causa, aqui no Brasil a grande maioria fazem no meio das coxas, e depois jogam a culpa nos engenheiros, lógico o cara assinou e permitiu que os malandros trabalhem, eu vivo dizendo: ao que contratarem prestadores de serviços dos eletricistas, de montadores de equipamentos, de todos que talvez não tenham feito nem colégio técnico, e não possuem credencial do CREA, um abraço, vai estudar, fazer uma qualificação, se pegarem pessoas desqualificadas quem responde é o meu contratante e não eu, e assim se vai, ou trabalha como gente, ou volte para a jaula, de aonde nunca deveria ter saído, se vem aqui tem que mostrar quem seja, o titulo que tem de nivel superior, etc. não adianta ser doutor em engenharia, se o cara é um teórico, isto não aceito, o cara tem que ter prática, trabalhou e fez projetos da idéia ao produto final, e isto de teoria não põe prato na mesa, vai trabalhar uns 10 anos em empresas privadas, e não como funcionário público aonde tem tudo e não fazem direito, quem move este país são as empresas privadas, o resto são mecanismos de trabalho, etc. e tal. Quem tiver interesse em fazer parte de uma nova estrutura de novas empresas, enviei para mim seu cv, mas sem mentiras por favor, a gente percebe quando o cara mente, isto é muito fácil, perceber como faz um cv. Boa sorte e vamos crescer este país, que precisa de qualidade de vida e pessoas firmes e não ficarem atacando a classe de engenheiros, eles movem este país, com ajuda de todos que os acompanham, tudo é uma rede, se na rede um se destaca, a gente tira e troca o ramo, correto. No inicio de cada memsagem, segue quem seja quem escreve: engenheiro mecânico formado em 1982, técnico mecânico formado em 1975 e estágio na USP como projetista de máquinas, só de experiências como projetista desde 1973, ou seja 40 anos de experiências em automações bancárias, médicas, alimentícias, aeronaútica, astrofisica, espacial, veicular, torres de telecomunicações, robótica educacional, professor em escolas técnicas, universidades federais, estaduais e privadas, empresas nacionais e multinacionais, se quiserem meu cv, enviar e-mail para “pv” não vou por aqui, por que este grupo é sobre um tema, da escassez de engenheiro no mercado, e não é um grupo de recursos humanos, mas todos devem se apresentar de quem sejam, para não ficarem nos atacando, nos ofendendo, e quem não tenha um pouco de respeito para consigo, sugiro do moderador tornar o membro extinto, por que eu tenho o nome do cicrano, que não me disse quem é, então é de pressupor que não é ninguém, deve ser um zé mané que aqui entrou para nos destruir, vamos curar este câncer que está aqui dentro. Antes de responder, apresente quem seja voce, se não apresentar tua mensagem será ignorada, até que o moderador o tire daqui.

  21. giliard3131 disse:

    Só pra avisar o pessoal da elétrica e da mecânica, a mensalidade duma faculdade de engenharia civíl a distância ta em torno de R$ 525,00 mensais, vale a pena né? Eu acho que vale, até porque se eu achasse um advogado que não fosse picareta, eu poderia como engenheiro eletricista entrar com uma ação contra o crea/confea pra assinar projeto completo de geração, como é previsto na resolução 218, que inclui projeto estrutural, preventivo de incendio etc etc etc
    mas mesmo assim ainda ficaria faltando a maldita central de gás de cozinha, muito comum nas edificações de uso coletivo hehehe, sempre falta alguma coisa né!
    Sinceramente todos os advogados que eu conheço são picaretas, não perco mais dinheiro com gente desse nivel lamacento, vale mais a pena cursar uma engenharia de verdade, paga-se 525 reais por mes, mas pelo menos não é dinheiro perdido na mão de gente safada.

    • Lucas disse:

      Giliard,

      Pelo visto é Engenheiro Eletricista. Caso positivo, me responda: Qual é o conhecimento adquirido em sua formação que te dê atribuições para elaboração de um projeto estrutural no que se refere à geração de energia elétrica ?

      Estudou hidrografia, solos, topografia, estrutura de concreto armado ?

      Os serviços afins e correlatos descritos na Resolução 218 não podem ser interpretados desta forma. Se fossem, seria o mesmo que dizer que um Engenheiro Civil tem plenas atribuições para todas as instalações em uma edificação, inclusive parte elétrica em alta tensão, equipamentos mecânicos, ar condicionado, etc etc etc, caso entendam que são serviços afins e correlatos à construção de um edifício.

      Vamos lutar para que cada um fique em seu quadrado, com as atribuições como estão, mas que sejam respeitadas por todos os profissionais, inclusive os Engenheiros Civis.

      Forte abraço !

  22. Domingos disse:

    Domingos disse:
    Boa, li a maioria dos comentários achei interessante e gostaria de uma opinião dos senhores formados em engenharias…, tenho 32 anos sou técnico eletrônico e interessado em engenharia elétrica, uns dez anos atrás por motivos financeiros não tinha condições de fazer na época. Sinto a vontade de começar numa universidade católica…,(particular) ou (pública), e gostaria de saber com vocês se vale apena por o sonho em realidade.

    • giliard3131 disse:

      Olha só, eu vou te responder, da melhor forma possível, mas tem que ler a resposta até o final, senão vc não vai entender

      primeiro olha esse vídeo

      muitos disjuntores saem de fabrica com uns “defeitinhos” intencionais, eles vem com 1 par bimetálico desregulado e vendem muito mais por causa disto. Eles vendem muito mais por um motivo muito simples, na maioria dos estados os engenheiros civis assinam até 75kVA de carga instalada (ou 75kw dependendo da norma ou resolução). Quem calcula e diz se a carga instalada passou ou não passou de 75kVA é o próprio engenheiro civil, e é por isso que existem milhões de casas e apartamentos com 2 chuveiros + central de ar condicionado + 2 circuitos separados de 20 amperes pra dois conjuntos de tomadas de 20 amperes, e tudo fica ligado num disjuntor de 30 ou 40 amperes monofásicos e fios de 10mm2.

      Os disjuntores termomagnéticos tem duas proteções, tem a proteção do par bimetalico que atua na sobrecarga e isto esta diretamente ligado a carga instalada de 75kVA, e tem a proteção magnética que atua depois que a corrente passa de 3 vezes o valor nominal (me refiro ao disj. do tipo B que é o mais comum)
      fazendo umas continhas:
      30 amperes x 3 = 90 amperes!!!
      40 amperes x 3 = 120 amperes!!!
      hahahah ta sacando a ideia?? CARA é muito fácil trapacear na area da elétrica!!!

      Resumindo, da pra enganar o CREA/CONFEA instalando disjuntores com um “defeitinho” especial.

      Não sei onde vc trabalha mas acho que vc deve estar impressionado com a grande quantidade de engenheiros eletricistas que estão programando CLPs, microcontroladores, e fazendo manutenção e projetinhos na area da eletrônica, enfim, vc ja deve ter percebido que os engenheiros eletricistas trabalham tranquilamente como se fossem técnicos em eletrônica, mas não é pra fazer esse tipo de serviço que um engenheiro estudou 5 anos de engenharia elétrica!!! Quem estuda engenharia elétrica estuda pra ser engenheiro eletricista, um engenheiro eletricista conhece 100% do serviço dum técnico em eletrônica e dum eletrotécnico porque ele precisa conhecer pra conseguir trabalhar como engenheiro, mas esse não é exatamente o serviço dum engenheiro. Então isso ja é um ponto negativo da engenharia eletrica que deve ser considerado!! Essa primeira impressão que vc deve ter tido, é muito enganosa. Cuidado.

      Olhe com calma as vagas dos editais da area da engenharia elétrica,
      http://concursosengenhariaeletrica.blogspot.com.br/
      em lugares que deveriam abrir 5 vagas de engenheiro eletricista, quase sempre acaba abrindo 1 vaga pra engenheiro eletricista, 1 ou 2 pra engenheiro eletronico, 1 ou 2 pra engenheiro de telecomunicações, e o resto ou é engenheiro mecanico ou civil.
      É sempre BANANA pros engenheiros eletricistas!!! Que se fodam esses babacas que fizeram engenharia elétrica. hehehe é isso mesmo que eles pensam da gente.
      Olha bem as atribuições descritas nos editais dos concursos, quase sempre quem tem “atribuição” pra fazer projeto de distribuição de energia elétrica ou são os eletrotécnicos ou os auxiliares de eletricista, os engenheiro eletricistas ficam na merda, o máximo que eles fazem é a parte mais chata, que é a parte do orçamento, quem ja trabalhou com orçamento sabe que isso é um saco!!!

  23. Paulo disse:

    Errata: aonde se lê: engepast@yahoo.com.br – deve ser lido: engpast@yahoo.com – grato.

  24. Paulo disse:

    no texto anterior foi colocado um e-mail errado, agora segue o correto em palavras engpast arroba yahoo ponto com grato

    • Lucas disse:

      Paulo,

      Parabéns pelo excelente texto. É disso que precisamos, de profissionais que tratem a profissão com dignidade, que se especializam naquilo que formam.

      Boa sorte em seus projetos, em sua empresa.

  25. Domingos disse:

    Senhor giliard3131, então é melhor fazer um outro curso Técnico em Eletrotécnica pra depois fazer engenharia elétrica?

    • giliard3131 disse:

      Domingos
      leia os editais:
      http://concursosengenhariaeletrica.blogspot.com.br/

      Nos editais dos concursos diz qual foi/será a matéria cobrada nas provas dos concursos, e diz tb qual serão as atribuições dos funcionários quando eles passarem no concurso e forem contratados.

      Normalmente, onde é pra abrir 10 vagas de engenheiro eletricista, só abre 1 vaga, o resto é engenheiro de telecomunicação, de eletrônica, civil e mecânica.
      Eles usam engenheiro eletricista como despachante, porque se eu não me engano existe uma lei federal que obriga a fazer ART de orçamento, e é só nessa parte bem pequena que entra o serviço dos engenheiros eletricistas, aparentemente é o único serviço que existe fiscalização, mas não é o CREA que fiscaliza, são outros orgãos do governo que exigem ART de orçamento de projeto elétrico assinada por um engenheiro eletricista de verdade.

      Atualmente no Brasil quem esta fazendo projeto elétrico na área de distribuição de energia elétrica, tanto baixa 1000volts, são os eletrotécnicos e os auxiliares de eletricista. Isso é um fato inegável, que pode ser confirmado por qualquer pessoa com acesso a internet e que saiba ler os editais dos concursos públicos.
      Por exemplo tem o concurso da Celesc 2013:

      http://2013celesc.fepese.org.br/?go=edital&mn=1151b3eab3b069d5112ccae1943307c4&edital=1
      “(…)2.2. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES INERENTES AOS CARGOS.
      2.2.1 ASSISTENTE OPERACIONAL
      (…)
      Coordenar e participar de projetos e equipes de trabalho.
      (…)
      2.2.2 TÉCNICO INDUSTRIAL- ELETROTÉCNICA
      (…)
      Participar na elaboração, desenvolver e analisar projetos elétricos e eletromecânico de subestações e de redes de distribuição.
      (…)”

      De acordo com a lei brasileira, os eletrotécnicos trabalham somente na área de consumo/demanda de energia elétrica, e os engenheiros eletricistas trabalham nas 4 áreas: geração, transmissão, distribuição e consumo/demanda.
      Observe que a resolução 218/73 usa a palavra “geração” ao invés da palavra gerador, “geração” inclui projeto completo de geração de energia elétrica, envolvendo estrutural, arquitetônico etc, mas mesmo assim o CREA/CONFEA bloqueia quase todas as ARTs de geração. Quem se formou numa grade curricular aprovada no MEC durante a vigência da res. 218/73 tem direito adquirido aos códigos de ART na área de “geração”, o problema é achar um advogado que não seja picareta pra pegar a causa e ir até o fim. Eu pessoalmente ja contratei vários advogados pra várias causas, tanto advogados homens quanto mulheres, e vi com meus próprios olhos que todos eram picaretas, sendo que 2 deles foram tão caras de pau que faltaram nas audiências, tentei até fazer uma queixa na OAB, e os caras da OAB ficaram olhando pra mim e rindo da minha cara. Advogado é uma coisa que eu desisti pro resto da minha vida.

      • giliard3131 disse:

        * correção, não sei porque as vezes quando a gente escreve um texto e publica ele sai bugado

        “(…)Atualmente no Brasil quem esta fazendo projeto elétrico na área de distribuição de energia elétrica, tanto na baixa tensão 1000volts, são os eletrotécnicos e os auxiliares de eletricista. (…)”

      • giliard3131 disse:

        bugou denovo, vou tentar mais uma vez:

        “(…)Atualmente no Brasil quem esta fazendo projeto elétrico na área de distribuição de energia elétrica, tanto na baixa tensão, até 1000 volts AC, quanto na alta, mais de 1000volts AC, são os eletrotécnicos e os auxiliares de eletricista. (…)”

  26. Paulo disse:

    Vou contar um assunto de hoje, mas suprimi os nomes das pessoas, para que não saibam quem sejam, enfim somos todos parte desta sujeira de pais, aonde nos menosprezam e nos desvalorizam.

    Eduardo …..

    Quando ia nascer meu filho, XXXXXXX, xxx anos agora, eu fui por sorte contratado numa empresa terceirizada da Electrolux, que fabricava os plásticos de dentro da geladeira, entrei como gerente de produção com salário de R$ 1.500,00 igual de engenheiro trainee, e eu era engenheiro pleno, mas aceitei enfim, ia nascer meu filho, e eu dava aulas numa escola técnica que ganhava para dar aulas de manhã e a noite, de segunda a sexta R$ 1.200,00 por mês, mas ai fui para esta empresa de dia e de noite dava aulas para ganhar a metade, com isto meu salário chegou por mês trabalhando das 07:30 hs até as 17:30 hs e das 19:00 às 22;40 hs todos os dias, R$ 2.100,00 bruto com as duas, de noite a lazarenta mãe de meu filho, me fazia acordar de madrugada para balançar meu filho que chorava todas as noites, e ela princesa precisava dormir pelo menos 8 horas/dia e eu o …., ……., e infeliz dormia 4 com isto fiquei estressado, perdi o emprego de dia (CREA aceitou que a empresa não precisava de engenheiro – descobri que houve falha da Res. 218 do CONFEA, que houve protecionismo do CREA para com a empresa), e de noite pedi demissão por que tinha um diretor corrupto, querendo me colocar como laranja, ou seja, juntou tudo, por meu azar de carreira como engenheiro, de um lado o CREA me tira meu emprego, de outro um corrupto me pegando de trouxa, e por outro a mãe de meu filho, e mais a empregada que eu havia tirado de uma favela, se juntaram contra mim, e elas me mandaram embora da casa dela, e eu tinha duas casas, que vendi tudo para ir morar com a mãe de meu filho.

    O sol tem dias que nasce fraco, para uns e muito brilho. para quem não sabe aproveitar, ai isto é Brasil, terra do abacaxi sem polpa.

    Veja que tem pessoas, que não gostam de engenheiros, isto é latente neste pais, até de parentes eu tive asco, em ver que gostam de advogados, de médicos, não sei o que paira neste pais que engenheiros são mal vistos.

    Com este ganho desta empresa, eu pude comprar todo o enxoval de meu filho, e o médico da Unimed, a …………. da mãe de meu filho, veio com a história que a médica tinha matado um bebê, num parto, com isto eu soube de um médico em Araraquara, que cobrava R$ 500,00 por tudo, assim nasceu meu filho.

    A mãe dele conta para meu filho tudo que ela acha de direito, menos a verdade verdadeira, e meu filho acredita nela, e eu nem digo nada, disse outro dia para ele que quando ele tiver pelo menos uns…… anos vou contar o que ela não conta.

    Em 19 de março de 2014 16:49, Eduardo …… escreveu:
    Paulo,

    Lendo estes salários, tenho vontade é de chorar ! Engenheiro virou lixo mesmo né!

    O médico obstetra que fez o parto da minha esposa cobrou 2.500 reais e ganhou mais 400 reais do plano da Unimed. O A…………………… foi o mais barato que conseguimos (claro existe o médico plantonista que seria sem custo).

    O outro médico que é aqui de P………… (M…………………) queria nos cobrar 7 mil reais. Absurdo ao meu ver !

    Enfim, médico é Doutor né… risos

    Mas médico veterinário igual a minha esposa não ganha nada também e as amigas dela do Sul prestaram concurso público até para o banco do Brasil e outras para outros órgãos públicos.

    Ou se é engenheiro gerente de uma empresa de engenharia grande ou se é engenheiro de obra ou se é engenheiro dono de empresa para ganhar dinheiro como engenheiro.

    Engenheiro anda tão sem valor, que estes dias fui fazer entrevista numa empresa de papel e celulose que está se instalando em ………… e quando cheguei na frente da empresa havia um monte de pião amassando barro na portaria porque só tinha terra e estava chovendo! Eu e outro engenheiro nos misturamos ao pessoal e nem um lugar para sentar ou um copo de água nos foi oferecido e foi neste dia que o mané falou que engenheiro era um pião melhorado ! kkkkkk Ainda tive que ouvir está ! kkkkk

    Se quizerem saber de outras histórias que vivi e paguei o mico, conto, para que todos saibam que nós vivemos num país aonde os que não estudaram tem mais direito, e os que estudaram não tem direito a nada.

    • Lucas disse:

      Paulo,

      Em seu texto, quando disse: “Veja que tem pessoas, que não gostam de engenheiros, isto é latente neste pais, até de parentes eu tive asco, em ver que gostam de advogados, de médicos, não sei o que paira neste pais que engenheiros são mal vistos”, tenho algumas opiniões sobre este assunto.

      De maneira alguma digo que é o seu caso, mas volto a repetir o que tenho dito em meus comentários. uma parte da culpa é dos ditos engenheiros que “assinam”, outra parte é a grande falta de união entre todos os engenheiros, mas a série de diversos problemas enfrentados, como já sabemos.

      Citei estes 02 pontos pelo seguinte motivo: o 1º é a postura de alguns profissionais perante a sociedade. É preciso trabalhar com a ideia de que o engenheiro desenvolve sua atividade para melhorias na qualidade de vida, seja na construção de uma casa, de uma indústria, de um computador, de uma máquina, etc etc etc. Porém, infelizmente, muitos ainda vendem seus trabalhos como meras assinaturas, mesmo que tenham participado de todo o processo.

      O 2º ponto é a falta de união: é preciso se unir e estabelecer um valor mínimo de custo por cada tipo de trabalho, por cada tipo de responsabilidade técnica, e não o que vemos hoje: enquanto um cobra 10 mil reais, o outro cobra 10 reais.

      Moro em uma cidade do interior, de porte médio, e a maioria dos médicos aqui tabela o valor de sua consulta. Seja o melhor, o mediano ou o pior profissional, o valor cobrado pela consulta é o mesmo. Como os advogados é o mesmo: cobram quase que o mesmo valor pelos serviços.

      Resumindo a ópera: está na hora de mostrarmos que não somos meros espectadores, mas os atores principais do espetáculo. Não somos peões estudados, somos ENGENHEIROS !

      • Paulo disse:

        Lucas. Bom dia! Voce entrou num ponto neuvrálgico que nos assolam devido a quem da classe não respeitarem os outros engenheiros. Veja eu trabalho desde 1983 em projetar aparelhos, equipamentos, instrumentos e metade de minha vida me dediquei a passar para as pessoas conforto, segurança e satisfação, em tudo que colaboro, das empresas atuais, conheço tudo, já viajei fui em obras, e tenho memórias de cálculos de tudo, enfim passo no facebook meus projetos de robótica, de tudo quanto é natureza, espacial, astronaútica, etc. e o povo não lê, o povo não quer saber, ele quer ir na loja e comprar tudo quanto é porcaria, ai nós não temos nosso nome nos produtos, sai o nome da empresa fabricante, ou seja não somos vistos, como jogador de futebol, nossa ontem à noite assisti na globo news, uma reporter puxando o saco do Ronaldo, que repetiu com fala garrafal: – que podemos sim construir estádios e hospitais, é um absurdo que estes são heróis, e nós que projetamos produtos para o dia a dia das pessoas somos menosprezados, voltando ao assunto em pauta: – um outro dia um senhor em Jundiai pediu meu orçamento para uma ART de plataforma para portadores de necessidades especiais, na residência dele e de um laudo que eu faço pós instalação, é lógico eu tô nisto desde 2007, tenho experiência neste tipo de equipamento, assim acho muito errado neste país, também e também, o cara contratar um engenheiro que não é do ramo, mas ele vai lá e assina e ganha, quando não tem experiência no que vai assinar, isto é corriqueiro, ai o senhor lá me fala que a filha iria casar com um rapaz, que o pai é engenheiro mecânico e funcionário do CREA, e que cobraria dele por ser parente futuro R$ 180,00 da ART e que não precisava do laudo de pós instalação e que este valor de ART é o valor correto para este tipo de trabalho, literalmente eu fui humilhado, esbulhado por um colega que além de tudo tem emprego concursado, federal e salário fixo, para ele isto foi um hobby, só que ele estraga a classe, se eu tenho know how para avaliar o equipamento e com o laudo passar segurança para quem compra um produto, eu tenho que ganhar pelo meu trabalho, enfim estudei cinco anos para que, e tenho experiências no fabrico destes equipamentos desde abril de 2007, ai vem um prepotente e arrogante e tira o meu trabalho, quando sou autônomo e não tenho salário fixo e nem mensal, simplesmente um cara deste que usa do cargo que tem em beneficio próprio deveria ser demitido por justa causa, em passar para o meu cliente, o futuro sogro do filho dele, ou seja estes carinhas que não se medem estragam os colegas, assim é um absurdo que o CREA pega uma ART de um engenheiro e não avalia se ele é da área do que assinou, simplesmente pagou a taxa do CREA, beleza, morreu e assim o erro vem do CREA, que assim o tem permitido, deste modo vale a acunha de que tem engenheiros que assinam e não sabem o que estão assinando, se esta plataforma der uma queda e acidentar alguém a culpa vai ser do engenheiro neste caso, por que ele não tinha experiências no que assinou, e no meu caso não a culpa viria a ser de alguém, por que no laudo eu coloco a verdade, doa a quem doer, e numa contenda judicial o laudo protege o comprador e o fabricante e a mim, devido que eu assino algo que sei se está correto, se não está eu não assino e perco o serviço, ai te pergunto: – este colega fez correto? Assim, quem assina algo sem ter experiências deveria ser advertido pelo CREA, eu tenho muitos anos de experiências até em projetar mecanismos para satélites já fiz, e dos produtos no mercado até hoje todos feitos com muito estudo, pesquisas e trabalhos em comprovar suas vidas úteis, nada assino sem ter certeza do que estou assinando, além do que tenho experiências em todas as ART´s que assino, eu trabalho no dia a dia, pesquisando e vendo margens de segurança do que as pessoas possam usar, e os jogadores de futebol são Deuses, e nós somos nada perto deles, por que? O Brasil precisaria de um presidente enérgico que viesse a por na nação que ela viesse a se alinhar como os paises europeus, e não como estão indo para a beira do abismo, ou já estamos dentro dele, e não sabemos!

  27. Paulo disse:

    Povo. Como hoje tive contato com chineses entrando em telecomunicações no Brasil, e por estar numa rede social, e como eu trabalho neste campo, passei um recadinho a eles saberem que os engenheiros brasileiros são pessoas normais e não como dizem nos meios de comunicações que somos incompentes (tal do ministro), assim por ser da área fiz alguns esclarecimentos, deste modo transcrevo aqui para que todos possam ter conhecimento de que alguém tem que tomar uma iniciativa, senão daqui a pouco vem engenheiros estrangeiros de forma maciça e nós ficaremos chupando o dedo, e teremos que abrir comércio do tipo de do engenheiro que virou suco, eu nunca gostei disto, ainda bem que de suco só tomo na padaria.
    -.-.-.-.-.
    Senhores(as) de empresas nacionais e estrangeiras.

    Para um melhor entendimento dos profissionais que no Brasil trabalham em conferir o devido custo/beneficio de que tais equipamentos sejam devidamente utilizados, venho esclarecer alguns pontos quanto a parte de legalização de como se possa ter tais equipamentos em estruturas que as elevam em alturas para que possam realizar suas reais transmissões.

    Subtende-se que “Equipamentos em Torres” sejam instrumentos, aparelhos e correlatos que serão fixados em torres (estruturas metálicas), e que tais estruturas metálicas para suportar tais instrumentos, aparelhos e correlatos, hoje está sendo solicitada por quem solicita a compra de tais equipamentos, aparelhos e correlatos, que a estrutura metálica tenha qualificação por parte de quem a fabrica, de quem a monta, e de quem a instala, deste modo hoje no Brasil, as torres (estruturas metálicas) estão sendo fiscalizadas por órgãos municipais, federais e estaduais que tenham um projeto em desenho em autocad emitida por engenheiro mecânico junto do termo da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, e de ART de montagem e instalação antes da instalação, e acompanhamento desde a abertura no solo de buracos para receberem fundações em concreto, para no caso de torres estaiadas, terem ancoragens para o conjunto de estaios, e das torres autosuportadas sua fundação central, deste modo o engenheiro além de fornecer os documentos que venha a legalizar quem trabalha com torres (estruturas metálicas), orienta quem irá fazer as fabricações, montagens, instalações e manutenções períodicas, assim todos os equipamentos quer sejam nacionais ou estrangeiros, para terem sua total eficiência do projeto eletrônico e elétrico, necessitam estarem fixadas em torres (estruturas metálicas), que sejam fabricadas em empresas que estejam registradas nos órgãos de classe dos engenheiros brasileiros, e que exigem a CAT do CREA (CAT – Certidão de Atividades Técnicas) dos engenheiros civis, mecânicos, elétricos e eletrotécnicos, dos técnicos eletrônicos, dos eletrotécnicos e dos mecânicos. Via de regra hoje, a CAT do CREA é um curriculo do engenheiro no CREA, isto qualifica que o engenheiro tem experiência no campo, e na CAT deve constar quantos kilos de solda foi utilizado na torre (estrutura metálica), e obra que foi feita com todos os documentos: – desenho em autocad 2D com assinatura do engenheiro mecânico e número da ART de desenho, e não de projeto, devido que o autor do projeto é o contratante (quem contrata o engenheiro para emitir a ART). Enfim, dos montadores de torres devem portar o certificado de trabalhos em alturas NR 35, neste caso pode ser emitido pelo engenheiro mecânico, dos atestados de especificações dos caminhões muncks (de acordo com a CTB, Denatran, Inmetro, Ibama, Contran e Ciretran). Dúvidas quanto a real legalização no Brasil, consulte o site do CREA e busque nos links “Pesquisa de Profissional Registrado” e de “Empresas Registradas no CREA”, como ainda existem empresas fabricantes que não estão registradas nos CREA´s, o adiquirinte da licença da Anatel, detentor do imóvel aonde irá ser instalada torres de telecomunicações, e proprietário da referida estrutura metálica, ou dos parceiros envolvidos, serão o contratante do engenheiro, quando a ART não dá total responsabilidade técnica ao engenheiro, se a torre não atender como é descrito no desenho em autocad e referidos documentos, assim a responsabidade sobre algum tipo de erro de fabricação (de quem fabrica), da montagem (de quem monta), da instalação (de quem instala) e da manutenção (de quem faz a manutenção) recaia sobre ele, e o engenheiro será isentado de responsabilidade. No Brasil existem conceitos errados, acham que por que o engenheiro emitiu uma ART ele é o responsável por tudo e em algum acidente, não é não, assim existem os engenheiros peritos e assistentes técnicos (estes devem ser contratados pela parte autora do projeto, desde que tenham a CAT do CREA) e apurarem as responsabilidades. Como engenheiro mecânico desde 1982, reuno experiências em diversos segmentos no campo da engenharia mecânica, civil, elétrica, eletrônica e sou mecatrônico com especialização pela USP, desde 1983.

    O desenho em autocad ele é um documento que atende as normas vigentes no Brasil, em sua totalidade é um descritivo de como é fabricada a torre (estrutura metálica), tem desenhos parciais junto ao mesmo desenho para diretrizes dentro das normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, para balizamento noturno da ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil e de proteção contra raios, com para raios do tipo Franklin, como é feita a sua instalação e aterramento até o solo (fundações), e da malha de concreto na fundação da coluna central (engenharia civil pede a ART do engenheiro civil) e por fim da Telebrás – Telecomunicações Brasileiras.

    Para a real autenticidade, originalidade e legitimidade solicite do engenheiro emitente sua chancela que é um selo que confere a marca d´agua no documento (se possa passar dos dedos e sentir o relevo impresso), assim o engenheiro conforma sua autenticidade com este instrumento (prensa manual do selo da marca d´agua), na falta deste sinal no documento, ou de que ele não se possa sentir o relevo é liso, é um documento copiado e impresso que pode não ser do engenheiro emititente, assim tomem este cuidado solicitem a todos os profissionais suas credencias do CREA, para os engenheiros, dos técnicos de montagens, e para conferir solicitar a Certidão de Registro e Quitação anual, no caso deste ano de 2014, que esteja quites com o órgão de classe do CREA, na falta destes documentos recuse serviços de que possa ser desabilitados e desqualificados, quando poderá lhe passar irregulares e de tais torres vierem a causar algum tipo de acidente, a responsabilidade será de quem obteve a licença da Anatel, que assim o permitiu.

    Caso hajam erros gramaticais, da lingua portuguesa, ou de colocações na devida regulamentações aqui relatadas, este texto receberá as devidas retificações, assim ele está sujeito as devidas alterações necessárias, e deste modo solicito que apontem erros e possamos passar aos estrangeiros que no Brasil nosso trabalho dos engenheiros atendem as normas nacionais e internacionais, e de que os engenheiros são os principais elementos necessários hoje para o crescimento do pais, pondo abaixo de quem veio na midia dizer que os engenheiros brasileiros sejam incompetentes isto não é verdade, devido que quem fala parte de leigos, para afirmar algo do tipo teria que ter partido de algum engenheiro, como não foi não é verdade o que dizem de nós brasileiros, somos trabalhadores que em tudo exigimos para assinar documentos com real convicção que tudo será atendido, e todos os brasileiros envolvidos trabalham com a devida dignidade, hombridade, honestidade, integridade e assim são cidadãos normais que ganham suas remunerações como qualquer outro profissional de outras áreas no Brasil.

  28. giliard3131 disse:

    To sabendo dum caso dum engenheiro civil em Joinville/SC que fez projeto e execução dum prédio de uso coletivo com carga instalada de 230kw e disjuntor de 125 amperes!
    Detalhe: vão trocar o disjuntor de 125 amperes por um de 150, quem pediu pra refazer o projeto e aumentar o disjuntor geral foi a própria empresa distribuidora de energia elétrica.
    Sera que eu acredito ainda nessa lenga lenga de engenharia elétrica?
    O caso ja foi denunciado no CREA e até agora nada.
    Eu denunciei no CREA também um falso escritório de engenharia elétrica que não tinha engenheiro eletricista e até agora tb nada de nada.

    Foda-se essa merda de engenharia elétrica, eu quero todas as atribuições pra se fazer projeto completo de geração, transmissão, distribuição e consumo. Foda-se tudo!!! Eu quero o que esta escrito na resolução 218 de 1973, isso é direito adquirido.
    No Brasil não se deve perguntar quem faz projeto elétrico, se deve perguntar quem não faz! Porque todo mundo faz projeto elétrico nessa merda.

    • Luiz Sergio disse:

      Prezados,

      Gritar aqui só faz bem para o ego. Nada mais.
      Eu entrei no MPF e no CONFEA. O CONFEA nada fez, mas o MPF abriu inquerito policial na policia federal. Vou depor no dia 15.04. Vou levar o caso para a TV.
      Se todos vocês fizessem isso, poderíamos mudar.
      Em vez de ficarem falando aqui, por que não mandam para parlamentares? É tão fácil.
      Vamos agir

      • giliard3131 disse:

        pequena correção o valor correto era 259kw
        então fica 259kw que da uma demanda de 80kw e um disjuntor geral de 150amperes
        agora to tentando descobrir o numero da ART, de inicio o CREA não quer me passar o numero, mas vai, mais cedo mais tarde vai

      • giliard3131 disse:

        o fiscal do CREA ja passou na obra e no falso escritório de engenharia elétrica…

  29. giliard3131 disse:

    O falso escritório de “engenharia elétrica” continua aberto, mas o CREA deve ter dado um prazo pra eles se regularizarem.

    A obra de 259kw ficou na mesma, o engenheiro civil continua tocando a execução da instalação elétrica.

    Hoje encontrei mais um escritório de “engenharia elétrica”, com 2 “engenheiros” eletricistas!!!!
    Fui ver no site do CREA e não tinha nada sobre eles, mais uma denuncia e mais um protocolo!!!
    Vou esperar mais um tempo pra ver no que vai dar…

    ei Luiz Sergio vou te mandar os protocolos pra vc acompanhar no site do CREA-SC, e te passar os endereços pra vc ver pelo google map

    • Luiz Sergio disse:

      Prezado,

      Se isto está acontecendo, você deve se dirigir ao ministério público e denunciar o CREA, a empresa, o CONFEA, etc.

      • giliard3131 disse:

        Luiz Sergio. Eu tenho o n. protocolo da denuncia que eu fiz no CREA e queria que vc desse uma olhada, nesse protocolo diz que o fiscal do CREA encontrou uma incorporadora na obra, e a gente sabe que incorporadora não tem nem engenheiro civil nem engenheiro eletricista nem eng mecânico, não tem nada.

        Aqui em SC até ano passado os engenheiros civis assinavam a execução das instalações elétricas de qualquer tipo de qualquer carga, em outubro de 2013 saiu um acordo entre as 3 câmaras elétrica, mecânica e civil limitando as atribuições de projeto e execução em até 75kva para engenheiros civis e mecânicos.
        Vc deve lembrar porque eu copiei o acordo do site do CREA-SC e postei o acordo aqui pra todo mundo ler. Isso tudo significa que se o engenheiro civil fez a ART antes do acordo, ele ainda pode assinar uma instalação elétrica de 259kw, caso contrario não.

        Mas agora to desconfiado que não existe nenhuma ART nem de estrutural,nem de arquitetônico e nem de preventivo nada nada, o problema não é só a ART com os códigos dos engenheiros eletricistas. Acho que essa merda que eu encontrei é bem maior…

      • giliard3131 disse:

        eu vi sim engenheiro civil lá
        mas cade a ART?
        que tipo de serviço esse engenheiro civil ta prestando la????

  30. É por aí, Giliard. Precismos cultivar o hábito de exigir nossos direitos.Ainda mais que são direitos constituidos garantidos em nossas atividades, onde denunciar faz parte.Dá trabalho. E os nossos órgãos de fiscalização profissional, devem pautar suas ações, notadamente, de fiscalização, de forma transparente e eficiencia, acima de qq outro interesse…

  31. Paulo disse:

    Quando se trata de nós engenheiros sermos atuados pelo CREA, isto é rapido, agora quando se trata de empresas que não estão registradas no CREA, ou mesmo das que estão no CREA não atua, ou seja demoram para atuar, acabo de consultar a empresa que sai em janeiro agora, e já tem dois meses sem engenheiro, e assim vai o Brasil. Abri uma empresa juridica, o CREA me deu 10 dias, para por a mim como engenheiro de mim mesmo, ai a firma que sai de São Paulo em janeiro até agora tá sem engenheiros,.

  32. Paulo disse:

    Estive na capital paulista em 2012, e uma empresa de medicina trabalhista disseram que só atuam empresas grandes, por que as pequenas deixem como está, e penso que o CREA faz a mesma coisa, por que tenho visto um monte de pequenas empresas sem registro no CREA, sem engenheiros e fazem um monte de serviços, e não são atuados.

  33. Paulo disse:

    Outro dia postei uma mensagem aqui, mas sumiu! Tratava-se sobre o fato de que empresários pequenos tirando diploma de engenheiros, em um espaço de um ano, e liguei no CREA e me disseram que o elemento que vai ao CREA e apresenta o diploma com registro no MEC, é o que conta, se ele estudou cinco ou nunca foi na escola, isto não importa, e sei de dois empresários, até um outro dia me escreveu para eu assinar o estágio dele, que absurdo e cara de pau, cai é fora, pensam que somos trouxas, e pergunto: – estudei cinco anos de engenharia, e hoje perco para quem é pratico e tira diploma em um ano, e com o depoimento de um conhecido ele disse que num ano tirou diploma de engenheiro mecatrônico. Tá ai, se explica que tem empresas sem registro no CREA e engenheiros trabalhando no lugar de outros, tudo neste país virou ao avesso. Tive de um engenheiro de produção com curso de segurança do trabalho, que me disse que levou uns trabalhos no CREA e ela agora tem CREA de engenheiro mecânico, como pode, ou podem?

  34. Paulo disse:

    Tudo bem! Dizem que devo denunciar no CONFEA, MP e CREA. Pois bem, escrevi para o CONFEA, me ligaram que iriam resolver de um CREA que não me atenderam num pedido de registro de uma empresa. O que deu até hoje “Pizza”, Resultado: eu perdi meu trabalho, o dono da empresa contratante deve ter passado ridiculo, e sumiram todos, ou seja minha denúncia foi água abaixo, protegem todos menos nós engenheiros. Uma outra denúncia contra um outro CREA em outro estado, até hoje deu em “nada”, O que me dizem quando me recebem para apresentar denúncia, é que se eu estiver errado na minha denúncia, eu passo a ser o réu da denúncia, ou seja fazem de tudo para que o engenheiro fique acoado, sem ação, sem reação, e tudo continua igual, a não ser que tem que se pagar para que a denúncia seja efetivada, só pode ser isto, na boa em querer tua proteção esquece, assim denunciar eu não denuncio mais não, por que o CREA, o CONFEA e o MP, já foram categóricos que se tu quem denuncia algo ou alguém ou uma empresa, o processo não ir para a frente, tu ainda terá que pagar as custas do processo judicial, isto é norma do MP, assim voce passa vergonha, apuro, e fica sujeito a perder teu cliente, teu emprego, teu trabalho, eu já perdi, então não denunciou mais nada, por que no Brasil quem denuncia passa a ser o réu. Ok, voces ou quem me lê pensa que eu esteja inventando tudo, ok, vá lá denuncie, depois tu me conta o que conseguiu com denúncia no Brasil. Isto tudo só vai melhorar quando nós engenheiros formos respeitados, tratados com valorização e não como até hoje todos estão aqui comentando e fazendo depoimentos do que estão vendo no mercado. O que estão vendo é pouco, imaginem o que não estão vendo, eu sei da ponta do iceberg, e voces creio que nunca denunciaram ninguém por tem medo, sim a gente fica com medo, e em todas as vezes que eu denunciei, fui acoado de que eu poderia vir a me tornar o réu, isto é Brasil, bem dizia Fernando Henrique Cardoso, em 2004: – Brasil, terra de ignorantes. Será que ele tinha razão, ou estamos sendo enganados ou seria mesmo verdade, que o dinheiro move montanhas, e que não paga não reclama, seria então esta a linha, para denunciar eu tenho que gerar BO, fazer petição no MP, e com o mandato entrar no CONFEA e CREA, com mandato judicial, só pode ser isto, e isto vai levar quanto tempo uns dois, tres, quatro, dez anos, do jeito que a justiça anda morosa, e tem ainda o Tribunal do Patronado, hã com certeza melhor se calar e aceitar tudo como está, por que se os fiscais não atuam, é por que não devem atuar, a coisa anda como anda, como querem, e não como nós engenheiros queremos, enfim engenheiros são apenas pião mais melhorado, assim não devemos nos meter em denunciar, esta é a via de regra, viu, se cala, ouviu fingi não ouvir, sentiu não tem sentimentos, Espero que um dia alguém venha a mudar este país, ainda não chegou um novo salvador, tem que piorar mais e mais, quando a anarquia bater em quem é funcionário público e ele ver que o trabalho dele estará em perigo, ai “talvez” faça alguma coisa, quando sabemos que a máquina pública no Brasil é que nem tartaruga dando ré. Dizer, falar, esbravejar, gritar aqui não resolve nada, e ir e denunciar também já tenho provas que nada resolvem, na verdade o povo brasileiro não gostam de engenheiros, gostam de pião, se vê pião rico com comércio prospero e ninguém faz nada contra ele, e deveria registrar a empresa no CREA, mas ainda hoje existem milhões de pequenas empresas sem registro no CREA, sem engenheiros e quando a coisa desaba, não consegue achar culpados, parece que querem isto, assim o CREA se livra de encrencas, ao que tudo indica, engenheiros são peças de prateleiras, fazem algum tipo de trabalho, assim como ser empregado de grandes empresas, enfim o CREA foi inventado para grandes empresas, das construtoras na década de 40, por que o que movi o país eram as construções civis, e até hoje se entra no portal do CREA, tem tudo para os engenheiros civis, e para mecânicos, elétricos, de produção, de mecatrônica, de controle e automação, não tem nada, as tabelas de honorários são todas voltadas aos engenheiros civis, assim estes sim tem a proteção do CREA, para isto o CREA foi inventado, não para pequenas empresas por que elas não possuem estrutura por serem pequenas, assim teríamos que inventar o CREAM – Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura para as Pequenas Empresas até 300 empregados, como é o Programa PIPE da Fapesp, ou até mesmo a Fapesp poderia ser transformada em CREAM. Vai ai uma grande idéia, que podem resolver nossos problemas de hoje, enfim a Fapesp tem tudo de tecnologias, pode regulamentar as profissões dos engenheiros mecatrônicos, de controle e automação, do mecânico, do de produção, do químico, etc.

    • Luiz Sergio disse:

      Paulo,

      Esta é a logica do sistema. FIQUE QUIETO. NÃO DENUNCIE. Sozinho não se faz nada. Aqui neste fórum eu apelei para uma campanha muito simples: Perguntem ao CONFEA o que se apurou da obra do CPD da Justiça Federal em Salvador?
      Algum fez? Duvido.
      Quanto a você se tornar réu, isto vale para qualquer coisa. Se você faz uma denúncia tem que provar, senão é calunia.
      Eu fiz minha denúncia, o CONFEA não fez nada. Eu fui no MPE e eles olharam minhas provas e abriram inquérito policial. mas estou sozinho, pois graças a engenheiros como vocês ninguem faz nada.
      Fui numa cerimônia de engenharia civil e fiquei impressionado com a organização, com a união deles. Entendi como eles dominaram a engenharia.
      As outras engenharias realmente são correlatos deles.
      VOU CONTINUAR, SOZINHO MAS VOU.

    • Paulo: Mêdo ? mêdo por que ? O que lhe constarnge ? Temos instituições de direito que está a nosso serviço. Apesar do desmantelamento do Estado, feito pelo ex-pres. Fernando Henrique Cardoso. Hoje o Estado pertence ao Capital, quando na relaidade deveria pertencer as nações.Formalize suas denúncias, procure seu sindicato, vá ouvidoria do seu crea, participoe mais das instituições que nos cercam, mas não deixe o medo lehe consumir.Coragem vá enfrente, mas não desista e prove suas denúncias, dpo contrário, ficaremos na lamentação e sempre culpando os outros – Faça sua parte, são meus votos de apoio !

      • Paulo disse:

        Ok, obrigado, mas já fui atrás e hoje o trabalhador brasileiro ele não tem mais direitos trabalhistas, promovi uma ação trabalhista contra uma empresa em 2008, por ter assinado 57 ART´s a favor de uma grande empresa, e o que a juiz disse: – quem assina a ART é o engenheiro, quem é o único responsável, a empresa contratante não, assim com isto em que nos tribunais eu perdi, por que hoje tem o tribunal do patronado, ai eu perdi, e a juiza disse que o mérito de receber dos honorários descrito nas ART´s, teria que entrar com outra ação para este recebimento, quando a ação lá era para receber estas, mas a juiza enrolou, e perdi, ou seja, o CREA nem quer saber se voce tá numa ação trabalhista, eles dizem que assuntos juridicos é para cada um e o CREA não resolve para nenhum engenheiro. As pessoas no Brasil, dos juizes, dos advogados, trabalham de forma a tirar tua pele, já perdi ações por que nós somos vitimas. Estou com 61 anos de idade, vivo disto, o CREA é que nem conta de banco, um mal necessário, sem o CREA e das ART´s, hoje meu ganha pão, não consigo mais emprego, assim tenho que ser avulso, venho aqui e conto o que me ocorreu, por que os mais novos que estão ai com 33 anos de idade, que estão sem empregos, sem direito a nada, quem tem que ir a luta, eu tenho o que mais um, cinco, dez anos de vida, preciso pagar meu INSS avulso para me aposentar por idade, nem sei se chego minha prostata deu um salto dos nervosos que andei passando com gente dos CREA´s, as ouvidorias dos CREA´s resolvem termos burocráticos, mas te proteger (kkkkkkkkkk), equece, o CONFEA em nada me ajudou, já denunciei CREA´s a eles e não fazem nada, o MP se tu perder tem que pagar as custas, o que é mais lógico ocorrer, assim não tem quem te protege não, se tá tu velho, tem que aceitar a derrota, se tá jovem tem preguiça, ai ninguém vai fazer nada, infelizmente eu já tenho tentado denunciar, mas a quem não existem quem queira defender um engenheiro, por que ele não vai dar retorno de milhões de dolares, o povo brasileiro só quer causas judiciais de algo valor para ganho de alto valor, não conheço um advogado decente, todos só pensam em tirar dinheiro do próximo, a justiça gratuita não serve, enfim neste país tamos é colocado como peões melhorados.

  35. Paulo disse:

    Restituição dos valores pagos a título de Anotação de Responsabilidade Tecnica – ART – Colaborador Engenharia Civil Brasil

    Restituição dos valores pagos a título de Anotação de Responsabilidade Tecnica – ART , Como é de conhecimento de todos, os profissionais inscritos no sistema CREA/CONFEA, são obrigados a recolher tributo (taxa) referente a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), exigida pelo CREA de todos os Estados.
    No entanto, a referida ART é uma espécie de tributo, e como tal não pode ser fixada por meio de resolução. Assim sendo, os profissionais que pagaram tem direito a restituição, uma vez que sua cobrança, da forma em que é cobrada é ilegal.
    Nesse sentido, o princípio da legalidade, diz que os tributos só podem ser criados por lei. Tal determinação abrange todos os tributos e, assim, também, as taxas, a contribuição de melhoria e o imposto instituído por motivo de guerra. As contribuições parafiscais também se sujeitam à exigência da legalidade.
    Por que a cobrança da ART é ilegal?
    A lei que criou a ART diz que todo o contrato para execução de obras fica sujeito à “Anotação de Responsabilidade Técnica”. Exigir ART não é ilegal.
    O que não se pode é cobrar taxa de ART.
    Vejamos, neste sentido, o que diz o artigo 1º, § 2º, da Lei que criou a ART:
    §2º O CONFEA fixará os critérios e os valores das taxas da ART ad referendum do Ministro do Trabalho. (aqui está a ilegalidade).
    Assim sendo, somente o Poder Legislativo pode fixar o valor do tributo. Assim, no momento que a Lei delegou a um órgão da Administração, no caso o CONFEA, o poder de fixar os valores da ART, de forma flagrante, VIOLOU o disposto no artigo 150, I da CF e no artigo 97, IV, do CTN.
    Nesses casos, os Tribunais já reconhecem esta ilegalidade e vêm dando ganho de causa a todos que pleiteiam na justiça a restituição dos valores pagos a título de ART, nos últimos 5 anos.
    Como obter a restituição do valor pago a maior?
    Para obter a restituição do valor o primeiro passo é apurar o quanto foi pago nos últimos 5 anos. Quem não possui estes documentos, poderá obtê-los junto ao CREA – Solicitar a relação de ART´s e respectivos valores pagos.
    DADOS DO COLABORADOR
    Nome: Alessandro Bartolo
    http://www.engenhariacivilbrasil.com/artigos-tecnicos/responsabilidade-tecnica

  36. Sempre questionei esta ART, mas o esclareciomento assim, nos dá um embasamento maior.Temos que fazer chegar ao sistema Crea/Confea, opiniões que fogem do âmbito da sociedade.Creio que se possa manter a ART, mas sem cobrança de valores.Já pagamos uma anuidade que nos é cara !

  37. LUIZ SERGIO: Entendo seu desabafo. É justo ! Se com os crea’s da vida está ruim, imagine sem estes crea’s ? Formalize todas suas ações, utilize dodas as instancias do seu crea. Vá a as câmaras, procure os conselheiros, vá a associação dos trabalhadores do crea enfim, utilize todas as instâncias, inclusive a ouvidoria do seu crea.

  38. giliard3131 disse:

    Eu vi no site CAUBR que o CAU tem interesse nos projetos de luminotécnica e deixei um comentario la, não sei se eles vão aprovar o meu comentario.
    Se eles aprovarem, o comentario vai sair nesse site:
    http://www.caubr.gov.br/?p=13248#comment-10281
    o comentario vai sair assim:
    .
    hauhauhauahua Ótimo vejam o que diz a res. 218:
    .
    Art. 8º – Compete ao ENGENHEIRO ELETRICISTA ou ao ENGENHEIRO ELETRICISTA, MODALIDADE ELETROTÉCNICA:
    I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes à geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica; equipamentos, materiais e máquinas elétricas; sistemas de medição e controle elétricos; seus serviços afins e correlatos.
    Art. 9º – Compete ao ENGENHEIRO ELETRÔNICO ou ao ENGENHEIRO ELETRICISTA, MODALIDADE ELETRÔNICA ou ao ENGENHEIRO DE COMUNICAÇÃO:
    I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a materiais elétricos e eletrônicos; equipamentos eletrônicos em geral; sistemas de comunicação e telecomunicações; sistemas de medição e controle elétrico e eletrônico; seus serviços afins e correlatos.
    .
    Então eu posso projetar desde a barragem gravitacional até a torre de tiristores. Que maravilha!!!
    Não se façam de bobos fingindo que não sabem a diferença entra as palavras geração e gerador.
    Gerador é uma coisa, geração é outra coisa completamente diferente. A GERAÇÃO é tudo, vai desde o estrutural da barragem, passando pelos projetos estruturais, arquitetônicos, e preventivos de incêndio, até o elétrico (obviamente)!! Geração é tudo que envolve geração.
    .
    Mas como CREA defende (ou deveria defender) os interesses da população brasileira, opta-se pelo CERTO ao invés do JUSTO.
    —O JUSTO é o que esta na Res. 218 que diz que engenheiro eletricista assina tudo, porque geração de energia elétrica envolve tudo, inclusive o jardim arquitetônico de flores arquitetônicas, plantadas na frente da fachada arquitetônica com uma calçada arquitetônica ao lado (hehehehehe).
    —E o CERTO é dar atribuições de acordo com a carga horária de cada engenheiro.
    .
    É optando pelo “CERTO” e não pelo “JUSTO” e em defesa dos interesses da população brasileira que as câmaras da elétrica, mecânica e civil de SC entraram num acordo em outubro de 2013 pra tentar eliminar os pseudo engenheiros eletricistas que atuam em Santa Catarina. Os pseudo engenheiros eletricistas atuam contando com as assinaturas nas ARTs dos engenheiros civis que sempre acobertavam eles com o objetivo de barrar a entrada dos eng. eletricistas no mercado de trabalho e enfraquecer a câmara da elétrica dentro do CREA-SC.
    .
    – No dia 11.10 foi aprovada pelas Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica, Civil e Industrial a instrução conjunta sobre a anotação dos códigos B1106 e B0801 por engenheiros civis e mecânicos. Homologada no mesmo dia na sessão plenária do CREA de nº 820, a instrução tem o intuito de diminuir as dúvidas e ordenar sobre a anotação destes códigos pelos profissionais em relação a instalações elétricas de baixa tensão. Confira abaixo os itens aprovados:
    1) As ARTs de instalações elétricas com carga instalada de até 37 kW serão automaticamente liberadas no sistema CreaNet para os engenheiros civis e engenheiros mecânicos, mediante a anotação conjunta dos códigos B1106 (instalações elétricas em baixa tensão para fins residenciais ou comerciais – unidade 41 – kW) e B0801 (medição elétrica – unidade 45);
    2) Os profissionais poderão anotar também a unidade 14 (metros quadrados), nos códigos mencionados acima, desde que tenham anotado na ART as unidades 41 e 45;
    3) Os profissionais que tenham anotado na ART os códigos B1106 e B0801 na forma do item 1, poderão anotar também os seguintes códigos e respectivas unidades: a) B0808 (quadro de medição de energia coletiva – unidade 45); b) B0317 (ramal de entrada de energia em baixa tensão – unidade 41 – kW);
    4) As ARTs entre 37 kW e 75 kW de carga instalada e mais de três unidades de medição, anotadas por engenheiros civis e mecânicos, não serão retidas, mas periodicamente avaliadas pelo DTEC para verificar as atribuições dos profissionais, de acordo com as normas legais e regulamentares aplicáveis;
    5) As ARTs de engenheiros civis e mecânicos nas quais conste carga instalada superior a 75 kW serão automaticamente bloqueadas.
    .
    E assim o CREA-SC também entrou em harmonia com a Celesc que só exige ART de projeto e execução nas instalações elétricas acima de 3 medidores ou carga instalada acima de 75kW.
    .
    Enquanto o CREA-SC tenta fechar as centenas de falsos escritórios de engenharia elétrica (eu mesmo ja denunciei 2 deles, e tenho os números dos protocolos das denuncias pra provar) que não possuem engenheiro eletricista mas atuam na área usando as assinaturas das ARTs dos eng. civis emitidas antes do acordo feito em outubro de 2013, o CAU de SC nesse exato instante, abril/2014, permite que os arquitetos de SC assinem até 42 medidores, e logo eles vão dar autorização pra assinar alta tensão. To esperando pra ver.

    • giliard3131 disse:

      Vou fazer uma correção, é que me falaram que arquiteto assina até 42 medidores, mas está errado, arquiteto assina até 120 unidades consumidoras residenciais em SC, o calculo é mais ou menos assim:

      O FD da Celesc é 31%

      A máxima demanda em baixa tensão é 225000 kw que corresponde a uma carga instalada de:
      225k/0,31 = 725 kw
      A carga instalada mínima tolerada pela Celesc pra cada unidade consumidora residencial é de 6kw,
      Aqui deve-se observar que a tabela da Celesc permite uma carga instalada menor mas o projeto é reprovado, e é por isso que se diz que a Celesc não aceita mais disjuntores monofásicos de 30 amperes.

      725 kw / 6kw = 120 unidades consumidoras residenciais, com disjuntores monofásicos de 40 amperes cada uma, e um disjuntor geral de 350 amperes trifásicos.

      Teoricamente são 120 U.C. residenciais com 6kw de carga instalada cada uma.

      • giliard3131 disse:

        esqueci do condomínio, mas de qualquer forma os arquitetos assinam uma quantidade da ordem de uma centena de medidores mais ou menos

      • giliard3131 disse:

        …tem que ver ainda a resolução 414 da Aneel, acho que bem conversado as distribuidoras de energia elétrica abrem bem mais as pernas e passa ainda mais medidores em baixa tensão.

    • Aldair E. F. Jr disse:

      Pois é Sandro, tentando voltar ao tópico, podemos notar que a “indústria”, representada pela CNI, continua jogando a culpa nos outros: nos formandos e formados, que não estudam direito; nas escolas de engenharia, etc. E, aproveita a desculpa para contratar engenheiros estrangeiros.
      O governo (MEC) fica só validando diploma e o CONFEA dando visto a torto e a direito. E a industrial “nacional”, fortemente dominada pelo capital estrangeiro, não está nem aí pro brasileiro.

      • giliard3131 disse:

        Vocês são engenheiros mecânicos?
        Se sim, gente voces tem que acordar, tem que ser mais espertos, eu por exemplo, só por curiosidade eu liguei pra varias oficinas que fazem inspeção veicular e nenhuma delas tinha engenheiro mecânico responsável. Eu já comentei sobre isso com alguns amigos meus e eles me perguntaram porque eu não abro denuncia no CREA. POXA!! Eu vivo fazendo denuncia pra fechar os escritórios dos falsos engenheiros eletricistas que trabalham acobertados com as ARTs dos engenheiros civis e com as RRTs dos arquitetos, vivo cheio de problema pra resolver, parece que esses pseudo-engenheiros eletricistas brotam do chão como se fosse mato.

        Sinceramente. Não tenho tempo pra denunciar os falsos engenheiros mecânicos e ainda ficar acompanhando os protocolos. Sinceramente não dá!!!

        Então… SE MEXAM POR CONTA PRÓPRIA

  39. Paulo disse:

    Prezado Giliard3131. Voce se julga tão inteligente, pelo menos é o que possa parecer, existem os sites do Denatran, do Inmetro, do CREA, do Confea, penso que tu não está a par da legislação. Saiba para teu governo, que trabalhei dois anos em inspeção veicular, e sei de todas as resoluções, boas, das ruins e das idiotas, e que em oficinas mecânicas das que fazem instalação e manutenção em gnv, principalmente, havia uma determinação de que eram obrigados a terem engenheiros mecânicos, acontece meu caro, que acharam que os engenheiros mecânicos eram desnecessários, assim baixaram uma determinação, portaria, sei lá nem lembro mais, falar a verdade de tanta raiva que nos colocam neste nosso mundo de gentes idiotas, que por bem resolveram que os engenheiros mecânicos são inúteis, e com isto a lei favorece as oficinas mecânica continuarem sem engenheiros mecânico, pronto, simples e fácil resolveram para eles e para nós ferro na boneca, e com isto eu perdi um monte deste serviços, quando eu fazia visitas nas oficinas oferecendo serviços meus a preço de banana, mas sempre tinham outro, assim meu caro, neste mundo de que é um país altamente corruptivel se vai esperar o que, a Res. 218 do CONFEA é uma piada de mau gosto, já perdi emprego por que entenderam que empresa fabricante de injeção plástica não era mecânica, acho que era virtual, ai descobri que o CREA e a UFSCAR fizeram parceria para que no meu lugar pudesse vender programas de produção mecânica, isto foi em 1998, meu caro, se parece ser alguém novo, no ambiente, acha que tá com a mão cheia de razão, voce não sabe de nada, ainda tem muito chão para ver que voce e eu não somos nada neste país, se cuide e se informe melhor antes de vir falar o que não sabe. Sou grosso e curto, por que as pessoas tem a mania de vir falar aqui tantas besteiras, sem saberem por que dizem o que acham que sabe, nossa como voces falam tantas porcarias, seis tem provas materiais, gravadas, filmadas, testemunhas beleza, vai no juiz e sem estas coisas se perdem, tudo tem que ter provas, e se tu foi vitima tem direito de reclamo, se é de outros tu não tem como, por que além de tudo estará acusando pessoas, e pode ser processado por calúnia, assim precisa medir muito o que fala, eu falo por que sou vitima deste sistema podre chamado Brazil, com z e não com s, por que é pais de submundo do crime organizado, e corruptos isto não faltam, tudo é bom para os que não estudaram, e nós que salvamos vidas todos os dias não somos reconhecidos, eu com meus trabalhos de engenharia mecânica sou um salvador de vidas, e o que ganho: nada, por que a raça humana é uma raça que só vê maldades, não sabem valorizar o próximo. Assim, meu caro, da próxima vez pesquise primeiro, antes de vir falar o que não sabe, voce se mostra uma pessoa sem noção da realidade, vá num tribunal e converse com um juiz, eu já fiz isto várias vezes, e aprendi com eles, que a gente não pode ficar falando sem saber. faço votos que tenha sucesso, mas pesquise primeiro para saber se o que vier a falar aqui tem fundamento.

    • giliard3131 disse:

      Cara eu não vou dedicar meu tempo pra pesquisar sobre os assuntos da mecanica, porque eu tenho pouco tempo disponivel.
      O que eu escrevi eu escrevi porque foi o que eu entendi do que os que se dizem engenheiros mecanicos escreveram aqui.

  40. Paulo disse:

    Solicito que meu perfil e comentários sejam excluídos não tenho mais interesse em participar deste grupo. Grato

  41. giliard3131 disse:

    Gente olha no site do CREA-SC essa ART feita por um engenheiro civil:
    ART número: 4990800-0
    ART número: 5029011-2 (ART complementar da ART anterior)
    Profissional: 081333-0

    Pra chegar na ART clique na guia “serviços”, depois “Autenticação de documentos” e “Autenticidade de ART”

    PROJETO
    EXECUCAO
    EDIFICIO DE ALVENARIA P/FINS RESIDENCIAIS
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)
    ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO
    Dimensão do trabalho: 395,44 METRO(S) QUADRADO(S)
    INSTALACAO ELETRICA EM BAIXA TENSAO P/ FINS RESIDENCIAIS/COMERCIAIS
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)
    REDE HIDRO-SANITARIA
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)
    REDE DE HIDRANTES
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)
    GAS CANALIZADO (GLP, GN)
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)
    ALVENARIA ESTRUTURAL
    Dimensão do trabalho: 847,50 METRO(S) QUADRADO(S)

    PROJETO
    ATERRAMENTO ELETRICO PARA SPDA
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)
    REDE DE HIDRANTES
    Dimensão do trabalho: 395,44 METRO(S) QUADRADO(S)
    PROJETO
    EXECUCAO
    GUARDA CORPO
    Dimensão do trabalho: 107,36 METRO(S) QUADRADO(S)
    ILUMINACAO DE EMERGENCIA
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)
    SINALIZACAO DE EMERGENCIA
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)
    PROJETO
    SISTEMA DE PROTECAO CONTRA DESCARGA ATMOSFERICA (PARA-RAIO)
    Dimensão do trabalho: 1.242,94 METRO(S) QUADRADO(S)

    • giliard3131 disse:

      pra quem ainda esta fazendo engenharia elétrica vou dar A DICA: pula fora dessa merda!!!

      • Lucas disse:

        Giliard, sua dica aos estudantes de Engenharia Elétrica deveria ser outra: UNAM-SE !

        Lembre-se daquele ditado, de que a união faz a força. Que união ? Associação, Sindicatos exclusivos de Engenheiros Eletricistas, unidos para defender a categoria, para não deixar este tipo de situação acontecer.

        De nada adianta brigar com a Engenharia Civil, se os outros profissionais não se unirem para, ao menos, tentarem mudar a situação.

        Hoje, a maioria dos Crea’s é presidida por Engenheiros Civis. Por que ? Porque a maioria dos profissionais atuantes, que votam, são Engenheiros Civis, ou seja, mostra a união deste lado da Engenharia.

        Todo mundo reclama, mas ninguém corre atrás das mudanças.

      • Luiz Sergio disse:

        MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL é um só.
        CREA, CONFEA são autarquias FEDERAIS.
        Tem que pegar a legislação pertinente e fazer uma denuncia FUNDAMENTADA.
        Eu denunciei o CONFEA e duas construtoras por fazerem obras ele´tricas sem Eng. Elétrico.
        Fundamentei na lei que exige a ART. A lei que disciplina a atividade de cada um, etc.
        Gerou um inquérito policial na POLICIA FEDERAL (ontem eu fui depor).
        Denuncia sem provas e sem lei fundamentando é calunia e você é que vai pagar.
        Ficar aqui falando é coisa de mariquinha.

    • Luiz Sergio disse:

      Prezados,

      É um caso para ser levado ao MPF dai de Santa catarina.
      mas voC~es não mexem o dedo para fazer um e-mail ao CONFEA, duvido que vão querer ir ao MPF

      • giliard3131 disse:

        Tem quantos tipos de MP? Hoje eu fui num deles conversei com um tal de”Daniel Borgo” (diz ele ter esse nome) e ele me mandou ir em outro MP que trata de assuntos de “atribuições federais”, só que esse outro MP só abre dia 25 depois da Pascoa.

  42. giliard3131 disse:

    Luiz Sergio. Como se faz uma denuncia fundamentada?

    • Luiz Sergio disse:

      Prezado,

      Quando se diz que uma pessoa cometeu um crime é porque existe uma lei que proíbe aquele ato.
      Ex. Luiz Sergio, engenheiro, residente a…, acusa o Sr Gillard, engenheiro, residente a…, de cometer o crime tal amparado na lei tal.Com base nisto, solicita deste Ministério Público as medidas cabíveis previstas em lei.

      Outro ex.
      Parte da minha denuncia ao MPF

      2. “Isto porque os engenheiros responsáveis, num primeiro momento, foram Luciano Lacerda de Oliveira (CREA-BA 35671) e Roberto Mattedi Werneck (CREA-BA 15773); após, com a saída deste último, e a confirmação de que Luiz Sérgio não mais trabalhava na empresa, assumiu Emerson Herley Mascarenhas (CREA-BA 64259).” – Fato também verdadeiro e denunciado na petição anterior, só que nos deparamos com um problema legal que este Ministério tem como função denunciar quando ocorrer: Luciano Lacerda de Oliveira (CREA-BA 35671) e Roberto Mattedi Werneck (CREA-BA 15773) são respectivamente engenheiros civil e mecânico e , se dermos uma olhada na LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 e na RESOLUÇÃO Nº218, de 29 Junho 1973 do CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, E AGRONOMIA, veremos:
      LEI Nº 5.194…
      Do exercício ilegal da profissão
      Art. 6º Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
      a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços público ou privado reservados aos profissionais de que trata esta lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais;
      b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
      c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
      d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
      e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da engenharia, da arquitetura e da agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Ed. extra 8º desta lei.
      RESOLUÇÃO Nº218, de 29 Junho 1973 do CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, E AGRONOMIA

      Art. 7º – Compete ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO:
      I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afins e correlatos.
      Art. 8º – Compete ao ENGENHEIRO ELETRICISTA ou ao ENGENHEIRO ELETRICISTA, MODALIDADE ELETROTÉCNICA:
      I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes à geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica; equipamentos, materiais e máquinas elétricas; sistemas de medição e controle elétricos; seus serviços afins e correlatos.
      .

      • giliard3131 disse:

        Vc ja olhou a res.1010/2005?

        “(…)
        Art. 10. A extensão da atribuição inicial de título profissional, atividades e competências na categoria profissional Engenharia, em qualquer dos respectivos níveis de formação profissional será concedida pelo Crea em que o profissional requereu a extensão, observadas as seguintes disposições:
        I – no caso em que a extensão da atribuição inicial se mantiver na mesma modalidade profissional, o procedimento dar-se-á como estabelecido no caput deste artigo, e dependerá de decisão favorável da respectiva câmara especializada; e
        II – no caso em que a extensão da atribuição inicial não se mantiver na mesma
        modalidade, o procedimento dar-se-á como estabelecido no caput deste artigo, e dependerá de decisão favorável das câmaras especializadas das modalidades envolvidas.
        § 1º A extensão da atribuição inicial decorrerá da análise dos perfis da formação profissional adicional obtida formalmente, mediante cursos comprovadamente regulares, cursados após a diplomação, devendo haver decisão favorável da(s) câmara(s) especializada(s) envolvida(s).
        (…)”

        Fica subentendido que cursos regulares são cursos do tipo técnico industrial em eletrotécnica. Se um engenheiro civil fizer engenharia elétrica, que é um curso que dura 5 anos, basta registrar uma nova engenharia sem precisar citar a res.1010/2005, mas se um engenheiro civil fizer eletrotécnica, que dura 1 ano e meio, ai ele vai precisar da res.1010/2005.
        Claro, que ele depende de algum CREA de algum estado pra receber um OK. Mas como o Brasil tem um CREA pra cada estado. São muitas possibilidades.

      • giliard3131 disse:

        Tem que olhar pra ver se eles fizeram cursos técnicos em eletrotécnica e usaram a 1010/2005.
        Cara, com essa guerra da civil contra a arquitetura, a tendência é todo mundo que for esperto assinar tudo que puder.
        A civil quer assinar tudo que os arquitetos assinam e mais um pouco. Os arquitetos querem assinar tudo o que os engenheiros assinam e mais um pouco. É nesse “um pouco” a mais que se vence a guerra.
        No final quando a poeira baixar, se ainda existirem engenheiros eletricistas e mecânicos, pode ter certeza que estarão falidos.

      • Luiz Sergio disse:

        Prezados,

        Tenho lido muita fantasia aqui.
        1. Os conselhos podem fazer suas resoluções da maneira que quiserem.
        O conselho de medicina pode baixar uma resolução que médicos podem fazer calculo estrutural, mas EXISTE UMA LEI MAIOR que torna isto ilegal.
        Os arquitetos fizeram isto, mas vários estão respondendo e SOFRENDO AS CONSEQUÊNCIAS POR EXERCÍCIO ILEGAL.
        2. Você como engenheiro mecânico pode pedir uma matricula especial e cursar cadeiras de elétrica ou civil. Depois você entra com um processo no CREA solicitando extensão de suas atribuições. ESTE É O CAMINHO LEGAL e entendo que esta resolução fala isto. Se existe outro não conheço e só um advogado para dizer se o amparo legal de que se fala é correto.
        3. Quanto a esta guerra entre as profissões, o grande culpado é o CONFEA que comandado pela engenharia civil deixa fazerem o que se quer. cabe a nós se formos prejudicados entrarmos na justiça.
        Estou estudando com uns advogados uma representação junto ao STF sobre esta atuação do CONFEA.
        O PROBLEMA É QUE SÓ OS CIVIS E OS ARQUITETOS são unidos. O RESTO REALMENTE É RESTO. Quando se fala em colher assinaturas todo mundo sai correndo.

      • giliard3131 disse:

        CALMA CARA CALMA
        Vou te explicar como funciona o sub mundo das engenharias.

        As construtoras só chamam um engenheiro eletricista quando a execução das instalações elétricas esta errada e o engenheiro civil ameaçou de dar baixa na ART e comunicar o fato ao CREA. Quando chamam um engenheiro eletricista, eles só querem tirar a piroca do cu do engenheiro civil e transplanta-la pro cu do engenheiro eletricista. É só isso cara!
        Muitos engenheiros eletricistas por falta de dinheiro assinam a encrenca como laranjas, e a construtora paga pra livrar o anus do engenheiro civil.

        Quando chamam um engenheiro eletricista pra fazer projeto, eles quase sempre proibem de instalar disjuntor acima de 125 amperes porque as empresas distribuidoras de energia começam a pedir dinheiro pra fazer “melhoria de rede”. Dai se o disjuntor geral desarmar, botam a culpa no engenheiro eletricista.

        Os engenheiros civis não pagam mais do que o valor pago a um cadista qualquer, eles não pagam o valor da atribuição, só querem pagar pelo desenho.
        Então é desvantagem dizer ser engenheiro eletricista, porque pagam somente o desenho e se souberem que o cara é da area da elétrica eles obrigam a assinar a ART de responsabilidade técnica.

        Se um engenheiro eletricista esta trabalhando como eletricista instalador, todo dia os donos das instaladoras vem enxer o saco pedindo pra assinar obras e projetos errados, é todo dia, todo santo dia.

        Não é vantagem sair por ai dizendo ser engenheiro eletricista.

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